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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Finalmente, o filme!

Embora, na maior parte das vezes, eu tenha receio de ver as adaptações cinematográficas dos livros que li, existem excepções que eu fico ansiosa por encontrar no grande ecrã e Cidades de Papel foi efectivamente uma delas – a título de curiosidade, na altura até uma banda sonora eu lhe imaginei, a música Charlie Brown de Coldplay.


Tudo o que eu esperava, divertido e emotivo, divertido e repleto de lugares-comuns, divertido e exemplificando na perfeição a amizade, o primeiro amor e a adolescência, esta história conseguiu igualmente aquecer o meu coração na sala de cinema.
Repleto de sorrisos, o meu reencontro com o magnífico protagonista Quentin Jacobsen foi uma experiência verdadeiramente feliz. Todas as reflexões, aprendizagens e valores que associei a esta narrativa, agora visual, foram captadas na perfeição, algo que, sem dúvida, teve a mão do fenómeno por detrás das palavras, John Green.

Não minto, eu tinha adorado anterior adaptação do autor, A Culpa é das Estrelas, porque todas as emoções e humor estavam lá, transparentes, a tocar o coração com uma mestria rara, com uma sabedoria que eu considero um dom. No entanto Cidades de Papel é uma obra diferente, menos sensacionalista, é um facto, mas igualmente real, esta é uma aventura plena de simbolismos nos quais se conseguirão facilmente rever. É o fechar de um ciclo, é o abandono da infância com os medos e as brincadeiras inocentes de quem abre pela primeira vez as asas em pleno e sonha abraçar o mundo, saltar do ninho, e isso, meus caros, é muito bonito de se ver.

1.ª Capa
Colecção Noites Brancas
Não vos vou mentir, as minhas memórias relativas ao livro, páginas que percorri no início de 2013, não são fiéis, eu sou do tipo que guarda emoções e sensações, pelo que cheguei a ficar surpreendida quando me disseram, à saída, que o final estava diferente do enredo original, mas não dei importância. Este fim foi extremamente bem conseguido e deixou-me ansiosa por uma sequela – que não haverá, mas eu sou sonhadora, lembram-se?

Enfim, é um bom filme para se ver de braço dado com amigos, para soltar uma lágrima feliz e muitas gargalhadas borbulhantes de lembranças, de momentos que raramente nos apercebemos que são únicos quando acontecem mas que, na verdade, fazem com que a nossa vida seja repleta de para sempres pouco valorizados.

Não sei de que telemóvel vem a foto, mas já usei meninas. Obrigada! 

Falando de amizades, eu tinha lá duas do coração (gosto de vocês aos milhões Sofia e Catarina… mentira!!!!) e uma montanha de caras conhecidas da blogosfera que animaram ainda mais a acção. São reencontros como estes que dão um mimo especial a esta vida de blogger e eu só tenho a agradecer, muito, à Editorial Presença por me ter proporcionado esta ante-estreia.

Sugestões? Vejam o filme e leiam o livro, pois embora se cruzem a maior parte do tempo ambos vos irão transmitir diferentes emoções e alargar perspectivas sobre as personagens.

Trailer do filme:




Sinopse do livro, Editorial Presença:
Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança.
Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot.

A minha opinião, do livro: AQUI.

Bom filme & Boas leituras*



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