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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A comovente história verídica de uma mãe e do filho que foi obrigada a renunciar.
 É uma história de vida impressionante de uma mulher irlandesa que escondeu um segredo durante cinquenta anos.
 Este segredo foi escondido devido à vergonha e ao grande trauma por que passou.

Título: O Filho Perdido de Philomena Lee
Autor: Martin Sixsmith
N.º Páginas: 488
PVP: 20.95 €
ISBN: 9789896574635

Sinopse:
Enquanto adolescente na Irlanda de 1952, Philomena Lee engravidou e foi enviada para um convento – uma «mulher perdida, caída em desgraça».
Durante três anos depois do nascimento do filho, cuidou dele naquele lugar. Depois a Igreja levou-o de si e vendeu-o, a exemplo de inúmeras outras crianças, para a América, onde foi adoptado.
Durante cinquenta anos Philomena procurou encontrar o filho mas nunca soube para onde foi. Sem saber que ele também a procurou toda a vida. O filho, Michael Hess, nome dado pela família adoptiva, tentou procurar a mãe, mas a Igreja negou-lhe informações, pois receava a descoberta do macabro negócio de venda de crianças.
Michael foi um advogado de renome, conselheiro jurídico do presidente Bush, que acabou por morrer vítima de sida.
Este escândalo, quando foi descoberto, abanou os alicerces da Igreja Católica e embora, tenham pedido publicamente perdão às mães a quem venderam os seus bebés, sofreram a vergonha também pública de não serem perdoados.

Soberbamente contada por Martin Sixsmith, esta é uma história  que irá tocar o coração dos leitores, pois confirma que, mesmo na tragédia, o laço entre uma mãe e um filho nunca pode ser quebrado e o amor encontrará sempre um caminho.
 Uma história verídica e trágica que serviu de inspiração para o filme Filomena, protagonizado por Judi Dench.

Trata-se de uma história de vidas marcadas pela hipocrisia e pelo secretismo, uma narrativa convincente e fascinante sobre amor e perda humanos – pungente, no fundo, porém redentora.

«Uma história pungente de uma adopção forçada e as suas consequências.» - Kirkus Reviews
«O livro de Martin Sixsmith esquadrinha o desgosto de uma mulher com contenção, moderação e sensibilidade.» - Independent on Sunday
«A comovente história de uma mãe e da sua busca de cinquenta anos pelo filho.» - Sunday Time

Sobre o autor:
Martin Sixsmith nasceu em Cheshire e frequentou as universidades de Oxford, Harvard e a Sorbonne.
Entre 1980 e 1997 trabalhou para a BBC, como correspondente em Moscovo, Washington, Bruxelas e Varsóvia. Entre 1997 e 2002 trabalhou para o Governo Britânico como Director de Comunicações.
Actualmente é escritor, apresentador e jornalista e vive em Londres.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014


Embora o ano passado o meu desafio pessoal tenha sido um fracasso (aqui), este ano resolvi voltar a propor metas a mim própria que julgo serem possíveis com um pouco mais de organização e dedicação.
Não vou seguir todas as directrizes anteriores – estou mais consciente das minhas limitações – mas também não vou ceder ao comodismo, isso é certo. Dito isto…

Este ano desafio-me a ler 10 livros de língua estrangeira (espanhol ou inglês), independentemente do mês. Embora gostasse de ultrapassar este número, wish me luck.
1 de 10.

Desafio-me a ler 120 livros.
Sei que no ano passado falhei este número mas também sei que é perfeitamente alcançável se me esforçar um pouco.
9 de 120.

Mantendo as actualizações habituais aqui no blogue, podem seguir o meu percurso neste desafio através do meu Good Reads, que encontram na coluna direita do blogue;

Clicar na Imagem


Podem, igualmente, encontrar as leituras e opiniões já efectuadas no top menu do blogue em LeiturasLeituras 2014.

Clicar na Imagem


E pronto, pessoalmente é só isto. Mas quem sabe o que me reserva 2014? Pode sempre surgir algo que me estimule como é o caso do Book Bingo (aqui), um repetente no blogue e que veio para ficar. 

Enquanto leitores, seguem algum desafio pessoal?


