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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

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sábado, 31 de maio de 2014

Depois de A Maldição do Tigre e O Resgate do Tigre, a emoção, o romance e o perigo estão cada vez mais presentes nesta história que é uma verdadeira corrida contra o tempo para romper uma terrível maldição. Desta vez, Colleen Houck acrescenta os surpreendentes dragões ao conjunto de personagens impactantes da saga de fantasia, que começou por ser publicada em formato digital e rapidamente se tornou num bestseller do New York Times.

Título: A Viagem do Tigre
Autor: Colleen Houck
N.º Páginas: 480
PVP: 16.60 €
ISBN: 978-972-0-04638-3

Sinopse:
A guerra com o malvado Lokesh parece estar a atravessar uma pausa momentânea, algo de que Kelsey Hayes necessita desesperadamente. No entanto, outras batalhas - as do coração - divisam-se no seu caminho: Ren, o belíssimo príncipe indiano por quem se apaixonou, não se recorda dela; e o irmão dele, Kishan, igualmente maravilhoso e sedutor, tenta conquistar-lhe o coração. Na busca de mais um magnífico talismã que lhe permita romper a terrível maldição, Kelsey terá de enfrentar não apenas cinco dragões míticos como também os seus próprios sentimentos. No fim, qual será a sua escolha?

Leia um excerto – AQUI


A Maldição do Tigre (Opinião)
O Resgate do Tigre (Opinião)

«Recomendamos o uso de lenços de papel e muitos duches de água fria.» - Kirkus Reviews
«Tal como A Maldição do Tigre e O Resgate do Tigre, esta história […] vai satisfazer os fãs da saga.» - Booklist

Sobre a autora:
Colleen Houck é licenciada pela Universidade do Arizona e trabalhou durante dezassete anos como intérprete de linguagem gestual. O seu primeiro livro foi inicialmente publicado em formato eletrónico e rapidamente se tornou um êxito de vendas. Os direitos de tradução da presente saga foram adquiridos por 21 países e os direitos cinematográficos cedidos à Paramount Pictures.

Saiba mais em: Porto Editora




Não vou conseguir fazer sugestões todos os dias mas estas são realmente tentadoras. Aqui fica a sugestão de três obras como Livro do Dia que eu recomendo fervorosamente a todos os leitores. 

A Vida Privada de Maxwell Sim de Jonathan Coe, Dom Quixote.
(PVP: 17,90€ / PVP Feira: 14,30€ / PVP Dia: 10,70€)


Viagem a Capri de Elizabeth Adler, Quinta Essência
(PVP: 15,90€ / PVP Feira: 12,70€ / PVP Dia: 9,50€)


1984 de George Orwell, Antígona
(PVP: 16,00€ / PVP Feira: 12,80€ / PVP Dia: 8,00€)

Boas leituras*

sexta-feira, 30 de maio de 2014



A Editoria Planeta Manuscrito está de parabéns e encontrou a melhor forma possível de mimar os seus leitores!


5 Anos de histórias maravilhosas, várias dezenas partilhadas comigo… *


5 Edições muito especiais para relembrar o que de melhor se pública nos mais variados géneros.

Títulos a preços apelativos e que certamente vos ofereceram deliciosos momentos entre páginas.
Eu já tenho o meu!


O meu muito obrigado à Planeta Manuscrito por toda a partilha, pela colaboração e pelas muitas horas de imaginação. Desejo que estes sejam os primeiros 5 de mais 5 x 5 x 5 Parabéns!

Boas leituras*


A passo lento, como quem retoma o folgo de uma extensa caminhada, cá estou eu para assinalar a 84.º Feira do Livro de Lisboa, que começou no dia de ontem e pela qual eu aguardava com grande entusiasmo.


Não me vou alongar, estou sem tempo como é habitual, mas deixo-vos o link para o intuitivo e excelente site que elaboraram este ano para o evento. Consultem aqui.

Se tiverem alguma dúvida contactem-me e tentarei a partir de amanhã, de forma pontual, começar a partilhar por aqui alguns dos Livros do Dia (em promoção) que sugiro.  


