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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Há muito tempo, no tempo em que eu comprava livros pelo título ou pela capa – no tempo em que eu comprava livros, ponto! – trouxe comigo para casa A Livraria de Penelope Fitzgerald. Como tantos homónimos seus, infelizmente, ficou na minha estante a ganhar pó e na minha vontade, cada vez mais desprezada, de ler. 

Quando recebi o convite da Clube do Autor para assistir ao filme, o e-mail, também ele entre tantos outros, ficou por abrir mas a Sofia, aquela moça com uma resiliência que me ultrapassa e que a própria por vezes desconhece, chamou-me à atenção e à sua companhia e eu, quer por vontade quer por necessidade, cedi feliz. 

Não esperava uma grande produção e quanto ao enredo contava com simplicidade, pelo que recebi isso mesmo com uma subtileza clássica e uma beleza em pormenores que me ultrapassou. Que filme bonito queridos leitores. E que atmosfera fantástica, para nós os amantes mais ou menos fiéis de literatura. 

Não há grandes estrelas no desenvolvimento da ficção e os lirismos são daqueles que se apaixonam por uma boa história, mas as referências, essas, são muitas e marcadas por um compasso que se faz de títulos e amizades nascidas da importância das palavras.

Uma Segunda Grande Guerra recente, uma terra fechada em torno dos seus e o glamour sedutor dos que fingem esquecer a pólvora nos corações dos que tentam renascer durante os anos cinquenta são parte da narrativa visual, enquanto sonoramente chega até nós os sussurros do povo e as cantigas do mar que acompanham aquela jovem, Florence Green, que cumpre uma história de amor com o seu passado e, efetivamente, com os livros. Já citei que é um filme bonito? 


Se tiverem oportunidade espreitem, encontrarão a coragem de quem tem um sonho para vos inspirar, além de que podem escapar um pouco ao lado mais comercial da sétima arte. Por ora, comigo, ficou a vontade de ler o livro – ao qual já tirei o pó para a fotografia. Tenho recomendado aos meus amigos e não poderia deixar de vos recomendar a vocês também. 

Com sinceridade, muito obrigada Clube do Autor. 



P.S.: fui ver o filme no dia 19 de Junho mas fiz uns rabiscos para escrever isto agora. E não é curioso que a minha primeira opinião seja de um filme? É queridos leitores... isto agora vai ser assim, nem eu mesma sei o que se segue mas algo surgirá :)

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