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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
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sábado, 31 de janeiro de 2015

Estou tão orgulhosa de mim, a fazer esta publicação atempadamente. Nem pareço eu, aliás, pareço sim! 2015 está a despertar o meu verdadeiro Eu, responsável e dedicado, atento e… bem, um Eu com algum tempo a mais que é coisa que nunca costumo ter.


Para quem nunca viu esta rubrica, espreitem aqui.

Janeiro foi um mês agradável, com a primeira metade muito agitada e a segunda já bem mais relaxada, infelizmente com pouca inspiração e com algumas leituras um pouco mais lentas do que é usual para mim. Acontece.
No entanto, li dois livros excelentes e as leituras em geral foram bastante satisfatórias. Reuni-me com pessoas que não via há demasiado tempo, literariamente falando, e chegaram-me à estante livros que desejava muito, alguns deles há muito tempo mesmo! Mas adiante, vamos há Salganhada, que é isso que querem ver – digo eu!

Sonhos & Sobejos
Nesta foto está o que eu sonhei para Janeiro. (Antes)

Aqui podem ver o que ficou por concretizar. (Depois)

Os livros ao alto são opiniões que ficaram por fazer e, como podem constatar pelo “depois”, fiquei com um total de 4 pendentes o que, confesso, me deixa satisfeita comigo mesma.
Já no que respeita a leituras, os livros na horizontal, as coisas não correram assim tão bem. Tal como previa chegaram novos meninos às estantes e um deles acabou por fazer parte das leituras de Janeiro. Assim, dos 10 livros que eu queria ler, apenas terminei 3 e estou actualmente a ler o 4.º. Li ainda um dos novos habitantes mas estes resultados são muito, muito fracos para o meu gosto!

Tudo ao Molho
(Nem tanto assim que por cá tratamos bem os livros.)
Nesta foto estão as minhas aquisições de Janeiro, 9 ao todo, muito mais do que eu previ vir a adquirir mas não vão ouvir-me a queixar-me.

Tal como no mês antecedente, os livros na vertical foram enviados por editoras a quem agradeço profundamente cada um dos exemplares.
Editorial Presença – A muito bem-vinda sequela de Entre o Agora e o Nunca que já li (Opinião) e simplesmente amei e uma nova série de fantasia inspirada no mítico mago Merlin, ainda não li mas está por dias… é o próximo!
Planeta Manuscrito – Desta minha estimada editora vieram duas autoras que eu adoro, Emma Wildes e Megan Maxwell. Não sendo extraordinárias, proporcionam-me sempre excelentes momentos de entre páginas e até há data ainda não desiludiram.
E ainda, o livro Contagem Decrescente do autor Bruno Franco, que tentarei ler no próximo mês

E na horizontal encontram-se compras e ofertas. Sim! Sim!
Destes 4, O Pintassilgo estava prometido desde o natal e veio como prenda dos pais por uma meta pessoal atingida, fiquei mesmo feliz! Agora não sei é quando é que o vou ler, é enorme. O Maus é um namoro antigo e num alto de rebeldia trouxe-o para casa – rebeldia... bastou uma amiga dizer, “vá compra” que eu nem pensei duas vezes –, e os livros em inglês vêm de opiniões que fui lendo/ouvindo na web.


O Mais Desejado

Este foi difícil de escolher este mês. Eu adorei e fiquei muito, muito feliz mesmo por ver publicada a sequela de Entre o Agora e o Nunca, mas a verdade é que andava tão na lua que nem me apercebi que tal ia acontecer até ao momento em que ele me caiu no colo. Já o Stitching Snow, God!
Eu tive um mês há espera deste livro, já pensava que ele não vinha e estava a desesperar. *Sim, ele soube fazer-me sofrer!*
É um livro que quero muito ler e foi comprado a um preço extraordinário por isso vou dar-lhe o pódio – espero que não me desiluda.


Coisas Boas
(Não, eu não colecciono só livros, mas também tudo o que está associado aos meus adorados.)

Este foi mais um mês rico em marcadores. Gosto imenso daquele que me foi enviado pelo Book Depository, dos da Morrighan (alusivos ao 6.ª aniversário do seu blog) e do da Megan Maxwell, Planeta, que está impresso dos dois lados.