Um bom passeio & Boas leituras*

terça-feira, 27 de maio de 2014


Queridos leitores,

Sei que tenho andado completamente desaparecida mas neste exacto momento, e até ao final da semana, a minha vida pessoal não me permite uma abertura para me dedicar ao blogue ou ao que mais gosto de fazer, ler.
É temporário, como sempre, e prometo regressar com imensas novidades agora que estamos a exactamente um mês do quarto aniversário deste espaço que me é tão especial. Logo que me seja possível, trago-vos igualmente novidades sobre a Feira do Livro de Lisboa, pela qual estou ansiosa.
Até lá, o meu MUITO OBRIGADO a todos os que me visitam e continuam a dedicar atenção suficiente a este cantinho para o seguirem e lerem sobre as histórias que povoam o meu imaginário Elphaba – vocês são os maiores! *.*


Boas leituras*

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Ser autor. Ter alma de autor. Trabalhar o génio de autor.
Ser autor é uma profissão que, deduzo, implica um imenso espírito de sacrifício. É uma profissão que alimenta mais do que recompensa, que dá as mãos à frustração e que deve procurar um eterno perfeccionismo que não deseja ser encontrado. Ser autor em Portugal é tudo isto em duplicado.



Dia 22 de Maio é o Dia do Autor Português e não posso deixar de assinalar esta data, não posso deixar de parabenizar todos autores, dos consagrados aos efémeros passando por todos aqueles que sonham um dia considerar-se assim.

Parabéns.

Boas leituras*

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Sinopse:
Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio.
Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.

Capaz de me inebriar pelo simples prazer de beber as suas palavras, é este o fascínio que Zafón exerce sobre mim.
Com uma escrita absolutamente magnífica, este autor tem uma sensibilidade, um poder encantatório que me enfeitiça e prende às suas ficções cruas que transcendem a realidade, independentemente da força hercúlea das suas personagens ou da complexidade dos seus enredos, cativando-me pelo simples prazer de o ler, de o ver descrever e olhar o mundo do seu jeito tão singular.

Em O Palácio da Meia-Noite, Carlos Ruiz Zafón volta a criar o ambiente gótico que sublimemente o caracteriza, envolvendo, desde o início, a sua narrativa numa cortina espessa de nevoeiro que acompanha o leitor nesta viagem de luz e escuridão, uma viagem rica entre a miséria, uma viagem plena nas sensações possíveis de uma amaldiçoada, corajosa e envelhecida Calcutá, alumiada por sangue novo.

Escrita muitos anos antes dos acontecimentos que marcaram as férteis vidas que povoam estas páginas, a nossa história principia-se num tempo anterior ao próprio narrador.
1916. Golfadas rápidas de ar sustentam precariamente o que resta de uma corajosa existência que transporta nos braços dois pequenos corações, dois destinos incertos que definirão o futuro de uma cidade que sufoca entre a bruma, uma cidade que não permite ao seu povo avançar para lá da pobreza em que se habituou a viver. O valor desta personagem, cujo nome é irrelevante, é incontestável e ficará nas memórias dos que travarão uma última batalha, recordada pela sua alma honrosa e pela sua luta quase inglória contra um espírito de fogo renascido das trevas, um espírito insaciado que promete voltar para cumprir os seus anseios.
1932, na mesma cidade que em nada se alterou deste o passado negro e silencioso. Sete vidas, mais uma, e aquele que um dia jurou regressar cruzam finalmente os seus caminhos para uma aventura predestinada dezasseis anos antes, uma aventura nunca antes imaginada pela valorosa Chowbar Society, um pequeno grupo composto por sete elementos tão inocentes quanto lhes é possível para alguém está à guarda do generoso orfanato St. Patrick’s, e mais um que nunca chegou sequer a conhecer um lar.
Há muito que os dados foram lançados e a probabilidade é de dois para um, sem meio-termo, de vida ou de morte pela subsistência da enigmática Calcutá.

Apesar de serem histórias distintas, o segundo livro da trilogia Neblina segue a mesma linha narrativa do seu antecedente, O Príncipe da Neblina, utilizando um passado misterioso para criar um futuro repleto de fantasmas que apavora âmagos pueris e sedentos de curiosidade, inocentes que inevitavelmente acabarão envolvidas na armadilha de um vilão incorpóreo retirado de um pesadelo.

