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domingo, 30 de abril de 2017

Um dos melhores exemplos da grandiosidade do poeta e escritor brasileiro.

Título: A Rosa do Povo
Autor: Carlos Drummond de Andrade
N.º Páginas: 248
PVP: 15.90 €
ISBN: 9789896651701

Sinopse:
Inédito em Portugal, estes 55 poemas foram escritos entre 1943-1945, no decurso da 2.ª Guerra Mundial, a Guerra que mudou a Europa e também o Brasil. Este é o olhar do poeta brasileiro mais importante de sempre sobre um momento de transformação profunda e a sua obra mais extensa. A primeira obra de Drummond de Andrade é também o seu trabalho de maior expressão de lirismo social e modernista. 
Este conjunto de poemas aprofunda assuntos como a profunda mudança de mentalidade e o corte com o passado; a confusão gerada por estas mudanças; a urbanização supersónica da então capital brasileira, além do sofrimento causado pela Segunda Guerra Mundial. O sofrimento causado pela Guerra na Europa. É, por isso, um trabalho que reflecte um tempo sombrio. 

Sobre o autor:
Carlos Drummond de Andrade nasceu em 1902 em Itabira, estado de Minas Gerais.
Apontado como um dos mais importantes poetas de língua portuguesa do século XX, estreou-se na literatura em 1930 com a publicação de Alguma Poesia, a que se seguiram, nos cinquenta anos seguintes e até à sua morte, em 1987, Sentimento do Mundo (1940), A Rosa do Povo (1945), Novos Poemas (1948), para nomear apenas algumas das mais importantes obras que produziu. Contos de Aprendiz, publicado originalmente em 1951, constitui a primeira grande incursão do poeta no universo da prosa ficcionada. 
Nome incontornável da literatura brasileira, Drummond de Andrade morreu aos 84 anos no Rio de Janeiro. 

Saiba mais em: Companhia das Letras


terça-feira, 25 de abril de 2017

Um casanova incorrigível.
Uma leitora compulsiva que é uma bomba.

Título: Jogador Irresistível
Autor: Christina Lauren
N.º Páginas: 344
PVP: 17.50 €
ISBN: 978-989-754-047-9

Sinopse:
Quando Hanna Bergstrom ouve um raspanete do irmão superprotector, por estar a negligenciar a sua vida social para se dedicar apenas aos estudos, decide aceitar o desafio implícito que ele lhe lança: sair, fazer novos amigos, namorar… E quem melhor para a transformar na mulher fatal, que todos os homens irão desejar, do que o melhor amigo do irmão, Will Sumner, investidor de risco, sedutor, bonito e playboy sem cura?
Will corre riscos na profissão, mas tem reservas quanto ao desafio de Hanna… Até que, numa noite louca, a sua inocente mas sedutora aluna o leva para a cama – e lhe ensina uma ou duas coisas sobre como estar como uma mulher que ele não conseguirá esquecer. Quando Hanna descobre o seu próprio poder de sedução, é a vez de Qill provar que é o único homem que ela precisa.

Leia um excertoAqui

No terceiro livro da série Irresistível, um acordo entre um investidor de risco e uma grande apreciadora de livros transforma-se rapidamente numa versão pouco recomendável de My Fair Lady.

Da mesma série:
Cretino Irresistível - Opinião
Estranho Irresistível - Opinião

Sobre as autoras:
Christina Lauren é uma combinação dos nomes das duas parceiras/melhores amigas/almas gémeas desde há muito tempo Cristina Hobbs e Lauren Billings, autoras de bestsellers do New York Times e USA TODAY, como a série de livros Irresistível. Os seus livros estão traduzidos em 23 línguas. Desde sempre apaixonadas por romances, separadas pelo estado do Nevada, estas coautoras e melhores amigas falam uma com a outra várias vezes por dia, concordam que o verniz para as unhas Ruby Pumps é o melhor de todos e ficariam, se pudessem, o dia inteiro a olhar para o mar, no cais de San Clemente.