Opiniões

O Museu | Susan Verde (Opinião)
Sapatinhos de Chocolate | Trisha Ashley (Opinião)
À Beira do Lago Encantado | Barbara Catland (Opinião)
Reencontro em Barcelona | Elizabeth Adler (Opinião)
Entre o Agora e o Sempre | J. A. Redmerski (Opinião)
O Cavalheiro Inglês | Carla M. Soares (Opinião)
A Todos os Rapazes Que Amei | Jenny Han (Opinião)
Astérix e os Normandos | René Goscinny & Albert Uderzo (Opinião)

Apesar das parcas leituras, fiz o número mínimo de opiniões que desejo publicar por mês, 8, por isso não me vão ouvir queixar-me novamente. Tudo bem, algumas opiniões com a de O Museu ou das Aventuras de Astérix são pequenas mas valem para mim, por isso – pulinhos de contentamento.
Favorito opinado: Entre o Agora e o Sempre, sem margem para dúvidas. Este livro é maravilhoso, eu adoro o casal principal e vibro imenso com a sua história.
Desilusão opinada: À Beira do Lago Encantado, esperava muito mais desta autora.


Sonhadora
(Sim sou, muito, e literariamente falando pior ainda!)


Muito bem, isto é um abuso mas Sonhadora implica que eu possa sonhar, certo? A verdade é que quero muito ler todos os livros que estão na fotografia e quero lê-los para ontem. Analisando a imagem…
Os livros na vertical do lado esquerdo são, como já sabem, opiniões por fazer. Acho que vou conseguir fazer todas elas em breve, embora o título Herdeiros do Ódio esteja a dar comigo em doida. É uma história extraordinária, 5 estrelas, mas nem sei por onde começar a falar sobre ela.

Em cima da mala, à direita, está tudo o que eu quero ler, incluindo a minha actual leitura ao cimo. Já sei que vai ser meio impossível mas tenho mesmo que tentar. Ao alto, estão os dois livros que quero ler em inglês, Ilusions of Fate e Stitching Snow, bem como duas bandas desenhadas, as que me faltam ler da série Scott Pilgrim – já sabem que o adoro.

Ao fundo, quase escondidos, estão ainda mais alguns livros que eu gostaria de ler e em que eventualmente posso pegar mas… vai ser difícil, mais ainda porque Fevereiro vai ter algumas novidades que me chamam muito à atenção e, como sempre, as minhas escolhas actuais podem sofrer alterações.

Mais Coisas
Passatempo até dia 8 de Fevereiro, para comemorar 2000 Gostos no Facebook (aqui). Podem participar as vezes que quiserem mediante partilha na rede social. 
Desafios 2014 – Resultados (aqui)
Desafios 2015 (aqui)
Leituras de 2014 (aqui)
Leituras de 2015 (aqui)

Em Suma
Janeiro foi bom, não foi excelente mas se todos os meses fossem como este eu já era uma blogger satisfeita. Espero em Fevereiro andar mais inspirada para escrever opiniões e voltar a ter o ritmo de leitura que tinha antigamente, quando me conseguia sentar a ler durante horas, quando o fazia com quase tanta necessidade como a de respirar. Ultimamente, sinto que poucos livros me prendem, despertam em mim o desejo desenfreado de ler, portanto espero que Fevereiro me dê algum desse gozo, esse clique que fez de mim uma blogger ansiosa por ler e falar sobre livros.  

Boas leituras*


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Sinopse:
Os Normandos vêm do Norte para que os Gauleses lhes ensinem o que é o medo e, por uma vez, os Romanos não são os maus da fita. A música «moderna» de Cacofonix será a chave da aventura, de tal modo que o bardo até é autorizado a participar no banquete final.

Nem me consigo lembrar da última vez que tinha pegado num livro do da colecção Astérix mas, muito provavelmente, tinha menos quinze anos do que aqueles que tenho agora e devo ter lido uma dezena exemplares de uma só vez – não me perguntem quais.
Este menino é habitante do meu lar por causa do meu pai, que no passado era viciado em BD. Para terem noção, esta é uma impressão de 1973, da adolescência da minha mãe, do tempo em que, segundo me conta o meu estimado pai, lia os livros repetidamente enquanto aguardava, ansioso, pela publicação do próximo. (Curiosidades.)