As personagens, com maior ou menor destaque, são todas cruciais para o texto e como tal apresentadas com um esmero delicioso que nos enlaça na necessidade de saber os seus destinos.
Os oito jovens apresentados, todos com a mesma idade, as mesmas bases e raízes que se encontram, são dotados de sonhos distintos e características únicas que os tornam especiais nos defeitos e nas qualidades. Ben e Sheere, pela relevância que lhes está predestinada, são particularmente dignos de nota, pelas suas semelhanças e pelos seus afectos, que apesar dos anos de separação deixam clara a sua proveniência. No entanto, Siraj, Isobel, Roshan, Michael, Seth e Ian fazem parte de um todo por juramento e amizade que remete quem lê para o seu imaginário infantil, para o tempo em que tudo era para sempre mesmo que, no caso dos intervenientes, exista a consciência de quem cresce nas ruas, de que os desejos embora não devam ser esquecidos muitas vezes não passam disso mesmo.

No que respeita a personagens adultas, Aryami Bosé e Thomas Carter são quem mais se distingue pelo magnífico espírito de sacrifício que lhes é exigido durante o texto e pelo seu olhar que deve ser distante das emoções mais jovens mas que, inevitavelmente, não se afasta desse tenros e nobres corações. Para lá destas duas figuras centrais para pequenas vidas, existe ainda o imponente Jawahal, que se encontra num patamar completamente à parte. Esta criatura fabulada, uma personagem fascinante, é um dos elementos extraordinários do texto em todos os sentidos. Insano, ele cresce ao longo de toda a história até um culminar impensável, até ser colocada a última página do puzzle e lhe ser oferecido um final maravilhoso – como, aliás, é o final do livro.

Calcutá, enquanto cenário, é em si mesma uma personagem que ganha vida pelas diversas acções que se vão desenvolvendo no caminho de descoberta percorrido pelos intervenientes para quebrar a maldição que os persegue, uma maldição intrinsecamente ligada a esta peculiar cidade que, como o próprio texto induz, é enriquecida pelos seus palácios, ruas suspeitas e figurinos estranhos que trabalham o ambiente, a aura mística deste enredo.

Não quero cometer qualquer spoiler, até porque o próprio texto é bastante cuidadoso resguardando o leitor do cerne da questão, desta feita posso apenas contar-vos que esta é uma história extremamente fértil no que respeita às problemáticas abordadas, como a pobreza, o abandono ou a precariedade de Calcutá, da mesma maneira que cuida expor de forma belíssima valores essenciais, como a amizade e a família ou a bondade e a coragem, enquanto mescla fantasia, mitos e sonhos, com medos que alcançam miúdos e graúdos, naquela que é uma arriscada aventura juvenil descrita com grande primor e maturidade.


Em suma, este é um livro que brilha pelo seu enigma intenso, pelas suas reviravoltas e pelo seu final surpreendente, mas também pelas suas crianças que se transformam em homens que, quiçá, se podem transformar em espectros terríveis. E mais importante, é um livro que brilha através do espírito de cada interveniente, contagiante pelo que oferece sem pedir em troca.

Não me vou alongar mais, já vos disse que a escrita de Carlos Ruiz Zafón é maravilhosa e as suas descrições são únicas. É, na minha opinião, um autor contemporâneo que merece todos os prémios e sucessos que lhe foram atribuídos até ao momento e que conto ler, a totalidade das suas obras, logo que me seja possível.

Esta é uma aposta de sucesso da editora Planeta Manuscrito para o público em geral que deseje usufruir de uma boa leitura. Vão gostar.

O Príncipe da Neblina (Opinião)

Título: O Palácio da Meia-Noite
Autor: Carlos Ruiz Zanfón
Género: Fantasia



terça-feira, 20 de maio de 2014

A Itália renascentista, através da vida de uma mulher nascida na época errada.

Um romance histórico irresistível sobre a vida notável de Catarina Sforza, uma corajosa e brava mulher do Renascimento italiano, que teve os amantes que lhe apeteceu, entre os quais o cardeal Bórgia, que viria a ser eleito papa Alexandre.