Saiba mais em: Marcador



segunda-feira, 24 de abril de 2017
Sinopse: 
Forçadas a fugir de Águas Santas para escapar à fúria de Tomás Rebelo, Leonor e Guida chegam ao porto de Lisboa e confrontam-se com Corvo, o famoso pirata sobre o qual se contam tantas lendas. Horrorizada com a descoberta de que é filha de Diogo, o Açor, Leonor decide disfarçar-se de rapaz quando Corvo a obriga a embarcar no seu navio, protegendo-se assim dos impulsos masculinos. Inconformada com o seu destino,
Leonor resolve fazer tudo para escapar aos piratas. Porém, com o passar do tempo, sente a herança do Açor a despertar dentro dela. O segredo que ensombra o passado de Corvo começa a inflamar a sua curiosidade, enquanto estabelece amizade com os homens que tanto temia. Conseguirá ela regressar a Águas Santas e desmascarar a perversidade de Tomás Rebelo, ou o apelo da liberdade e da aventura, conjugado com a vontade de conhecer o seu verdadeiro pai, tornar-se-á irresistível?

*Primeiramente, um muito obrigado à Sandra Carvalho por me enviar este título autografado, atenções destas fazem a diferenças mas, acreditem, em nada influenciam a minha opinião sobre o seu, já confirmado, talento.*

Começando vagarosamente e ganhando ritmo cadenciadamente, tal como um navio que anseia entrar no mar, insuflar as velas e atingir a velocidade perfeita para a sua viagem, o segundo livro das Crónicas da Terra e do Mar acabou por me conquistar ao longo do seu percurso e recordar-me os motivos por que sempre sugeri e gostei de Sandra Carvalho
Dando continuidade à história de Leonor e a sua companheira de fuga, Guida, a narrativa torna-se mais abrangente a outras personagens e oferece uma perspectiva interessante sobre piratas e a sua influência na História de Portugal. Uma vez mais, uma pitada de romance e magia tornam-se aliados de um texto que vai tendo momentos cativantes de acção, intercalados com os dilemas íntimos dos protagonistas. 

Após conhecermos a história de amor de Constança e Açor, a terra especial de Águas Santas e termos um primeiro olhar pelo lado mais negro da cobiça e da nobreza portuguesa, Filhos do Vento e do Mar apresenta-nos uma segunda geração de personagens e um novo cenário cativante para os que desejam saber mais sobre as conquistas marítimas e aqueles que davam as suas vias em alto-mar. 

Bastante diversificada no que respeita a intervenientes, ao longo na narrativa nem sempre foram os protagonistas a cativar-me o que, no entanto, não significou que de um modo geral não me tenham agradado. 
Leonor é, por vezes, um pouco infantil, uma verdadeira fidalguinha que vai encantando pela evolução que vai sofrendo, terminando maravilhosamente. Guida, por outro lado, irritou-me permanentemente, mesmo que compreenda o seu papel e consequentes actos. 
Já no que respeita aos piratas, Corvo em particular, conferiram ao texto um prazer muito singular, com cada um deles, cada uma destas caricaturas, a marcar por particularidades que facilmente fascinam os adeptos de aventura – a Sandra esteve muito bem. 

Aliás, intervenientes à parte, creio que esta é uma obra que dentro do seu género se encontra muito bem trabalhada por parte da autora, valorizando os vários pontos-chave em que se destaca e colocando-a, efectivamente, entre as minhas eleitas desta Sandra Carvalho.

Existe algo de absolutamente fascinante na pirataria, talvez seja o perigo, talvez seja as muitas lendas que lhes estão associadas, quem sabe, até, não é a ousadia e o pecado das suas meras existências, a verdade é que a autora soube explorar cada um destes pormenores, fazendo-me vibrar com as quezílias a bordo, os segredos, os riscos e as histórias contadas a meia-luz regadas de hidromel – o imaginário visual toma facilmente conta do leitor. 

Paralelamente ao cenário mágico em alto-mar e a própria fantasia, leve, que a escritora atribui às suas histórias, o enredo conseguiu prender-me por si mesmo, entre o passado e o presente, pela perspectiva de Leonor mas, principalmente, por Corvo, ambos com antecedentes interessantes e promessas de futuro cativantes – dramas familiares, traições e romances que enlaçam página após página. 

Além do que já vos contei, como referi anteriormente, o leitor pode contar ainda com pedaços da nossa História que conferem veracidade ao que nos é contado. Ou seja, este é um romance que se situa entre o extraordinário, lusófono e young adult mas, ainda assim, abrangente a um público diversificado e que rivaliza com o que se escreve além-fronteiras.

Uma obra de que gostei muito e que sugiro, sem restrições, a todos os fãs de uma aventura em contexto histórico. 