Adiante. Com sabor a saudade, li Astírix e os Normandos para tentar compreender um pouco o passado deste povo para uma cadeira de Cultura Medieval, mas, sinceramente, o que acabou por acontecer foi meia hora de divertimento puro com o olho clínico abandonado, trocado pelo prazer da leitura e observação.

A história não poderia ser mais hilariante, ela própria um trocadilho típico dos que Goscinny costuma fazer com os seus diálogos peculiares que nos deixam sempre na expectativa relativamente ao quanto ainda nos irá surpreender. E em relação ao verdadeiro herói desta história... bem, esqueçam os melhores amigos, a dupla que marca gerações, porque também ele é o mais improvável possível.

Como alude a sinopse, os normandos são uns bravos, eu devo dizer selvagens, que não conhecem o medo e – pasmem-se – querem conhecer esse sentimento, resolvendo então fazer uma incursão à famosa Aldeia Gaulesa. Bem, o que o leitor sabe e os normandos não é que os gauleses, com a sua poção mágica, não são muito dados a medo – são loucos! – e assim começa mais uma aventura, 50 anos antes de Jesus Cristo.

No que respeita a personagens, Obélix e Astérix dispensam comentários, um mais tonto que outro, mas sempre no seu melhor, mas quem eu adorei rever foi Assurancetourix (actualmente Cacofonix) e Melenix, o moderno e convencido sobrinho do chefe que vai para a aldeia para ser educado e acaba por ajudar à festa.

Enfim, através de traços de Uderzo que já são uma imagem de marca, o leitor encontrará mais uma história bem concretizada, com a animação habitual e todas as alusões culturais da praxe que deixam rendidos os milhares de fãs destes maravilhosos gauleses.


Podem encontrar estas e outras aventuras, actualmente, editadas pelas ASA, páginas que eu recomendo a leitores de todas a idades que procurem entretenimento de qualidade.

Título: Astérix e os Normandos
Autor e Ilustrador: René Goscinny & Albert Uderzo
Género: BD; Comédia
Editora: ASA


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Sinopse:
«Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei – cinco, ao todo.
Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»

Doce, leve e divertido, com uma premissa adorável e uma protagonista tão surpreendente quanto encantadora, este é dos romances young adult que mais prazer me deu ler nos últimos tempos.

Jenny Han tem em mim uma fã na sua belíssima história sobre o amor jovem, mas também sobre o desamor, sobre a família e sobre a amizade; na sua história sobre a impulsividade e a ternura de existências repletas de hormonas, repletas de infinitas possibilidades entre princesas e heróis divididos, quando confrontados com a realidade e ainda perdidos na sua inocência. É uma história com todos os condimentos, com todas as incertezas e as alegrias, com as explosões e os gritos e as lágrimas típicos de quem amadurece, de quem cresce, de quem procura apenas ser feliz. 

Quem nunca se apaixonou? Melhor, quantas vezes se apaixonou o leitor durante a adolescência?
Lara Jean apaixonou-se cinco vezes e cinco vezes escreveu uma carta íntima, tão sua e tão singular que nunca deveria ter sido lida por ninguém. Foram cinco as cartas de despedida, cartas de emoções desgarradas para lavar a alma e ressuscitar o coração, cinco cartas que serão libertadas num momento de mudança crucial na sua vida e que a deixarão à beira da loucura, alterando completamente o rumo do seu âmago e dando início a uma narrativa absolutamente deliciosa.

