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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Na verdade não mudei, ainda, faltam 9 dias e eu estou a contar cada um deles no meu calendário, vida e coração. 

No ano que findou vocês viram-me muitas vezes dizer que a minha vida estava atribulada e esteve… e ainda sinto que vai estando, embora de maneira diferente, para melhor e com aquele tempero de borboletas no coração, com os suspiros que se perdem no infinito e aquela vontade de ser feliz. 

Como todas as mudanças, esta requer tempo e dedicação e eu, com o trabalho e sem direito a férias – o trabalho também é novo –, ando sem tempo nenhum e dedico-me menos do que gostaria. Quando não estou a trabalhar, a dar um salto à “casinha” como lhe chamamos ou a pensar em tudo o que vai mudar, estou, para minha vergonha, a sonhar acordada ou a pensar noutro projeto pessoal que poderá surgir. Ou seja, não estou a ler, não estou a escrever, a ver séries ou no computador, estou afastada dos hobbies naturais e a cuscar promoções no Continente, Leroy ou Ikea

Com tudo isto venho partilhar convosco o motivo da minha ausência que prevejo durar pelo menos mais duas/três semanas. Venho pedir-vos desculpa porque, apesar de os assuntos pessoais nunca terem estado presentes por aqui, a realidade continua a ter supremacia sobre o mundo das histórias e vocês, muitos vós presentes há muitos anos, merecem esta consideração. 

Não, o blogue não termina por aqui, ainda não sou capaz de me desfazer deste pedaço de mim mas, em definitivo, ele tem menos espaço nas minhas horas até eu poder voltar a estender as pernas numa cadeira, abrir a janela e respirar fundo sem contar os minutos, para vos falar do quão especial, interessante ou simplesmente divertido pode ser um livro. 

(Sim, será uma outra cadeira, uma outra janela mas a paixão, essa, será a de sempre!) 


Até breve e… boas leituras*

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Sinopse:
Em 2008, J.K. Rowling proferiu um discurso profundamente marcante na Universidade de Harvard perante uma audiência de jovens recém-formados. Uma Vida Muito Boa, agora publicado pela primeira vez em língua portuguesa, contém palavras sábias de J.K. Rowling, proporcionando orientações a todos os leitores que se encontrem num momento de viragem decisivo das suas vidas, colocando questões profundas e estimulantes: como aceitar o fracasso? Como podemos usar a nossa imaginação em benefício não só de nós próprios mas também dos outros?

É, pelo menos para mim, assumindo desde já o meu erro, muito complicado desassociar a imagem da J. K. Rowling da mulher que me fez sonhar com uma carta para Hogwarts durante tantos anos. Aliás, ainda hoje, quase duas décadas depois, basta soar a faixa sonora de Harry Potter para que eu pare e sonhe, para que eu pare e me transforme de novo em criança – parece magia, simples assim… No entanto, Uma Vida Muito Boa - Os Benefícios do Fracasso e a Importância da Imaginação é um discurso extraordinário de uma mulher igualmente excecional – não fosse ela um marco para gerações –, mulher que naquele dia tocou centenas e hoje, com a sua edição escrita, pode chegar a muitos milhões e mostrar-lhes algo que vai além da luta do bem contra o mal. 

Perante a plateia de Harvard, com tudo o que isso acarreta, o discurso da nossa autora começa com o humor ousado de quem necessita de exorcizar-se a si e a quem a escuta, para falar de grande verdades e frisar a importância das pequenas coisas.

«Objectivos alcançáveis: o primeiro passo para o desenvolvimento pessoal.» - Página 8

Após uma introdução em que os ouvintes gargalham por diversas vezes com analogias ao seu universo de feiticeiros, J. K. Rowling apresenta-nos então o tema do deu discurso: Os Benefícios do Fracasso e a Importância da Imaginação; que se apressa a explicar com a sua experiência e conhecimento adquirido na melhor de todas as escolas, a da vida. 
Ambição versus expectativa, a pobreza e a capacidade de nos colocarmos no lugar dos outros, são a base das suas palavras que, sem grandes lirismos, revelam a importância de nos desapegarmos de tudo o que não é essencial para nos tornarmos mais fortes perante a adversidade e oferecermos mais de nós a quem nos rodeia. E a forma como ela nos fala sobre isto tem tanto de singular que prova, sem questionamentos, que a capacidade de marcar o próximo está ao alcance de qualquer um de nós. 