Livro anterior: 
O Olhar do Açor Opinião

Título: Filhos do Vento e do Mar
Autora: Sandra Carvalho
Género: Romance Fantastico; Histórico; YA
Editora: Editorial Presença




sexta-feira, 14 de abril de 2017

Com o fantástico apoio Editorial Presença, hoje venho anunciar um novo vencedor no blogue. 


Para sorteio estava disponível um exemplar do título Filhos do Vento e do Mar da autora Sandra Carvalho, o segundo livro das Crónicas da Terra e do Mar. Uma história maravilhosa sobre a descoberta dos Açores.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve. 

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

6* Sandra Couto, Ribeirão

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Presença por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo. 
Boas leituras*



quinta-feira, 13 de abril de 2017

Olá queridos leitores, 
É com imenso prazer que hoje vos trago um novo passatempo! 


Atenção: Este livro, meu, foi-me oferecido em duplicado por amigos e é daqueles que estou ansiosa para ler. Encontra-se como novo.

Para sorteio, está então disponível um exemplar do livro As Raparigas de Emma Cline, uma publicação Porto Editora.

Para se habilitarem a este exemplar, terão unicamente de responder às fáceis questões abaixo colocadas, ter em atenção as regras de participação e ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
A partilha do link nas redes sociais não é obrigatória, mas se o fizerem podem participar novamente – uma vez por dia.

Boas leituras*

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 7 de Maio de 2017 (domingo).
2. Ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!


sábado, 8 de abril de 2017

A estreia mais selvagem, magnética e perturbadora dos últimos anos.
As Raparigas, da jovem americana Emma Cline, oferece-nos uma reflexão perturbadora sobre uma das seitas que mais chocou a América.

Título: As Raparigas
Autor: Emma Cline
N.º Páginas: 272
PVP: 16.60 €
ISBN: 978-972-0-04821-9

Sinopse:
Califórnia. Verão de 1969. Evie, uma adolescente insegura e solitária, avista um grupo de raparigas no parque e fica fascinada com a aura de abandono que as envolve: vestem-se de forma descuidada, andam descalças e parecem levar uma existência feliz à margem das convenções. Dias depois, Suzanne, uma das raparigas, convida Evie a acompanhá-la até às montanhas, ao rancho isolado onde vive numa comunidade organizada em torno de Russell, músico frustrado e líder carismático. Desesperada por ser aceite, Evie mergulha numa espiral de drogas e amor livre. Porém, à medida que se vai afastando da mãe e das rotinas da vida, e à medida que a sua obsessão por Suzanne se intensifica, Evie não se apercebe de que está a um passo de uma violência inimaginável, a caminho daquele momento na vida de uma rapariga em que uma simples escolha pode determinar o futuro.

Um retrato excecional da fragilidade adolescente, uma reflexão sobre as decisões que nos marcarão toda a vida e uma evocação daqueles anos de paz e amor em que germinava um lado obscuro…


«Cativante […] a forma como Emma Cline traça habilmente a topografia do coração devastado da adolescência.» - The New York Times Book Review
«Romances de estreia como este são raros […]. A capacidade de Emma Cline em articular as ansiedades da adolescência, numa linguagem poética que não deturpa a autenticidade da consciência de uma adolescente, é sem dúvida o maior mérito deste romance.» - The Washington Post
«Uma autora que entende as coações tácitas subjacentes a qualquer relação. Um romance tenso, duro e profundo.» - The Guardian
«Elegante e inteligente, extraordinariamente bem escrito, com frases deslumbrantes. Emma Cline é uma estilista de grande talento.» - The New Yorker

Sobre a autora:
Emma Cline nasceu em Sonoma, na Califórnia, em 1989. Trabalhou como leitora para o The New Yorker e tem publicado textos de ficção em revistas como Tin House ou a The Paris Review, que em 2014 a galardoou com o Plimpton Prize. As Raparigas, o seu primeiro romance, tem recebido uma grande aceitação internacional, tendo os direitos de tradução sido negociados já para 25 países, prevendo-se também uma adaptação cinematográfica pela mão do produtor Scott Rudin.

Saiba mais em: Porto Editora

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Terminou mais um passatempo no blogue e é chegada a hora de anunciar um novo vencedor. 


Para sorteio, está então disponível um exemplar do livro Se Eu Ficar de Gayle Forman, pertencente à colecção Noites Claras da Editorial Presença.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve. 