As personagens, de um modo geral, são todas atractivas, mas a principal é qualquer coisa de fenomenal. Lara Jean é a protagonista, é perfeita porque conseguiu despertar em mim todo o tipo de sentimentos ao longo do texto. Eu irritei-me com ela, compadeci-me de si e a maior parte do tempo considerei para lá de querida, adorável, o tipo de miúda com quem passaria horas a conversar sem nunca me cansar da sua personalidade forte, das suas peculiaridades e do seu jeito, às vezes torto, de quem aprende a amar. Ela é verdadeiramente uma grande personagem a que nenhum leitor ficará indiferente com os seus traços tão singulares. 
Depois existe a Margot e a Kitty, as irmãs de Lara Jean, que completam o trio das Meninas Song. Creio que me desiludi com Margot na mesma medida que a protagonista, pois ela era um exemplo, a mais madura, mas ao viajar algo mudou, a perspectiva com que era amada partiu e algo se quebrou com a sua ausência. Já Kitty foi um extra maravilhoso, eu queria tanto ter uma irmã de nove anos como ela! Teimosa e irritante, mas jamais aborrecida, fez da vida de Lara Jean uma aventura a valer e quero muito ver como se comporta no próximo livro – sim, há continuação com publicação prometida pela Topseller.


Ainda no que respeita aos intervenientes, não fosse o título deste livro A Todos os Rapazes Que Amei, os meus afectos foram-se alterando com o folhear, exceptuando pelo papá, grande homem. Mas em relação aos jovens, Peter e Josh, tenho medo de cometer algum spoiler, pelo que digo-vos apenas que estiveram ambos muito bem no seu papel, ora deixando-me numa pilha de nervos – como tão bem sabe fazer o sexo oposto –, ora insuportavelmente doces e irresistíveis. Existem outros, colegas e etc., mas não creio que valha a pena nomeá-los.

Quanto às problemáticas são todas aquelas que dizem respeito à adolescência, às primeiras paixões e à família. Não há nada de particularmente dramático, creio que a magia desta história que é – acreditem – extraordinária, está nas personagens, na forma como estas tocam o leitor e o embalam, de forma encantatória, nos seus pequenos enredos singulares.
Sinceramente, o mérito está todo na escrita de Jenny Han, que faz com que quem lê viva fervorosamente na pele das vidas ficcionais, torcendo e amando por elas, quase desejando lá estar para lhe segurar a mão ou dar aquele empurrão crucial.

Para terminar, apesar de não ter dito muito porque não há, efectivamente, muito a dizer que não seja demasiado para quem não leu ou que devam saber para vos preparar para esta leitura… o livro é divertidíssimo, é muito bom mesmo. Está cheio de pormenores engraçados e curiosos, momentos hilariantes e banais nos quais se irão rever. Enfim, deixem-se apaixonar, esta história merece.

Esta é uma aposta cinco estrelas da Topseller, que me convence e conquista publicação após publicação, recomendável a todos os adeptos de romance, em particular aos fãs de narrativas com personagens jovens adultas.


Título: A Todos os Rapazes Que Amei
Autora: Jenny Han
Género: Romance; Young Adult
Editora: Topseller





Um romance de Emma Chase que conquistou a crítica internacional e nacional pela originalidade da relação ser abordada do ponto de vista… masculino. Tem a certeza de que quer saber como pensam os homens?

Título: Enrolados
Autor: Emma Chase
N.º Páginas: 224
PVP: 15.98 €
ISBN: 978-989-880-003-9

Sinopse:
Ela é linda e ambiciosa. Ele é atraente e convencido. Juntos formam um par incrível. Mas algo inesperado vai deixá-los enrolados em mal-entendidos sem fim!
Katherine Brooks sempre foi metódica e cautelosa. Até ao dia em que conheceu Drew Evans, o seu atual namorado, um homem persistente e muito seguro de si.
Juntos formam um casal ambicioso, dedicado às suas carreiras, mas que nunca perde uma oportunidade para desfrutar das delícias da vida a dois. Até que surge um contratempo que abala a relação, e o conto de fadas transforma-se numa crise conjugal.
Ela muda-se para casa da mãe, e ele faz tudo, mas mesmo tudo, para a esquecer? Poderá uma série de mal-entendidos pôr fim ao romance mais tórrido de sempre?

Leia um excertoAQUI


Enrolados é a tão esperada continuação de Envolvidos, que segue a história sexy e hilariante de um casal, Katherine e Drew, que vive enredado nos sobressaltos e nas peripécias do amor.