Pessoalmente, eu fui inspirada e emocionada, revejo-me em algumas das suas dificuldades e escolhas e vejo-me ainda naquele túnel em que a luz, lá ao fundo, é a esperança que me recuso a largar, porque nada é perfeito mas a valorização do que nos é oferecido faz valer cada dificuldade. Adorei. 

Além das palavras mágicas que encontrarão nesta preciosa obra, a edição da Editorial Presença é linda, muito linda. As ilustrações e a cor tornam a leitura ainda mais inebriante, tornando o virar de páginas verdadeiramente prazeroso. Eu li duas vezes de seguida e acho que a vou deixar ao lado da cama, para ler de vez em quando e me lembrar de todas as lições que retirei deste discurso que recomendo a todos vós. 

Uma publicação deliciosa Editorial Presença que veio, definitivamente, enriquecer a minha biblioteca. 

Título: Uma Vida Muito Boa 
Autora: J. K. Rowling
Género: Não Ficção 

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domingo, 28 de janeiro de 2018

Com aquele pequeno atraso que me caracteriza – e as devidas desculpas – trago-vos hoje o resultado do passatempo de Natal gentilmente proporcionado pela Editorial Presença.


Para sorteio estava disponível a oferta de dois exemplares para um único vencedor; Uma Vida Muito Boa de J. K. Rowling e O Fabricante de Bonecas de Cracóvia de R. M. Romero. Dois livros que não deixarão o seu leitor indiferente.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve. 

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:
277* Ana Machado

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Presença por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo. 
Boas leituras*

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sábado, 27 de janeiro de 2018

A SEQUELA DO INESQUECÍVEL BESTSELLER INTERNACIONAL O PROJETO ROSIE

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Título: O Efeito Rosie - O amor é um projeto perigoso
Autor: Graeme Simsion
Coleção: Grandes Narrativas nº 670
Tema: Ficção e Literatura
Título Original: The Rosie Effect
Tradução: Pedro Miguel Elói Duarte
N.º Páginas: 344
PVP: 17.90 €
ISBN: 978-972-23-6066-1

Sinopse:
Dez meses e dez dias após o seu casamento, encontramo-nos de novo com Don e Rosie, agora a viverem felizes em Nova Iorque. Mas Rosie está grávida e Don tem de se preparar para ser pai - o maior desafio da sua vida, anteriormente tão organizada. Para Don, cujo equilíbrio mental se baseia na planificação, a chegada de um filho é assustadora. Por outro lado, na sua atividade profissional, as surpresas multiplicam-se... 
Será Don, com o seu espírito científico, capaz de preservar a felicidade? Ou regressará ao seu anterior estilo de vida, arriscando-se a perder Rosie para sempre? O Efeito Rosie é a sequela do inesquecível bestseller internacional O Projeto Rosie.

Leia um excerto Aqui

«Inteligente, divertido e enternecedor.» | The Washington Post
«Hilariante.» | US Weekly
«Tão inteligente quanto divertido.» | The Times
«O Efeito Rosie enaltece as melhores qualidades que encontramos num amigo, num marido ou num pai, independentemente das circunstâncias.» | Booklist

Do mesmo autor de: 

Sobre a autora:
Graeme Simsion, natural de Auckland, Nova Zelândia, vive atualmente em Melbourne, Austrália, com a mulher e os dois filhos. Depois de ter sido consultor de gestão e tecnologias da informação, decidiu tornar-se romancista e dramaturgo a tempo inteiro. O Projeto Rosie, obra publicada pela Editorial Presença, foi nomeada para diversos prémios literários internacionais, dos quais venceu alguns. Conta com direitos de tradução adquiridos por 42 países e vendeu mais de 3 milhões de exemplares. Os direitos da sequela O Efeito Rosie foram, para já, assegurados por 25 países, tendo alcançado igualmente um enorme sucesso de vendas.