Boas leituras *

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sinopse:
En un turbulento siglo XII, Leola, campesina adolescente, desnuda a un guerrero muerto en un campo de batalla y se viste con sus ropas de hierro, para protegerse bajo un disfraz viril. Así comienza el vertiginoso y emocionante relato de su vida, una peripecia existencial que no es sólo la de Leola sino también la nuestra, porque esta novela de aventuras con ingredientes fantásticos nos está hablando en realidad del mundo actual y de lo que todos somos.
Historia del Rey Transparente es un insólito viaje a una Edad Media desconocida que se huele y se siente sobre la piel, es una fábula que conmueve por su grandeza épica, es uno de esos libros que no se leen, sino que se viven. Original y poderosa, la novela de Rosa Montero tiene esa fuerza desbordante de los libros llamados a convertirse en clásicos.

Não vos vou mentir, se fosse eu escolher uma leitura em espanhol provavelmente teria escolhido um autor não publicado em português – podem encontrar este título publicado pela ASA em 2008 – mas tendo em conta que foi uma leitura obrigatória, para a faculdade, estou extremamente satisfeita por ter conseguido aliar prazer ao fim didáctico.
Mesclando de forma subtil o género fantástico a um forte ambiente medieval, Rosa Montero construiu uma narrativa de aventura épica dedicada à mulher, à religião mas, principalmente, à essência da humanidade, revelando o seu melhor e o seu pior intemporalmente com contornos históricos verídicos.

Tal como relata a sinopse, a história é centrada em Leola, uma jovem camponesa que durante um período de guerra vê ser-lhe levada a família e o seu noivo, restando-lhe, para sobreviver, roubar a armadura a um cavaleiro morto em batalha e fazer-se passar por um homem. A partir deste ponto inicial as peripécias sucedem-se, com várias personagens a passarem a integrar o universo da protagonista, por um maior ou menor período de tempo, com algumas delas permanecendo quase desde o começo e tão ou mais marcantes que Leola  são elas Nyneve e Dhoudaduas mulheres estranhas, distintas e envolvidas em misticismo –, e permanecendo até ao final da leitura.

Enquanto personagem, à parte de todas as outras, Leola acaba por ter uma vida que vai muito além do que sonhou mas que jamais se atreveria a desejar. Dos combates ao amor, passando por damas peculiares e reis loucos, ela escreve, narra na primeira pessoa todos os episódios com uma carga emocional forte, algo que é predestinado logo no início da história e repetido no final. «Soy mujer y escribo. Soy plebeya y sé leer. Nací sierva y soy libre.» - páginas 11 e 689
Embora não tenha sido o meu interveniente favorito, devido aos altos e baixos do seu carácter e personalidade, consegui compreender Leola na medida em que esta foi obrigada a modificar-se intimamente durante a sua jornada, muitas vezes guiada por sentimentos em detrimento da razão. No entanto, o seu crescimento constante e evolução soberba – graças a outras personagens – levaram-na a um rumo impossível de criticar alcançando a desejável empatia por qualquer protagonista.

Porque sou adoradora de fantasia, gostei particularmente de Nyneve e da nebula misteriosa que a envolve até ao seu último momento entre páginas. Quiçá uma bruxa, quiçá uma fada ou apenas uma mulher como tantas outras, ela é plena de força e sabedoria, bondade e intelecto, transmitindo um nirvana só alcançável por quem já viu tudo o que havia para ver e se cansou de olhar num mundo de cegos. Ela é igualmente a guia da protagonista, que supostamente a salva na floresta durante o princípio da sua fuga e por quem posteriormente se sente responsável. Mãe, amiga, companheira, é difícil definir o seu papel, sendo unicamente clara a sua relevância no enredo e a ponte que estabelece com o fantástico.

Igualmente importante é a duquesa Dhouda, Dama Branca ou Dama Negra dependendo do ponto do texto em que nos encontramos. Estranha nos gestos e atitudes, com probabilidade de tender tanto para o bem como para o mal e com acesso a uma realidade que vai além da aventura épica, esta personagem pode ser considerada a vilã mas não creio que seja possível odiá-la completamente. Na minha perspectiva está associada às cenas mais hediondas da narrativa – estamos no século XII, existem vários momentos chocantes –, mas também aos cenários de maior ostentação, como a corte.