Livro anterior:
Envolvidos (Opinião)



Sobre a autora:
Emma Chase é uma escritora norte-americana, autora dos livros Envolvidos (Tangled) e Twisted, bestsellers do New York Times e do USA Today.
Vive com o marido e com os seus filhos em New Jersey.
Mais sobre a autora em: www.emmachase.net!

Saiba mais em: Topseller


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015



Eu gostei imenso deste livro, imenso. Sei que a definição é coloquial, mas é tão fofinho. *.*

As personagens são adoráveis e o enredo acaba por ser muito divertido. Espreitem o book trailer da Topseller.



É momento de anunciar o resultado de mais um adorável passatempo, desta feito com o fantástico apoio Topseller.


Para sorteio encontrava-se disponível um exemplar do livro A Todos os Rapazes que Amei de Jenny Han .
Um romance extraordinário que já apaixonou esta vossa leitora!

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

104* Sílvia Caseiro, Castanheiro do Sul

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de excelentes leituras.
E o meu muito obrigado à Topseller por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.
Boas leituras*

Saiba mais em: Topseller





Título: A Cada Dia
Autor: David Levithan
N.º Páginas: 288
PVP: 16.59 €
ISBN: 978-989-880-010-7

Sinopse:
A cada dia um novo corpo. A cada dia uma nova vida. A cada dia o mesmo amor pela mesma rapariga.
A cada dia, A acorda no corpo de uma pessoa diferente. Nunca sabe quem será nem onde estará. A já se conformou com a sua sorte e criou regras para a sua vida:
Nunca se apegar muito. Evitar ser notado. Não interferir.
Tudo corre bem até que A acorda no corpo de Justin e conhece Rhiannon, a namorada de Justin. A partir desse momento, as regras de vida de A não mais se aplicam. Porque, finalmente, A encontrou alguém com quem quer estar a cada dia, todos os dias.

Leia um excerto – AQUI


«Este é um livro brilhante que vais adorar.» - John Green
«Num livro original, engraçado, e dolorosamente honesto, David Levithan explora brilhantemente o dilema adolescente de não se sentir bem na sua pele e não saber onde pertence. Eu não li A Cada Dia, eu devorei-o.» - Jodi Picoult

Sobre o autor:
David Levithan é autor e editor. Conta no seu currículo com muitas obras em nome próprio e várias parcerias como Will & Will, com John Green, ou Nick and Norah’s Infinit Playlist, com Rachel Cohn.
A Cada Dia é um dos seus trabalhos mais aclamados e finalista dos seguintes prémios: YALSA Teens' Top Ten (2013), Abraham Lincoln Award (2014), Andre Norton Award (2012), Cybils Awards for Fantasy & Science Fiction (Young Adult) (2012), YALSA Best Fiction for Young Adults Top Ten (2013).
Mais sobre o autor em davidlevithan.com

Saiba mais em: Topseller





Tudo acontece na noite de natal, onde uma inesperada tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para insuspeitos encontros românticos. Três histórias, oito raparigas e rapazes e mais uns quantos caminhos vão cruzar-se em Quando a Neve Cai.

Título: Quando a Neve Cai
Autores: John Green, Maureen Johnson, Lauren Myracle
N.º Páginas: 320
PVP: 17.69 €
ISBN: 978-989-862-691-2

Sinopse:
Numa cidade isolada por uma das maiores tempestades de neve dos últimos cinquenta anos, três histórias, oito raparigas e rapazes e mais uns quantos caminhos vão cruzar-se num romance brilhante, mágico e divertido, a que não faltarão fragmentos de amor, laços de amizade, uma maratona de filmes do James Bond e beijos muito apaixonados.
Um livro escrito a três mãos, num romance brilhante e mágico para os amantes de histórias de amor e aventuras.