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

AMOR E REDENÇÃO EM ROMANCE DE ESTREIA

Título: O Guardião dos Objetos Perdidos
Autor: Ruth Hogan
Coleção: Grandes Narrativas nº 669
Tema: Ficção e Literatura
Título Original: The Keeper of Lost Things
Tradução: Isabel Nunes
N.º Páginas: 264
PVP: 16.50 €
ISBN: 978-972-23-6022-7

Sinopse:
Anthony Peardew passou metade da sua existência a guardar com todo o zelo objetos que encontrava perdidos, numa tentativa de se redimir de uma promessa quebrada muitos anos antes. Já perto do ocaso da sua vida, decide deixar a casa onde vive, e os «tesouros» que nela foi reunindo, a Laura, sua assistente e única pessoa a quem ele pode confiar a missão de restituir aqueles objetos aos seus legítimos donos. Mas os últimos desejos de Anthony têm repercussões verdadeiramente inesperadas...

O Guardião dos Objetos Perdidos é uma brilhante história de amor e redenção que explora a importância da memória, a magia dos objetos e o que eles representam na nossa existência, e os elos inesperados que se criam entre todos nós.

Leia um excerto Aqui

«Mágico e comovente.» | Heat
«Uma história encantadora, de escrita inteligente e sensível, com personagens inesquecíveis.» | My Weekly
«O romance de estreia de Ruth Hogan revela como até os proscritos podem ter importância e prova que objetos, pessoas e lugares aparentemente díspares estão afinal relacionados.» | Booklist

Sobre a autora:
Ruth Hogan nasceu em Bedford, Reino Unido, na casa onde os seus pais ainda vivem. Em criança, era uma leitora compulsiva. As suas leituras preferidas iam desde As Crónicas de Nárnia a pacotes de cereais e pedras tumulares. Estudou Inglês e Drama no Goldsmiths College, após o que conseguiu um emprego «adequado». Algum tempo depois, desempenhou funções num serviço governamental, mas sofreu um acidente de automóvel que a impediu de trabalhar em regime de horário completo. Isto levou-a a iniciar-se na escrita. Em 2012 foi-lhe diagnosticado um cancro. Ao longo do período em que foi submetida a quimioterapia, Ruth decidiu aproveitar as horas noturnas de insónia para escrever, tendo daí resultado o belíssimo romance O Guardião dos Objetos Perdidos, cujos direitos de tradução estão vendidos para cerca de 20 línguas. A autora vive numa caótica casa vitoriana com os cães que resgatou e o seu paciente marido.

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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

1. O Homem de Giz | C. J. Tudor (Opinião)

2. Uma Vida Muito Boa | J. K. Rowling (Opinião)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Sinopse:
A história começa quando aos doze anos Eddie e os amigos tiveram contacto com o misterioso Homem de Giz. Uma personagem central na trama e Eddie será assombrado por ela.
As estranhas figuras de giz conduzem Eddie e os amigos a um cadáver de uma rapariga pouco mais velha que eles e esta descoberta irá marcá-los para sempre.
Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos.
À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.


É a isto que eu chamo entrar o ano da melhor maneira possível, no que a leituras diz respeito. 
Boa escrita, boas personagens, boas temáticas e um enredo que nos prende do início ao fim, fazem de O Homem de Giz um livro que não engana o leitor que o compra como “o livro de 2018”, pois neste momento acredito piamente que dificilmente encontrarei um policial que se lhe sobreponha em qualidade. 

É numa pequena cidade inglesa, no ano de 1986, que entre as brincadeiras da meninice descobrimos o corpo, os segredos e odor ácido da urina, do medo. Eddie e o seu grupo de amigos vão despindo a sua pele de inocência aos 12 anos e transformando-a em ousadia, na coragem e impulso que se pedem a todos os rapazes que, apesar de ansiarem por abraços fraternais, querem ser os primeiros a ser vistos como homens e heróis. 
2016, 30 anos depois, conhecemos os adultos a que a vida tratou de desfazer as ilusões. São pessoas comuns, quase demasiado vulgares, cujas memórias infantis estão abafadas pela realidade monótona das suas rotinas mas, há sempre um mas, este é o tipo de cidade que não larga os seus segredos e os jogos cândidos do passado prometem trazer de volta pesadelos esquecidos, um mistério antigo que traz consigo, sempre trará, o mesmo cheiro do medo. 