As três mulheres que citei anteriormente, são a cara do livro e o passe para uma reflexão mais profundada em relação à sua condição, mas não estão sós. Acompanhadas de diversas personagens secundárias, creio que merecem destaque o Frei Angélico, Gastón, um estudioso das Ciências e filósofo, e León  embora sejam muitos mais aqueles que marcam e pontuam a narrativa de momentos brilhantes. No entanto, os homens referidos, criam o laço forte com a religião, com a alquimia e com amor, três questões debatidas e fortemente exploradas.

Uma das temáticas abordadas que mais me agradou tem que ver com a alusão às lendas arturianas e à própria Avalon, aqui encarada como uma terra prometida e benigna, provavelmente irreal, que traria a paz e o refúgio aos momentos difíceis que o mundo descrito ultrapassava. Embora este local mítico apareça de forma ligeira, com citações e comentários disperços, sua relevância no destino das personagens é extraordinária e se, como eu, leram As Brumas de Avalon, será algo que irá prender a vossa atenção – Rei Artur, Camelot e o próprio Merlin são destacados.

O contexto histórico é também atractivo devido à forma como é exposta a sociedade medieval, ficando claras as discrepâncias entre a nobreza e os camponeses. Os segundos fortemente influenciados por um fanatismo religioso e superstições impensáveis nos nossos dias. Também interessante é a passagem de Leola pela corte da Rainha Leonor e a análise da autora desta corte em particular, bem como ao monarca Ricardo Coração de Leão. Ainda no respeita à religião, Rosa Montero introduz temas tão pertinentes como Os Cátaros e a Cruzada dos Inocentes, assim como todas as outras questões relacionadas com este momento importante na tomada de posição da inquisição.  


Enfim, o livro é realmente bastante abrangente, minucioso até, na forma como envolve o leitor nestes tempos distantes e em relação a problemáticas tão desiguais, proporcionando uma verdadeira viagem que só peca, na minha opinião, por alguns momentos demasiado descritivos, algo que por outro lado se torna irrelevante dadas as imensas curiosidades que poderão encontrar – como por exemplo, homossexualidade.

Quanto à escrita de Rosa Montero, não fiquei propriamente fã mas também não desgostei. Fluidez e simplicidade não são, definitivamente, sinónimos das suas palavras, no entanto as descrições são maravilhosas e todo o ambiente é dado a ver na perfeição – tudo depende se o leitor procura algo leve ou mais complexo.
O ponto menos positivo do livro é, possivelmente, a carga introspectiva da protagonista, algo que eu associei à sua procura interna por elevação de espírito, de conhecimento.

Voltarei certamente a ler Rosa Montero mas, possivelmente, num outro registo, pois tenho o seu livro Lágrimas da Chuva, editado pela Porto Editora, para ler. Para finalizar, esta é uma história que recomendo a quem gosta de aventuras épicas, romance e fantasia, pois são estes os três géneros que se misturam ao longo do texto. 


Título: Historia del Rey Transparente
Autora: Rosa Montero
Género: Ficção Histórica; Romance; Aventura

Editora: Punto de Lectura

Recentemente As Histórias de Elphaba fizeram mais uma capicua, uma capicua muito linda por sinal – não concordam?



Com esta imagem significa que ultrapassamos as 300000 visualizações, um número bem redondo que muito me apraz. Obviamente que ele só é possível graças às vossas visitas, pelo que este post serve, igualmente, para vos deixar um sincero MUITO OBRIGADO!

Boas Leituras *

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014





27 de Janeiro
Dia Internacional Das Vítimas Do Holocausto

Para assinalar esta data, que marca a libertação de todos os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 1945, sugerimos dois livros que merecem ser lidos e jamais esquecidos.

Título: A Bibliotecária de Auschwitz
Autor: Antonio G. Iturbe

Sobre o livro:
Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa de 14 anos, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova - com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.
Uma jovem que arriscou a vida para manter viva a magia dos livros, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.