Leia um excerto – AQUI


«Com um  enredo bem estruturado, cada ponta solta deixada por um autor é devidamente atada pelo que se lhe segue. Uma leitura maravilhosa para qualquer altura do ano.» - Booklist

«Este livro é, sem dúvida, um dos meus livros preferidos. Na realidade é um livro mais que perfeito. Quando a Neve Cai será a minha leitura de Natal por muitos anos, e tenho a certeza de que se lerem este livro maravilhoso também virá a ser a vossa?» - The Guardian

Sobre os autores:
John Green (EUA, 1977) é o autor bestseller do New York Times dos livros A Culpa É das Estrelas, O Teorema de Katherine, À Procura de Alasca (Edições Asa) e Cidades de Papel (Editorial Presença). É também coautor, com David Levithan, de Will e Will (Edições Asa) e de Quando a Neve Cai, com Maureen Johnson e Lauren Myracle. Foi vencedor dos prémios literários Michael L. PrintzAward, Edgar Award e recebeu por duas vezes o Los Angeles Times BookPrize. Os seus livros já foram publicados em cerca de trinta países.
Maureen Johnson (EUA, 1973) é autora bestseller de vários livros, entre os quais se destacam The Name of the Star (nomeado para o Edgar Award), 13 Little Blue Envelopes, Devilish, Girl At Sea e Suite Scarlett.
Lauren Myracle (EUA, 1969) é autora de vários livros para jovens e jovens adultos, incluindo os bestsellers do New York Times Thirteen bem como ttyl (talk to you later) e ttfn (ta ta for now), da série The Internet Girls.

Saiba mais em: Topseller



Gosto de pensar que tardo mas não falho meus queridos leitores e este passatempo, com o magnífico apoio Marcador, não poderia ficar esquecido!



Para comemorar termos ultrapassado a meta dos 2000 Gostos no Facebook, está disponível para sorteio um exemplar do livro A Seleção de Kiera Cass.
Este exemplar é o mesmo que eu li e amei. É, portanto, em segunda mão mas como novo… prometo-vos.

Podem encontrar a vossa resposta – aqui.

*Como já aconteceu anteriormente nos passatempos para comemorar as metas atingidas no Facebook…*
As regras deste passatempo são um pouco diferentes do habitual. Como sempre, têm que ter atenção as regras de participação e serem seguidores do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue, mas mediante partilha do link no Facebook podem participar as vezes que quiserem. Ou seja, sem partilha podem participar uma vez e com partilhas as vezes que quiserem. Parece-vos bem?


1. Passatempo válido até 23h59 do dia 8 de Fevereiro de 2015 (domingo).
2. Ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.

7. Boa Sorte!


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Ao contrário do que se tem verificado em anos anteriores, em 2015 resolvi não me propor a nenhum objectivo em particular exceptuando, obviamente, o desafio promovido pelo Goodreads.

Optei por uma meta menor que nos anos anteriores, 100 livros em vez dos habituais 120… como podem constatar pela imagem abaixo já estou atrasada – eu sei, não existo!



Mais alguém por aqui que também tenha uma meta no Goodreads
Quantos livros costumam ler por ano?


Boas leituras*



A pouco e pouco vou arrumando o blog para o novo ano que começa e, nada melhor, do que ir publicando os resultados em atraso de passatempo. Assim, com o maravilhoso apoio Marcador, anuncio hoje o vencedor de mais um sorteio no blogue.


Para sorteio encontrava-se um exemplar do título Homeland - Segurança Nacional de Andrew Kaplan.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

152* Bete Fernandes, Vialonga

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Marcador por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.
Boas leituras*

Para comprar o livro Homeland - Segurança Nacional, clique aqui.


domingo, 25 de janeiro de 2015

Sinopse:
PORTUGAL. 1892. Na sequência do Ultimato inglês e da crise económica na Europa e em Portugal, os governos sucedem-se, os grupos republicanos e anarquistas crescem em número e importância e em Portugal já se vislumbra a decadência da nobreza e o fim da monarquia.
Os ingleses que permanecem em Portugal não são amados.
O visconde Silva Andrade está falido, em resultado de maus investimentos em África e no Brasil, e necessita com urgência de casar a sua filha, para garantir o investimento na sua fábrica.
Uma história empolgante que nos transporta para Portugal na transição do século XIX para o século XX numa descrição recheada de momentos históricos e encadeada com as emoções e a vida de uma família orgulhosamente portuguesa.

