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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Sinopse:
Inglaterra, 1808. Quando Declan O'Conner, conde de Donnelly, chega a Hadley Green para conhecer a nova condessa de Ashwood, basta-lhe apenas um olhar para perceber que a bela nobre que o recebe não é quem deveria ser. Para tentar fugir a um casamento indesejável, Keira Hannigan assumiu a identidade da verdadeira condessa, sua prima, em viagem pelo estrangeiro. Intrigado com o segredo que rodeia a mentirosa sedutora, Declan decide não a desmascarar e até concorda em ajudá-la a lançar luz sobre o mistério que envolve as preciosas jóias desaparecidas de Ashwood. A situação, no entanto, precipita-se rapidamente quando um chantagista obscuro ameaça revelar o escândalo e o conde percebe que deve proteger Keira a todo custo.

Mesclando segredos e mentiras com infinitas peripécias, na maior aventura de sempre da vida da sua protagonista, O Ano em que nos Amámos Perigosamente tem todos os atractivos associados ao seu género literário, romance sensual de época, e algo mais intenso para quem procura envolver-se na complexidade de uma história, conseguindo efectivamente surpreender. Embora vos possa confessar que o meu começo entre estas páginas não foi totalmente auspicioso, é inegável que no final fiquei muito satisfeita com a minha estreia entre as palavras de Julia London que, devido ao seu tom ligeiro, conseguiu cativar-me a prender-me até ao último momento deixando-me, claro está, desejosa de pegar no próximo livro.

Na infância, devido a um acontecimento trágico, Lily Boudine foi enviada para a Irlanda e afastada da única figura maternal que conhecia, que veio a falecer precocemente. Presentemente, uma inesperada herança leva-a de volta para recordações com as quais não consegue lidar e a única solução que encontra é trocar de lugar com a sua prima, que vê como irmã, Keira Hannigan. Esta irlandesa de personalidade feroz é então remetida para o papel de condessa, a aventura que sempre desejou viver, no entanto, a mentira ganhar proporções avassaladoras e quanto mais problemas tenta resolver mais complicada se vai tornando a sua situação. Kiera está a cometer um crime, a sua prima tarda em voltar e, no momento em que mais precisar de discernimento, o seu eufórico coração irá traí-la, mostrando que se descontrolou e que tudo pode acontecer.

Apesar do núcleo relativamente extenso e interessante de intervenientes, esta história é bastante centrada no casal principal, Declan O'Conner e Keira Hannigan, ambos irlandeses e provisoriamente a viver em Inglaterra no local que dá nome à série, Hadley Green.
Acima de tudo, ambos os protagonistas são bastante teimosos, irreverentes e de personalidades vincadas, traços que se equilibram na perfeição quando são atingidos por revelações e afectos inesperados. Gostei particularmente das mutações que sofreram conforme foram sendo confrontados com novos desafios, bem como da maneira como a relação entre ambos evoluiu. O final dos dois foi relativamente previsível mas as restantes figuras da história deram-lhe um toque especial.  

Quanto às referidas personagens secundárias, acredito que as de maior destaque nesta obra acabem por ter maior protagonista no decorrer da história, sendo disso exemplo Lily, que apenas interveio nos primeiros e últimos capítulos, bem como Eberlin, uma criatura muito sinistra mas que suspeito que venha a derreter-me o coração. Quanto a todos os outros, serviram o seu papel na perfeição, hora divertindo ora adensando a trama.


Já no que respeita a problemáticas estas giram em torno dos dilemas sociais no início do século XIX, dando ênfase a singularidades de comunidades mais pequenas, no entanto creio que o maior atractivo gira em torno do mistério apresentado no prólogo que conduzirá aos restantes acontecimentos durante o enredo. Assim, a obra acaba por ser pontuada pela investigação em torno do roubo das jóias da anterior condessa de Ashwood e do romance, com muitas pistas e diálogos soltos que acabam nos manter presos ao texto.

Em suma, este é o primeiro título de uma série que parece verdadeiramente promissora em que, apesar de uma base que é comum aos vários livros, provavelmente cada obra pode ser lida em separado, devido à centralização do enredo no casal protagonista. Sem dúvida, entretenimento que vai ao encontro de quem adora um bom romance.

Mais uma aposta deliciosa e que se encaixa na perfeição no catálogo Quinta Essência, um dos eleitos desta vossa leitora que adora uma bonita história de amor.


Título: O Ano em que Amámos Perigosamente
Autora: Julia London
Género: Romance Sensual de Época


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