Título: Tempo Para Falar
Autor: Helen Lewis

Sobre o livro:
Helen Lewis sobreviveu a dois campos de concentração nazi: Terezin e Auschwitz.
A sua história, aterradora, hipnotizante e de uma coragem ímpar, é narrada na primeira pessoa sem o mais pequeno tom de autopiedade.
Um livro de memórias, desprovido de especulações ou lições de moral, que é uma verdadeira celebração da vida.


Saiba mais em: Planeta Manuscrito


sábado, 25 de janeiro de 2014

Sinopse:
Verity Thompson desapareceu no dia do seu casamento. O seu paradeiro manteve-se secreto durante dois anos. Um longo período em que o marido, o conde de Hawkeswell, viveu na penúria e na incerteza.
Verity deixou para trás uma fortuna imensa mas inacessível, pois o seu óbito não foi declarado. Nem poderia sê-lo pois ela está bem viva. Ao ser obrigada a casar, Verity fugiu de Londres e refugiou-se, incógnita, no campo. Sem qualquer interesse pelo título ou estatuto do marido, abdicou da sua fortuna em troca da liberdade. Mas o passado tem os seus próprios desígnios e a jovem vê-se agora obrigada a regressar à cidade e a um casamento sem amor.
Por seu lado, o arrogante Hawkeswell está disposto a chegar a um acordo: se Verity lhe conceder três beijos por dia, ele não a obrigará a cumprir os deveres conjugais. Mas, claro, há beijos e beijos… e Verity vai perceber até que ponto se arruinou ao entregar-se às mãos hábeis de um mestre.

Gosto da forma como as histórias desta autora me descontraem e fazem com que o meu tempo escoe entre páginas, sem que eu me aperceba da sua passagem.
Com uma narrativa leve, de erotismo suave e muito romance, Madeline Hunter conseguiu fazer da série As Flores Mais Raras uma agradável fonte de entretenimento, recordando-nos temas pertinentes de uma Inglaterra em transformação, após o final das Guerras Napoleónicas, através de personagens encantadoras que fabulam a primeira metade do século XIX.

Provocadora é um doce retorno a todos aqueles que marcaram e pontuaram o livro anterior, Deslumbrante, em que o leitor tem oportunidade de conhecer profundamente todos os segredos da flor Verity – outrora conhecida por Lizzie –, assim como de assistir aos despertar dos sentimentos do altivo conde de conde de Hawkeswell, sentimentos esses que este nunca julgou possuir.
Não fazendo sigilo do par explorado desde o início, algo que me apraz consideravelmente, ao longo do texto é possível presenciar o apimentar da voluptuosidade enquanto se fortalecem afectos, num livro que é perfeito para os amantes do género romance sensual de época com todos os predicados.

O empreendimento Flores Preciosas tem uma regra base fundamental para todas as que partilham o lar e o esforço comum, contenção na curiosidade e não fazer perguntas quanto ao passado de cada uma das residentes. Desta feita, quando se descobre que Verity é a mediática noiva rica desaparecida, e que muitos julgavam morta, dois anos antes após assinar o contracto nupcial com conde de Hawkeswell, a surpresa não poderia maior, mais ainda para o desesperado e falido marido que se apercebe, com ultraje, que sempre teve por perto a solução para os seus problemas.
Agora, entre uma Verity desesperada por fugir a um infeliz destino e um Hawkeswell ansioso por consumar os votos, resta a cada dos protagonistas lutar à sua maneira por conquistar a confiança do seu contrariado par, enquanto as primeiras teias de sedução se desenvolvem, os problemas se multiplicam e um mistério se adensa para dificultar a vida deste peculiar casal.

No que respeita a personagens, estou encantada com o minucioso trabalho de Madeline, crendo mesmo que o seu ponto forte reside na criação de personalidades caracteristicamente doces e fortes que acabam por fornecer autenticidade ao retrato de época.
Os intervenientes secundários são, como citei anteriormente, conhecidos para quem leu Deslumbrante e, como tal, foi um verdadeiro prazer revê-los a todos – é a magia das séries. Gostei particularmente de observar a evolução de Audrianna e Summerhays enquanto casal, com um papel bastante activo neste texto e confesso-me muito curiosa no que respeita a Celia, de quem já foi revelado algo mas que, parece-me, ter ainda muito para mostrar. O meu eleito é sem dúvida o duque de Castleford, um cavalheiro boémio e mulherengo que até mesmo sóbrio parece ébrio – será futuro um protagonista hilariante.