Com o seu género, thriller psicológico, evidente desde a primeira página, C. J. Tudor prende o leitor de forma subtil através de uma escrita cuidada, muito visual, que confere consistência a um cenário que tem a capacidade de se entranhar no leitor. 
É fácil imaginar esta cidade de moradias que revelam estratos sociais discrepantes, os playgrounds cujos risos ficam mais sombrios com o cair do Sol e o bosque, um bosque normal que pode esconder perigos em trilhos menos iluminados. Nada particularmente assustador mas que, através das suas palavras, vem repleto de maus augúrios. Além disto, contém ainda uma originalidade louvável e pormenores que efetivamente marcam pela diferença. 

Desenvolvendo-se em dois espaços temporais diferentes, são igualmente distintas as personagens que conhecemos, pois além das idiossincrasias da vida, também o tempo tem esse poder de metamorfose.
Eu confesso que gostei mais do passado, das crianças, porque para mim há algo na sua maldade sem filtros, por descoberta e impulso, que ultrapassa a ponderação e a consciência, que me arrepia verdadeiramente. Com eles é tudo mais vivido, mais fascinante e que ultrapassa e permanece na realidade da maturidade. Dito isto, A Rapariga do Carrossel, O Homem Branco e todas as alcunhas do grupo de amigos, que tão bem ficamos a conhecer, ficam na memória em vez dos seus nomes. 
No entanto, acreditem que não estou a desvalorizar Ed, o protagonista, ele é disfuncional o suficiente para vos prender à sua mente curiosa e aos seus dilemas, aqui a questão é que muitos conquistam relevância com o decorrer do enredo, são muitas pequenas histórias que quando interligadas dão ao livro o seu valor. 

Além de tudo o que citei, a autora conquistou-me verdadeiramente pelas temáticas, não fosse eu aquela que vive e se deixa sensibilizar pelo que lê. Há de tudo aqui, para lá das picardias ou das borboletas no estômago. Alzheimer, bulying e aborto são, a par com fanatismo religioso, as problemáticas mais marcantes e às quais tenho a certeza que vocês não ficarão indiferentes. 


E é isto! Sei que não vos disse muito mas espero ter dito o suficiente para vos deixar curiosos, porque acreditem, vão querer ler este livro! 
Para finalizar, tive o privilégio de conhecer a autora por estes dias e, creiam, ela é um doce; acreditam que tem medo de filmes de terror como eu? Vou contar-vos tudo numa publicação em breve. 
Só mais uma coisa, um obrigada imenso à Planeta pelo carinho que teve para com os bloggers no marketing deste título, em nada influenciou a minha opinião, prometo-vos, mas foi algo que me sensibilizou – uma ardósia, um saco, uma pen com o material para divulgar e, claro, uma cópia de avanço com um mês de antecedência – é bom sentirmos que o nosso trabalho ainda é querido. 

Uma leitura obrigatória para os fãs de thrillers e policiais, tenho a certeza absoluta que vão adorar! 

Título: O Homem de Giz
Autora: C. J. Tudor
Género: Thriller Psicológico
Editora: Planeta 


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O regresso de Fiona Barton, a autora best-seller de A Viúva, com mais de 500.000 exemplares vendidos, num novo thriller psicológico arrebatador.

Pode-se enterrar a história mas não se pode esconder a verdade.