Título: A Amante do Papa
Autor: Jeanne Kalogridis
N.º Páginas: 464
PVP: 19.95 €
ISBN: 978-989-657-458-1

Sinopse:
Filha do duque de Milão e mulher do conivente conde Girolamo Riario, Catarina Sforza foi a guerreira mais corajosa do Renascimento italiano.
Governou os seus territórios, travou as suas lutas e teve sempre os amantes que lhe apeteceu, sem consequências… até ter um caso com Rodrigo Bórgia.
A sua história notável é contada pela dama de companhia, Dea, uma mulher conhecida por ler as cartas de sorte, as antecessoras do tarô dos nossos dias.
Enquanto Dea tenta descobrir a verdade sobre o assassínio do marido, Catarina, sozinha, rechaça os invasores que tentarão roubar-lhe o título e as terras. No entanto, Dea lê as cartas e estas revelam que Catarina não pode fazer frente a um terceiro e último invasor: nada mais, nada menos do que César Bórgia, filho do corrupto papa Alexandre VI, que tem umas velhas contas a ajustar com Catarina. Encurralada na fortaleza de Ravaldino enquanto os canhões de Bórgia atingem as muralhas, Dea passa em revista o passado escandaloso e os combates de Catarina para compreender o destino de ambas, e Catarina tenta corajosamente aniquilar o exército inexpugnável de Bórgia.

Tendo como pano de fundo uma corte exuberante e vibrante com personagens inesquecíveis e figuras históricas, a autora recria com rigor histórico o ambiente da Renascença italiana.

Uma historia de coragem e ambição sobre uma condessa cuja vontade e paixão não conheciam limites.

Jeanne Kalogridis consegue de forma magistral mostrar-nos a história verdadeira da Itália renascentista, através da vida de uma mulher nascida na época errada que mostrou uma força surpreendente num mundo dominado pelos homens, na segunda metade do século XV.

Sobre a autora:
Jeanne Kalogridis vive com o companheiro na Carolina do Norte, onde ambos partilham uma casa com dois cães. É autora de The Bórgia Bride, Mona Lisa, The Devil’s Queen, obras elogiadas pela crítica, e de muitos outros romances fantásticos e históricos.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito



Depois de A Aia da Rainha, A Filha do Rei e A Rainha Cativa, a autora mergulha o leitor na Londres quinhentista, uma época dominada por reformas religiosas, uniões por conveniência e jogos de bastidores.

O esperado quarto livro da aclamada série Thornleigh, vai voltar a transportar o leitor à intrigante Inglaterra dos Tudor, durante o reinado de Maria I, a rainha sanguinária, revelando mais uma vez informações históricas sobre este conturbado período da história europeia.

Título: A Aposta da Rainha
Autor: Barbara Kyle
N.º Páginas: 432
PVP: 19.95 €
ISBN: 9789896574598

Sinopse:
O caminho para o trono da jovem rainha Isabel I foi muito arriscado, e acabada de ser coroada já enfrenta uma crise perigosa.
Tropas francesas desembarcaram na Escócia para dizimar um exército protestante rebelde, e Isabel teme que por estarem entrincheirados na fronteira, possam invadir a Inglaterra.
Isabel Thornleigh voltou para Londres após regressar do Novo Mundo com o marido espanhol, Carlos Valverde, e o filho. Sempre foi uma serva fiel da rainha e é recrutada para fazer chegar dinheiro aos rebeldes escoceses.
No entanto, a confiança de Isabel I é limitada, e para que tudo corra como pretende, faz do filho desta refém, até que acabe a missão que lhe foi atribuída.
Mas a situação agrava-se quando o marido de Isabel é contratado como conselheiro militar dos franceses, colocando assim o casal em lados opostos e numa guerra-fria mortal.

Conseguirá Isabel Thornleigh manter o seu casamento com Carlos? Conseguirá a rainha Isabel manter-se no trono?

Tendo como pano de fundo uma corte exuberante e vibrante com personagens inesquecíveis e figuras históricas, é uma história de coragem, ambição, paixão e o preço muito alto da lealdade.