No que respeita ao casal principal e, simultaneamente, à abordagem escolhida para o romance, estes foram, na minha opinião, o que mais se destacou em Provocadora.
Com uma relação cordial e, nos momentos certos, fogosa e íntima, Verity e Hawkeswell transparecem nesta ficção o tipo de tratamento que eu associo aos casais destes tempos mais controlados nos afectos, tempos em que as incumbências diárias e a alcofa revelavam dois lados distintos de uma personalidade.
A protagonista feminina caracteriza-se uma inocência audaz que floresce adequadamente até ao final do livro. As suas origens são interessantes e criam empatia e, do mesmo modo, mostra uma adaptação coerente ao seu papel de condessa, muito controlada sem se desprender dos valores enraizados. Já o masculino é mais razão que coração e prima por um mau-génio que acaba por se tornar bastante sedutor e, embora não tenha segredos, acaba por se revelar na medida em que cresce muito enquanto personagem.
Todos estes factores são, claro está, acompanhados de peripécias e reviravoltas com um toque de humor ligeiro no lograr e concretizar de desejos do casal, rumo a um final que se adivinha feliz.

Quanto a problemáticas abordadas, muito sucintamente, é possível verificar os problemas com que muitas jovens de deparavam uma vez confrontadas com tutores ambiciosos, assim como questões relacionadas com o pós-guerra, mais especificamente o descontentamento trabalhista das classes mais pobres e consequentes manifestações e comités revolucionários no espírito tradicional inglês.


Em suma, este é um livro muito focado nas suas personagens agradáveis, nos meandros do amor e na importância da amizade, tendo em atenção os pormenores de época pertinentes, tanto a nível de ambiente como sociais, o que fará as delícias das leitoras de romance.

Não vou divagar sobre a escrita de Madeline Hunter, pois podem encontrar a minha opinião sobre a mesma nos quatro links opiniões anteriores no fim deste post, mas reafirmo a beleza da sua lírica e a sua facilidade em apelar ás emoções, com descrições efectivas intensas e na criação de laços com intervenientes.

Pessoalmente, estou muito curiosa para descobrir os próximos livros da série, no original Sinful in Satin que será dedicado a Celia e Dangerous in Diamonds dedicado a Daphne, as duas flores da empresa Flores Preciosas por descobrir. Espero que sejam traduzidos em breve.

Esta é uma agradável aposta da ASA, naquela que é uma das suas autoras de sucesso, que não desilude e entretém na medida certa.

Série As Flores Mais Raras
Deslumbrante (Opinião)



Da mesma autora, no blogue
O Protector (Opinião)
Lições de Desejo (Opinião)
Mil Noites de Paixão (Opinião)




Título: Provocadora
Autora: Madeline Hunter
Género: Romance; Sensual; Época
Editora: Edições ASA

Título: Sonhos de Papel
Autor: Ruta Sepetys
N.º Páginas: 384
PVP: 15.90 €
ISBN: 9789892325187
Adquirir – AQUI
Disponível em eBook – AQUI

Sinopse:
Josie Moraine vive mais do que uma vida. 
Ela é filha de uma das prostitutas de luxo mais cobiçadas de Nova Orleães, um estigma que a arrasta para o submundo decadente da cidade. Vítima da negligência da mãe, tem nos moradores do extravagante Bairro Francês os seus maiores aliados. De Cokie, humilde e fiel; a Willie, a dona de um bordel cuja frieza esconde um coração de ouro; e a Jesse, tímido, atraente e eternamente apaixonado, todos a protegem e velam por ela.
Mas Josie sonha mais alto e move-se com igual à-vontade nos corredores da livraria onde, graças à bondade de um desconhecido, trabalha e habita. Este é o seu porto seguro. Aqui, entre as estantes repletas de livros, no pequeno escritório que agora lhe serve de quarto, não tem de se defender da sua própria mãe nem fingir ser a durona solitária que domina as ruas. Ao anoitecer, quando a porta se fecha e as luzes se apagam, ela descobre nas páginas que folheia a imensidão do mundo e anseia por uma vida melhor. Uma vida como a de Charlotte, a filha de uma família da alta sociedade, cuja amizade a inquieta a ponto de arriscar tudo, mesmo a promessa de um amor verdadeiro. E quando os seus sonhos estão prestes a realizar-se, um crime muda tudo... para sempre.