Título: O Silêncio
Autor: Fiona Barton
N.º Páginas: 416
PVP: 18.85 €
ISBN: 978-989-657-942-5

Sinopse:
Quando um parágrafo num jornal revela uma tragédia com décadas, a maioria dos leitores quase nem se apercebe. Mas, para três estranhos, é impossível ignorar…
Numa demolição em curso de uma velha casa de classe média em Londres, um trabalhador descobre um esqueleto minúsculo, que parece estar enterrado há anos.
Para a jornalista Kate Waters, é uma história que lhe chama a atenção. Escreve uma notícia para o jornal onde trabalha, mas sente que faltam muitas respostas, e a pergunta que lhe surge é: quem é o bebé sepultado?
À medida que Kate investiga, descobre ligações com um crime que abalou a cidade há anos: um bebé recém-nascido foi raptado da maternidade de um hospital local e nunca foi encontrado. Os pais ficaram devastados pela perda e ausência de respostas.
Mas há muito mais nesta história e Kate investiga a casa e o passado das pessoas que moraram no bairro e que se recusam a falar do grande mistério do rapto da criança.
E Kate depressa se encontra na posse de segredos inesperados que surgem das vidas de três mulheres — e divididos entre o que ela pode e não pode contar…

Fiona Barton, jornalista de investigação – vencedora do prémio Jornalista do Ano pela British Press Awards -, que teve em mãos assuntos polémicos, como o Caso Maddie, serve-se magistralmente dos seus conhecimentos jornalísticos e de investigação criminal.

Uma trama complexa, um narrador potente, uma escrita que prende o leitor até à última página e um desfecho inesperado e brilhante.

Concentrando-se no lado humano do jornalismo de investigação, a autora conta uma história sobre a vida de três mulheres e como destino as une e entretece um enredo de vida arrepiante. Um enredo bem imaginado, narradores fortes e consistentes e personagens já conhecidas e de referência em A Viúva.

«Fiona Barton escreveu de novo um livro magistral com O Silêncio,[…] conta a história de uma criança de uma forma única, como só ela consegue, brilhantemente.» - The Star Telegram

«Tenso, tentador e, muito, muito gratificante … definitivamente, uma das leituras obrigatórias do ano.» - Lee Child

Da mesma autora

Sobre a autora:
Fiona Barton tem aprendido e trabalhado com jornalistas de todo o mundo. Foi jornalista principal do Daily Mail, editora de noticiário no Daily Telegraph e jornalista principal no Mail on Sunday, onde foi considerada a Jornalista do Ano pela British Press Awards
Vive com o marido no sudoeste da França.
Saiba mais em: Planeta


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O que fazer quando não conseguimos controlar os nossos sentimentos por alguém?
Quando sabemos que não devemos ir por aí?
Nem na nossa cabeça?

Título: O Fruto Proibido
Autor: Jodi Ellen Malpas
N.º Páginas: 368
PVP: 17.77 €
ISBN: 978-989-777-004-3

Sinopse:
Annie nunca tinha experimentado a «faísca» com um homem… essa espécie de química instantânea que nos corta a respiração e ofusca. Até que numa noite de festa com os amigos a põe cara a cara com o sexy e misterioso Jack.
Não é uma simples faísca que salta entre os dois. É uma explosão. Jack promete consumir Annie, e cumpre a promessa. Avassalada pela intensidade do encontro, Annie foge do quarto de hotel onde passaram a noite juntos. Tem a certeza de que um homem que teve um tão forte impacte nela e a vergou tão facilmente à sua vontade só pode ser perigoso.
Mas já se envolveu demasiado fundo.
E Jack não é só perigoso. É proibido.

Novo romance de uma autora de referência, no género erótico, que já tem uma legião de fãs portuguesas com as trilogias Este Homem e Uma Noite que foram grandes êxitos comerciais nos tops nacionais com mais de 35 000 exemplares vendidos.

Mais uma vez, a autora mistura magistralmente cenas de paixão muito quentes com uma grande história de amor, com um final feliz.
A história de um triângulo amoroso e de todos os problemas que acarreta quando alguém se apaixona e tem um caso com um homem casado.

O Fruto Proibido, tal como romance anterior O Protector, não faz parte de nenhuma série, é um único livro.

Sobre a autora:
Nasceu em Northampton, onde vive com a família.
Enquanto trabalhava na empresa de construção do pai, foi cimentando a trama da trilogia e criou a personagem de Jesse Ward. Em 2012 decidiu autopublicar «O Amante», o primeiro livro da série Este Homem, e a resposta maciça das leitoras motivou-a a terminar a trilogia. Catapultada para o número 1 do New York Times, a trilogia Este Homem converteu-se no fenómeno do ano, coroando Jodi Ellen Malpas como a nova rainha do romance erótico.
 Mais de um milhão de leitoras apaixonaram-se por Jesse…

Saiba mais em: Planeta


domingo, 14 de janeiro de 2018

Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.