«Kyle é exímia em dotar a sua história de descrições vívidas, pormenores precisos e reviravoltas inesperadas num enredo empolgante que prende a atenção do leitor.» - Romantic Times

Sobre a autora:
Foi actriz de sucesso e teve uma brilhante carreira na televisão.
Como sempre gostou de escrever, e de História, nomeadamente da época dos Tudor, dedicou-se a uma investigação profunda e escreveu A Aia da Rainha, o seu primeiro romance, que recebeu as melhores críticas e esteve várias semanas no top de vendas.
Vive em Ontário com o marido, onde escreve e ensina escrita criativa.
Saiba mais em: www.barbarakyle.com

Saiba mais em: Planeta Manuscrito


sábado, 17 de maio de 2014


Com o fantástico apoio da editora Planeta Manuscrito, começa hoje mais um maravilhoso passatempo no blogue.

Para sorteio, está disponível um exemplar do livro Lágrima da conhecida autora de fantasia young adult Lauren Kate.
O primeiro título de uma saga épica com segredos devastadores e magia negra.

Para se habilitar a ganhar este exemplar basta responder acertadamente às simples questões abaixo colocadas e ter em atenção as regras de participação.

Descubra a sua resposta aqui no Blogue e/ou em Planeta Manuscrito.

Boas leituras*

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 31 de Maio de 2014 (sábado).
2. Só é possível uma participação por pessoa/e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.

7. Boa Sorte!


sexta-feira, 16 de maio de 2014


Este ano estou a comprar menos do que no ano anterior e a solicitar menos livros às editoras, em primeiro lugar porque tenho o sonho – irreal – de ter as leituras em dia e em segundo porque gostava realmente de ler tudo o que tenho. Se é uma tarefa difícil? Muito! E mais ainda o é quando a promoções de intrometem pelo meio sendo eu, obviamente, uma viciada em comprar livros. Dito isto, vamos à desgraça.



Gosto bastante desta autora, já li dois livros seus e tenho a certeza que mais tarde ou mais cedo vou ler todos. Contanto que este título fique para mais tarde porque o tempo é curto, este exemplar chegou muito discretamente no fundo do carrinho do supermercado e foi directamente para estante.
*Dói-me o coração quando o vejo sabendo que não lhe posso pegar agora.*
O Êxtase de Nicole Jordan – Informações



A Editorial Presença esteve a oferecer livros e um menino que eu adoro escolheu este para mim. Já conheço a autora e tenho curiosidade relativamente às suas palavras, aqui está uma oportunidade para a folhear no futuro.
Obrigada pelas Recordações de Cecelia Ahern – Informações


Este livro foi uma oferta de uma compra na Fnac online. Acho que na compra de dois livros me ofereciam um sucesso cinematográfico – algo do género. Não conhecia o livro, espero que seja bom.
Não Contes a Ninguém de Harlan Coben  Informações


Na compra do segundo livro da série ofereciam o primeiro e, claro está, não resisti. Tenho bastante fé na série Private deste autor, acho que não me vou arrepender da compra.
Private: Agência Internacional de Investigação de James Patterson – Informações
Private: Principal Suspeito de James Patterson – Informações


Da Quinta Essência chegaram duas autoras que eu adoro e acompanho desde que foram publicadas e que recomendo para os amantes de romance, policial e paranormal, respectivamente. Vou lê-los muito em breve, muito mesmo.
Reencontro em Barcelona de Elizabeth – Informações
As Portas da Meia-Noite de Lara Adrian – Informações

Que vos parecem? 
Fiz boas escolhas? 
Há algum livro, entre as minhas aquisições, que queiram ler?


Boas leituras*


Uma nova série da mesma autora da inesquecível tetralogia romântica e sobrenatural Anjo Caído, volta a conquistar o coração dos leitores.

Uma saga épica com segredos devastadores e magia negra.
Um mundo onde tudo o que amamos pode ser levado pela corrente.