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

322* Joana Ferreira, Mem Martins

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Presença por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo. 
Boas leituras*



segunda-feira, 3 de abril de 2017
Sinopse: 
Quando a detetive Helen Grace encontra a vítima no chão, presa a uma cadeira, percebe que não se trata apenas de um jogo sexual que terminou mal - as provas demonstram que o agressor dispusera dos meios para libertar o seu refém, mas decidira não o fazer. Ao remover a fita adesiva do rosto da vítima, Grace reconhece-a: trata-se de alguém com quem mantinha um relacionamento de que ninguém pode saber.
Helen inicia uma autêntica caça ao assassino, ao mesmo tempo que luta por manter a sua vida privada em segredo. Contudo, as várias pistas seguidas revelam-se infrutíferas, e surge um novo homicídio.
Travando uma batalha contra o tempo, Helen enfrenta uma escolha impossível: confessar os seus segredos mais obscuros e perder o controlo do caso, ou ocultar a verdade e arriscar-se a cair numa armadilha.

Não sendo eu uma leitora inveterada de policiais fui, indiscutivelmente, conquistada pelo inegável talento de M. J. Arlidge. Convenhamos, não importa o género, se um enredo, paralelamente às suas personagens, for bom para mim é muito difícil resistir à sua história e a série Helen Grace arrebatou-me desde o primeiro momento. 

Com os seus capítulos curtos e o nível de acção intenso a que já habitou os leitores, a nossa narrativa retorna com mais um assassino arrepiante e a promessa de aprofundar e explorar várias problemáticas até então só levemente abordadas. 
A vida pessoal da nossa inspectora está novamente interligada com os crimes e cada novo acontecimento, perturbador, vai tornando o seu dia-a-dia, pessoal e laboral, mais inquietante. Na Boca do Lobo leva aos limites aquela que tantas vezes viu de perto a morte e termina com a promessa de que, doravante, nada será como antes.

Confesso-vos que para mim é um pouco difícil falar deste livro sem cometer spoiler, afinal trata-se do quinto da série e os desenvolvimentos estão directamente ligados com personagens e acções anteriores. Assim, perdoem-me não vos disser muito, no entanto acreditem que esta é uma história que vão querer acompanhar. 
Indiscutivelmente uma lutadora, perspicaz e resiliente, Helen não perde as suas maiores qualidades, mesmo ao longo destas páginas que a vão tornando cada vez mais frágil. Todos temos segredos e os desta grande protagonista, que o leitor já conhece, ameaçam ser contados aos que lhe são próximos  o que nos faz perceber, claramente, que deveriam ser apenas seus  – a ansiedade é constante.  

As personagens secundárias, muitas delas já bem conhecidas, têm papéis extremamente relevantes e acabam por ser elas a conduzir o desfecho deste texto. Eu nunca gostei da Garanita mas agora, agora odeio-a profundamente. Aliás, de uma forma geral todos intervenientes, incluindo a boa Charlie, revelam a pequenez humana, a cegueira face às evidências daquele que é um puzzle extremamente bem montado.

Revelando o lado mais cru do BDSM, achei interessante a perspectiva desenvolvida deste universo actualmente tão romantizado. Obviamente que eu já tinha percebido que por detrás deste fascínio pelo prazer vs. violência tendem a haver traços psicológicos e emocionais singulares, no entanto os retratos e pormenores oferecidos durante a investigação contribuíram para um novo olhar e atenção para esta prática. 
Ainda em relação a temáticas, afectivas, agradou-me a forma como os diversos sentimentos de amizade, raiva ou inveja foram provocando mutações nos intervenientes, nublando laços que pareciam tão especiais e mostrando o quão frágeis são as relações e o quão influenciáveis podemos ser. 

De um modo geral, gostei tanto desta obra como das antecedentes, uma vez mais o autor conseguiu diversificar na abordagem ao thriller, policial, surpreendendo com a forma retorcida de revelar novos cenários de crimes e o culminar de mais este capítulo entusiasmante.

Como sempre, fico ansiosa por ler o próximo livro da série, O Anjo da Morte, já publicado pela Topseller. Uma escolha assertiva que recomendo sem restrições. 

Da mesma série, no blogue: 
Um, Dó, Li, TáOpinião
À Morte Ninguém EscapaOpinião
A Casa de BonecasOpinião
A Vingança Serve-se QuenteOpinião

Título: Na Boca do Lobo
Autor: M. J. Arlidge
Género: Policial; Thriller
Editora: Topseller



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