Leia um excerto AQUI

Sobre a autora:
Ruta Sepetys nasceu no Michigan, Estados Unidos, no seio de uma família de artistas, leitores compulsivos e amantes de música. Na universidade, começou por estudar Ópera e acabou por se licenciar numa área completamente diferente: Finanças Internacionais. Viveu vários anos na Europa antes de regressar aos Estados Unidos, onde casou. A conselho do marido, que observou a sua vocação para o melodrama, começou a escrever. Sonhos de Papel é o seu segundo romance e, nas suas próprias palavras, resulta do seu entusiasmo por Nova Orleães, escândalos históricos e a noção de que o ser humano é quase perfeito na sua imperfeição.




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Coleção: Crime à Hora do Chá - volume 3

Título: Crime de Luxo
Autor: Ngaio Marsh
N.º Páginas: 376
PVP: 14.90 €
ISBN: 9789892324890
Adquirir – AQUI
Disponível em eBook – AQUI

Sinopse:
Camila está em conflito permanente com a sua consciência. Dotada de uma aptidão rara, a que a medicina designa por síndrome de memória superior, tem a capacidade de se recordar ao pormenor de todos os acontecimentos da sua vida, mesmo aqueles que desejaria esquecer. Nesta teia de emoções, onde se misturam passado e presente, amor e perda, culpa e prazer, Camila busca a liberdade que a memória não lhe concede, sobrevivendo entre relações extremas e perversas. Um segredo inconfessável e a frágil fronteira entre sonho e realidade atravessam este romance desconcertante sobre a intimidade de uma mulher perseguida pelas sombras da sua própria história.

Leia um excerto AQUI

Volumes 1 e 2

Sobre a autora:
Natural da Nova Zelândia, Ngaio Marsh (18951982) é considerada uma das Rainhas do Crime, a par de Agatha Christie, Dorothy L. Sayers e Margery Allingham. Ao longo de um período de cinquenta anos (1932-1982), escreveu trinta e dois romances policiais, que alcançaram a aclamação internacional. Devotada à pintura e ao teatro, incluiu-os frequentemente nos seus enredos.

Saiba mais em: Chocolate para a Alma




Título: A Promessa
Autor: Lesley Pearse
N.º Páginas: 528
PVP: 16.90 €
ISBN: 9789892324722
Adquirir – AQUI
Disponível em eBook – AQUI

Sinopse:
No início de julho de 1914, a Europa vive os seus últimos dias de inocência. A jovem Belle realizou os seus sonhos. A uma infância pouco comum seguiram-se anos dramáticos, ao longo dos quais quase cedeu ao desespero. Mas a sua coragem e determinação prevaleceram. A sua vida é agora feliz. Está casada com Jimmy, o seu primeiro amor, e conseguiu abrir a elegante loja de chapéus que sempre desejou. Mas a História do mundo está prestes a mudar. A I Guerra Mundial vai arrastar consigo milhões de pessoas. Belle e Jimmy abdicam de tudo para defenderem o seu país. São ambos destacados para França, onde Jimmy vai arriscar a vida nas trincheiras e Belle conduz uma ambulância da Cruz Vermelha. É um tempo de devastação sem precedentes em que sobreviver a cada dia representa uma vitória. E é quando o passado menos ocupa os seus pensamentos que Belle será obrigada a confrontá-lo pela derradeira vez.
Bastará um momento. Um homem. Um olhar.
ntre a luta pela sobrevivência, uma paixão proibida e a lealdade devida a um grande amor, Belle está perante uma escolha impossível. Mas ao viver na pele um dos mais sangrentos conflitos da História, terá ela poder sobre o seu destino? 

A Promessa é a continuação da história de Belle, a inspiradora heroína de Sonhos Proibidos.

Leia um excertoAQUI
Livro 1

Sobre a autora:
Uma das escritoras preferidas do público português, Lesley Pearse é autora de uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Para além de Segue o Coração. Nunca Olhes para Trás, na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças e Procuro-te.