Título: Lágrima
Autor: Lauren Kate
N.º Páginas: 320
PVP: 17.76 €
ISBN: 9789896574888

Sinopse:
Tudo o que amamos pode ser levado pela corrente...
Nunca, nunca chores...
A mãe de Eureka Boudreaux instilou esta regra na filha há anos.
Mas agora a mãe partiu, e onde quer que Eureka vá, ele está lá: Ander, o rapaz alto, de cabelo louro-claro, que parece saber coisas que não devia, que diz a Eureka que ela corre um grande perigo e que a deixa sempre à beira das lágrimas.
Mas Ander ignora o maior segredo de Eureka: desde que a mãe se afogou num acidente bizarro, Eureka deseja morrer.
Resta-lhe pouco que lhe desperte o interesse, apenas o amigo mais antigo, Brooks, e uma estranha herança: um medalhão, uma carta, uma pedra misteriosa e um livro de outras eras que ninguém compreende.
O livro encerra uma história assombrosa sobre uma rapariga que ficou destroçada e chorou tanto que formou um continente no mar... e há algo na história que é misteriosamente familiar.
Eureka está prestes a descobrir que a narrativa antiga é mais do que uma história, que Ander pode falar verdade... e que a sua vida é muito mais obscura e oculta do que alguma vez imaginou.

«Lágrima é um daqueles livros que nos mantém agarrados à leitura durante horas a fio sem conseguirmos parar. O final deixa-nos a chorar pelo próximo livro. Recomendo-o vivamente!» - Booklist

Sobre a autora:
Nascida e criada em Dallas, Lauren Kate estudou em Atlanta, mas foi em Nova Iorque que se iniciou na escrita.
Depois da publicação de The Betrayal of Natalie Hargrove, descobriu o êxito com Anjo Caído.
Lauren Kate é professora e tem um mestrado em Escrita Criativa pela Universidade da Califórnia – Davis. Reside com o marido em Los Angeles.
Visite o sítio da autora em: http://laurenkatebooks.net/

Saiba mais em: Planeta Manuscrito


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Sinopse:
Quando Eden tinha dez anos, encontrou o pai, David, caído no chão da casa de banho. A tentativa de suicídio conduziu ao divórcio dos pais e David desapareceu quase por completo da sua vida.
Vinte anos depois, Eden é uma chef bem-sucedida, mas após uma série de relacionamentos românticos falhados percebe que é tempo de procurar o pai, que se encontra a viver na rua, para poder perdoá-lo e seguir em frente.
A sua busca leva-a até um albergue para sem-abrigo e até Jack Baker, o diretor. Jack convence Eden a fazer trabalho de voluntariado no albergue e, em troca, ajuda-a na sua busca. À medida que Eden e Jack se apaixonam e a sua procura os aproxima de David, Eden vê-se obrigada a enfrentar as suas verdadeiras emoções e a dolorosa pergunta acerca do pai: será que depois de todos aqueles anos ele quer mesmo ser encontrado?
Enquanto Eden não fizer as pazes com o passado, jamais será capaz de abraçar o futuro?

Dotada de uma sensibilidade extraordinária, O Jardim das Memórias é uma história deliciosa que nos fala com naturalidade sobre as diversas acepções da palavra amor. É, igualmente, uma história que oferece uma interessante perspectiva sobre a mente humana e os seus requintes complexos. E é, particularmente, uma história sobre duas vidas tão comuns quanto singulares, duas vidas muito diferentes e intrinsecamente unidas, apaixonadas pela arte.

Como tão bem elucida a sinopse, a narrativa de Amy Hatvany é essencialmente sobre procura. A procura da protagonista Eden pelo seu pai há muito desaparecido e a procura por si própria, numa tentativa de apaziguar lembranças traumáticas e fechar um ciclo que ficou em aberto vinte anos antes, quando assistiu à tentativa de suicídio do seu progenitor.
Nesta jornada, previsivelmente, Eden acaba por ir muito mais além do que poderia ter imaginado e a vida oferece-lhe, mais do que uma reflexão sobre si mesma, aprendizagens e um novo olhar sobre o mundo, enquanto cresce e descobre o seu caminho para a felicidade.