São raras as vezes em que decido provar as palavras de um autor português e quando o faço, confesso, é gratificante sentir a singular alma lusitana. Carla M. Soares consegue transmiti-la na perfeição.
Com vocabulário e emoções tão nossas, O Cavalheiro Inglês é um retrato do Portugal de outrora onde o leitor se irá rever, num contexto social e político, é uma história de amor e de pessoas que se procuram num país perdido e que, num eterno ciclo à deriva, se encontram nas suas pequenas convicções.

Com um começo morno que prometia tudo o que encontrei páginas mais tarde, esta é a narrativa de uma família portuguesa à beira da falência após o Ultimato Inglês mas, mais importante, é a narrativa de um jovem descrente nas suas raízes e que busca, incerto, novas razões para lutar, é a narrativa de uma filha educada para casar e representar o seu nobre papel, que irá romper com as conveniências, e, também, a narrativa de um inglês, misterioso, que tocará o berço da sociedade e ao qual nenhum Silva de Andrade conseguirá ficar indiferente. Esta é uma narrativa de duques, condes e viscondes, de Sebastião, Sofia e Robert, é uma narrativa que poderia estar por detrás do passado de qualquer um de nós.

Embora se trate claramente de um romance, a ribalta do enredo é dividida entre a história de uma época controversa que ainda hoje espelha a nação e personagens fortes, bem construídas e com uma agradável evolução ao longo de todo o texto.
Sofia, a protagonista, apresenta-se como a menina mimada que foi criada para ser até ao dia em que se vê confrontada com um noivado indesejado que pode salvar a sua família. Daí por diante, aguçando a sua curiosidade e escapando do mundo cego e protegido em que sempre viveu, cresce consideravelmente até ao seu culminar, como mulher madura, próxima como nunca ousou de um cavalheiro inglês. Sebastião, o seu irmão, por outro lado, é marcado por uma teimosia constante, é fruto da decadência crescente que atingiu monarquia elitista e que se rebelou na necessidade de agir, por vezes de forma inconsequente, para fazer frente à impotência. E Robert, por último, é o prometido anunciado no título, um homem rico de vários rostos, convicto no seu querer e inteligente para chegar onde deseja por todos os meios que tem ao seu dispor. Não são, de todo, personagens perfeitas e imaculadas, são bastante humanas nas suas qualidades e defeitos, conseguido tocar e despertar diversas emoções no leitor.

Existem ainda diversas personagens secundárias interessantes que, para além de influenciarem o rumo da trama no habitual jogo entre intervenientes, introduzem temáticas importantes, são disso exemplo Amélia, o duque de Almoster, Fernanda e os próprios viscondes Silva de Andrade.

Como frisei anteriormente, o retrato e a contextualização histórica de época é apresentado com elevado esmero, existindo a apresentação da situação política e dos factores que levaram à revolta popular que antecedeu a queda da monarquia; paralelamente, Lisboa está representada com uma beleza e mapeamento encantadores, deixando claras as discrepâncias sociais e os hábitos comuns, as modas e a miséria a que os diferentes estratos estavam expostos perante a recente lucidez de Sofia.


Igualmente clara foi a preocupação, por parte da autora, em mostrar várias das muitas problemáticas que abundavam na nobreza representada, indivíduos maioritariamente alimentados pelo nome e imagem, submetidos a casamentos por conveniência, movendo-se com restrições e dotados de uma falta de visão para com o mundo circundante, vergados sob o peso económico e social imposto que, agradavelmente, foi muitas vezes abordado por intervenientes secundários, visionários no seu tempo.

Eu já conhecia a escrita de Carla M. Soares e tinha expectativas quanto às maravilhosas palavras que iria encontrar, não me desiludi. São notáveis os melhoramentos relativamente à minha anterior leitura, quer na forma como desenvolve com naturalidade o enredo, quer na caracterização das suas personagens. É, efectivamente, uma autora em ascensção.

Esta é uma posta Marcador, na sua colecção de livros RTP, que aposta assertivamente em talentos nacionais. Uma história que recomendo aos amantes de romance de época, com uma base história.


Título: O Cavalheiro Inglês
Autora: Carla M. Soares
Género: Romance de Época; Histórico
Editora: Marcador





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