Saiba mais em: Chocolate para a Alma


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014


É com imenso prazer que vos trago este novo passatempo com a preciosa colaboração da editora Planeta Manuscrito.

Para sorteio, está disponível um exemplar do título Flavia de Luce e a Bola de Cristal da Cigana do autor Alan Bradley. O terceiro livro da premiada série de investigação, protagonizada pela jovem detective Flavia de Luce.

Para se habilitar a ganhar este exemplar basta responder acertadamente às simples questões abaixo colocadas e ter em atenção as regras de participação.

Descubra a sua resposta aqui no Blogue ou em Planeta Manuscrito.



Boas leituras*

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 2 de Fevereiro de 2014 (domingo).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.

7. Boa Sorte!



O terceiro livro da premiada série de investigação, protagonizada pela jovem detective Flavia de Luce, envenenadora de irmãs, que gosta de se deslocar de bicicleta.

Título: Flavia de Luce e a Bola de Cristal da Cigana
Autor: Alan Bradley
N.º Páginas: 376
PVP: 18.85 €
ISBN: 9789896572099

Sinopse:
A história deste terceiro livro começa com um crime antigo, que nunca foi considerado como tal e um novo, o que leva Flavia a conseguir interligar os dois.
Durante a quermesse de Bishop’s Lacey, Flavia pediu a uma cigana que lhe lesse a sina, mas não estava à espera de, horas mais tarde, já de madrugada, ir encontrar a pobre mulher mergulhada numa poça de sangue no interior da sua caravana.
Teria sido um acto de vingança, perpetrado por algum habitante da terra, convencido de que, anos antes, a cigana raptara e levara consigo uma criança da aldeia?
Flavia é menina para compreender bem o doce sabor da retaliação; com efeito, a vingança é um passatempo com que não pode deixar de se deliciar quem tem duas irmãs mais velhas, ambas odiosas. Mas qual será a relação entre este crime e a criança desaparecida?
À medida que as pistas se vão acumulando, Flavia terá de as analisar com todo o cuidado, a fim de desembaraçar uns dos outros os fios negros de actos e segredos do passado.

Uma série policial para adultos, inesquecível e um fenómeno de vendas internacional, com a assinatura de um grande mestre do crime, autor do best-seller A Talentosa Flavia de Luce.

Alain Bradley está a preparar a adaptação desta série para a televisão com o conhecido realizador Sam Mendes.

A Talentosa Flavia de Luce (Opinião)
Flavia de Luce e o Mistério do Bosque de Gibbet
«Uma das séries de detectives mais deliciosas e inteligentes jamais escritas.» - Chicago Sun-Times
«Uma das criações mais notáveis da literatura actual.» - USA Today
«Um divertimento completo. A reconstrução da época é maravilhosa, mas o que mais delicia é a cintilante narrativa de Flavia.» - Publishers Weekly
«Só quem não gosta de heroínas jovens e precoces, dotadas de um vocabulário notável e de uma coragem plena de audácia, é que pode não gostar deste livro incrivelmente divertido. Ficamos à espera de mais, pela mão do talentoso Bradley.» - Booklist
«Bradley pega naquilo de que o leitor está à espera e subverte-o, presenteando-nos com um mistério inteligente, irreverente e muitíssimo dinâmico.» - Entertainment Weekly

Sobre o autor:
Alan Bradley nasceu em Toronto, e cresceu em Cobourg, Ontário. Formou-se em engenharia electrónica, e trabalhou em várias estações de rádio e televisão, em Ontário, antes de se tornar director de Engenharia de Televisão.
Resolveu dedicar-se à escrita e publicou vários livros infantis antes de se resolver a escrever para adultos A Talentosa Flavia de Luce que se tornou de imediato um fenómeno.
Ganhou entre outros, o prestigiado prémio Debut Dagger Award e o Agatha Award 2009, um galardão que distingue escritores de policiais, seguidores do estilo de Agatha Christie.
Visite o sítio de Alan Bradley, www.flaviadeluce.com.
E conheça a página de fãs de Flavia na Internet em: http://flaviafanclub.ning.com

Saiba mais em: Planeta Manuscrito


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