Mesclando de forma fluida o passado e o presente, através de capítulos intercalados, o leitor vai conhecendo de forma contínua e profunda pai e filha, David e Eden, apercebendo-se da dimensão das suas emoções e dos seus pensamentos, relativamente à complicada condição familiar a que estão/foram sujeitos. Dito isto, em relação a Eden, uma mulher bela e trabalhadora, é particularmente interessante percebe-la enquanto criança e ver como os seus comportamentos, vinte anos depois, ainda são influenciados por uma infância em que a sua inocência foi corrompida. Já David, maculado pela sua loucura, acaba por ter como maior atractivo a sua visão distorcida da realidade e a sua mente perturbada, confusa, que nos faz temer por si ao longo de todo o texto.
No geral, acho que ambos têm igual protagonismo pela forma como estão tão ligados um ao outro, mesmo estando fisicamente afastados, e é sem dúvida uma mais-valia as diferentes perspectivas que possibilitam de uma mesma situação.

Ainda relativamente a personagens, existem vários intervenientes secundários que pontuam o texto de forma bastante positiva, como é o caso, em especial, de Jack, ou de Juan e Lydia. E embora, na maioria dos casos, todos tenham uma determinada influência no enredo, a verdade é que chamam a atenção pelas temáticas que permitem abordar, algo que torna a história particularmente enriquecedora.

Para lá do romance contemporâneo ligeiro, este livro é claramente um drama e as suas problemáticas dividem-se entre os sem-abrigo e as doenças mentais. Desta feita, o leitor tem acesso ao funcionamento de albergues – Jack é dono de um – e a muitas informações sobre os utentes destas instituições e às vidas duras, nem sempre opcionais, a que estão sujeitos. Álcool, drogas e, até, prostituição são levemente explorados mas é a realidade de vidas sem tecto que é realmente marcante. Sem pudor, a autora confronta quem lê com a incrível a falta de atenção dada a todos aqueles que vivem, no limiar, à margem da sociedade, pessoas a quem viramos facilmente o rosto porque preferimos não ver.
Da mesma forma, através de David, e directamente relacionada com a questão dos sem-abrigo, está exposta a questão das pessoas com problemas psicológicos e, da esquizofrenia à bipolaridade, é dada uma imagem bastante tocante daqueles que vivem dominados pelos seus demónios interiores, tendendo à loucura e degradação, que sentem, por tudo isto, uma falta de pertença a um lugar-comum por não conseguirem, simplesmente, adaptar-se ou corresponder às expectativas, conformando-se com o sobreviver à distância.

Em suma, e ao contrário do que possa parecer, esta não é uma história triste. É, isso sim, uma história emotiva sobre a saudade, as memórias, o amor e a vontade de recomeçar. É uma história com uma prosa bonita e envolvente que mistura a importância da família com duas formas de arte, uma capaz de alimentar o corpo e outra o espírito, havendo portanto muita beleza neste universo sombrio da sociedade.

Amy Hatvany tem uma escrita muito cuidada que, sem descurar a seriedade, impõe leveza e fluidez à sua narrativa.
As suas descrições são breves e pouco dedicadas ao ambiente mas são, porém, muito íntimas no que respeita a intervenientes, deixando a sensação que estamos a entrar no mundo de alguém sem a certeza se deveríamos invadir a privacidade de algo tão sensível, tão singular.
Terminei com vontade de ler algo mais da autora.

Pessoalmente esta não foi uma opinião fácil e não foi, certamente, bem conseguida. Sei que ficou muito por dizer mas esta é uma história para se sentir e reflectir.
Fiquei, indiscutivelmente, a pensar no quão feita de memórias sou e na importância que o meu passado tem naquilo que hoje represento, assim como fiquei com um sorriso lacrimoso na última página porque acredito, piamente, que a felicidade não tem de ser plena, tem de ser, isso sim, generosa e apaziguadora, deixando-nos com a certeza de que fizemos tudo quanto podíamos para a alcançar.

Esta é uma magnífica aposta Topseller, direccionada para os leitores de romances que apreciem histórias de vida intensas onde se destaquem os sentimentos e as emoções. 


Título: O Jardim das Memória
Autora: Amy Hatvany
Género: Romance, Drama
Editora: Topseller



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