Título: O Homem de Giz
Autor: C. J. Taylor
N.º Páginas: 320
PVP: 18.85 €
ISBN: 9789896579937

Sinopse:
A história começa quando aos doze anos Eddie e os amigos tiveram contacto com o misterioso Homem de Giz. Uma personagem central na trama e Eddie será assombrado por ela.
As estranhas figuras de giz conduzem Eddie e os amigos a um cadáver de uma rapariga pouco mais velha que eles e esta descoberta irá marcá-los para sempre.
Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos.
À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.

«[Há] muito tempo que não tinha uma noite em branco devido a um livro. O Homem de Giz mudou isso. Muitos parabéns C. J Tudor!» - Fiona Barton, autora best-seller de A Víuva e O Silêncio


Sobre a autora:
C. J. Taylor é natural de Salisbury e cresceu em Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa e de loja, autora de textos radiofónicos, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7, em 2016, O Homem de Giz é o seu livro de estreia.

Saiba mais em: Planeta

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

O LIVRO DE 2018!
Um fenómeno mundial que começou antes da Feira de Frankfurt 2016.
Direitos vendidos para 48 países.
Um thriller arrepiante de que todos irão falar.

Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.

Nas livrarias a 16 de Janeiro.


NINGUÉM FICARÁ INDIFERENTE

O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.

As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante.

O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o imaginário infantil.



A CRÍTICA INTERNACIONAL
«Há muito tempo que não lia uma estreia tão impressionante. O ritmo foi perfeitamente delineado, as personagens desenhadas soberbamente e há uma sensação de desconforto que começa com o prólogo e cresce ao longo do livro. E esse fim é tão diferente que o livro merece ser um êxito.»
James Oswald, autor best-seller do Sunday Times da série Inspector McLean

«Que estreia impressionante! Que ideia tão hábil e engenhosa! Fiquei absorvida desde a primeira página. Adorei como as histórias de 1986 e as de hoje se unem e criam este fim inesquecível e inesperado. Apelativo, tenso e muito muito arrepiante. Este livro irá assombrá-lo!»
Claire Douglas, autora best-seller do Sunday Times de Irmãs

« C. J. Tudor brilha intensamente e apresenta uma história assustadora e vividamente imaginada. Muito mais do que um mistério de assassínio é uma exploração inteligente e aterrorizante dos laços e limitações das amizades de infância e de segredos que se recusam a permanecer enterrados. Apaixonei-me pela voz que nos guia no romance, Eddie, pensativo e solitário. Prepare-se para se surpreender uma e outra vez, até à última página!»
Michelle Richmond, autora de O Pacto


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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Queridos leitores, 

Sei que Janeiro segue adiantado mas creio que nunca é tarde para vos desejar um ano feliz!

O ano que findou foi, na ausência de outra expressão, complexo. Muita coisa me foi acontecendo a nível pessoal que, indiretamente, se refletiu no blogue e o no volume de leituras/publicações. 
Nunca tive aspirações políticas e, como tal, não venho hoje fazer-vos promessas de que irei publicar mais, estabelecer uma meta que posso não cumprir e, pior que desiludir-me a mim, desiludir-vos a vocês. No entanto, pela estima que guardo este espaço virtual que me tem acompanhado e alguns de vós também, quero mantê-lo enquanto me for possível. 

Desta feita, espero continuar a partilhar convosco o que leio e, quiçá, algo mais. Alguma literatice pertinente mesmo que não se reflita em páginas mas que cultive a minha paixão por histórias, por livros. 
A todos os que me leem e às editoras parceiras que não me esquecem, um ano repleto de conquistas e sorrisos. Que 2018 seja generoso em evolução pessoal e em cultura para todos nós, não só na arte mas também na vida. 


Boas leituras*

Redes Sociais

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2017 Reading Challenge

Elphaba J has read 0 books toward her goal of 50 books.
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