Pesquisar Histórias:

Subscrever...

A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

Aviso:
Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

Contacto:

Blog Archive

Com tecnologia do Blogger.

O Que Escrevo...

Seguidores

Próximas Opiniões...

Acasos Felizes
Um Mar de Rosas
Euro Pesadelo: Quem Comeu a Classe Média?
Pivot Point
Kafka Para Sobrecarregados
Amores contados
Maligna
A Revolta
A Marca das Runas
Un mundo feliz
Filha da Magia
Frankenstein
As Cinquenta Sombras Livre

Blogues Com Histórias...

domingo, 30 de junho de 2013
Tal como tinha indicado, aqui estou eu para lançar mais um passatempo alusivo ao 3.º aniversário do blogue, desta feita com o maravilhoso apoio da Editorial Presença.

Para sorteio, está disponível um exemplar do título Adeus, Berlim de Wolfgang Herrndorf. Um romance intemporal sobre a adolescência.

Para se habilitar este exemplar, terá se ser obrigatoriamente seguidor do blogue, responder acertadamente às questões abaixo colocadas e ter em atenção as regras de participação.

Descubra as suas respostas aqui no Blogue ou em Editorial Presença.

Para mais informações sobre o livro Adeus, Berlim, clique aqui.

Boas leituras©



Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 15 de Julho de 2013 (segunda-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.

7. Boa Sorte!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Para comemorar o 3.º aniversário do blogue, começa hoje um novo passatempo com o precioso apoio da Quinta Essência.

Para sorteio, estão disponíveis dois exemplares do título A Rapariga de Olhos Azuis de Tara Moore. Um romance fascinante.  

Para se habilitar um exemplar, terá se ser obrigatoriamente seguidor do blogue, responder acertadamente à questão abaixo colocada e ter em atenção as regras de participação.

Descubra a sua resposta aqui no Blogue ou em Quinta Essência.


Boas leituras©

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 12 de Julho de 2013 (sexta-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!

E cá estou eu, pela terceira vez, para anunciar mais um aniversário de As Histórias de Elphaba. *.*

Encontro-me de férias e é, por isso, difícil fazer algo de extraordinário neste dia que é para mim especial, mas vou tentar fazer alguns passatempos nos próximos dias exclusivos a seguidores e deixo-vos, ainda, um pequeno texto de agradecimento que escrevi recentemente.

Portanto, a todos, «escritores, editores, leitores e todos os outros “ores”», que contribuem para a existência das Minhas Histórias, OBRIGADO.

Obrigado pela imagem Ana :)
http://illusionarypleasure.blogspot.pt/
Ena…
3 Anos…
E o tempo escoa…

A seu tempo, o tempo escoa trazendo consigo a evolução e a mudança, ou apenas a pertença de algo na busca incansável pelo inimaginável, na busca igual pelo palpável através de um espaço onde tantas vezes se crê a verosimilhança, ou o que nos transposta mais além.
Não importa. Ou importa a escolha de cada um.

São tantos e com tantas designações, que se perde a conta a tantos quantos buscam algo naquilo que os preenche, quer na vida, quer na ilusão, simplesmente sedentos de um ou todos os momentos e, para alguns, até de nenhum instante, prevalecendo sempre a possibilidade de reflexão. São escritores, editores, leitores e todos os outros “ores”.
Não importa. Ou importa a marca de cada um.

Dizedores ou fazedores, contribuidores ou simples observadores, de um espaço que guardo e estimo, como quem guarda um nada que uma vez na Internet eternamente imortalizado, ou pelo menos por mim guardado, são um todo para quem reservo um sentido MUITO OBRIGADO.
Não vos importa. Ou importa algo sem denominação.

Impera a intemporalidade das palavras. Um amor para mim.


Obrigado a todos, uma vez mais, por fazerem parte deste espaço.
Boas leituras ©

segunda-feira, 24 de junho de 2013
Sinopse:
Molly Allen vive sozinha em Portland. Na memória guarda os momentos felizes que viveu na livraria A Ponte — a mais antiga livraria no centro histórico de Franklin, com um homem que deixou para trás cinco anos antes. O amor que os uniu era de uma espécie rara, arrebatadora, que ela não voltou a encontrar desde então.
Ryan Kelly é músico e vive em Nashville. Depois de um noivado falhado e de vários anos em digressão, também ele tem dificuldade em reencontrar a felicidade. Por vezes, quando se sente mais solitário, regressa à livraria e recorda as horas que partilhou secretamente com Molly.
Charlie e Donna Barton são os donos da livraria A ponte, e durante quatro décadas partilharam com os clientes o amor pela leitura. Mas quando a cidade é atingida pelas cheias, Charlie entra em desespero. Sente-se prestes a perder as duas paixões da sua vida: a livraria, que construiu e acarinhou ao longo dos anos, e a mulher, Donna, que não mais conseguirá sustentar. Quando a tragédia acontece, leva a um reencontro inesperado entre Molly e Ryan.

Conhecem o género história intemporal que chega leve, como um sopro da alma, que cuida guardar um canto especial na memória e, após terminada, por aí fica, um pouco mais, aquecendo o coração e fazendo prevalecer um sorriso? Assim é este título Dois Anos e Uma Eternidade.
Sem grande ciência, esta narrativa breve capta a essência de valores fortes que conservam o que de melhor existe na humanidade enquanto, de forma breve, nos leva a conhecer os caminhos de um amor perdido e suspenso no tempo, preso às muitas possibilidades a que viramos costas na nossa intimidade

Belíssimo, este pequeno grande livro conta-nos, no passado, como Molly e Ryan se conheceram e se amaram, como igualmente se deixaram influenciar pelo destino e, tristemente, se afastaram. E agora, no presente, amadureceram, singraram numa existência quase feliz, sem nunca esquecerem os laços que os uniram num local mágico, A Ponte. Neste sentido, é nos permitido analisar o poder das decisões que, nem sempre correctas, nos encaminham por destinos, possibilidades que embora não sejam totalmente infelizes, estão longe de ser tudo aquilo que a vida tem para nos oferecer.
A Ponte, enquanto livraria, é à partida um local que facilmente criará empatia com os leitores mas, principalmente para o contexto, é o sonho de Charlie partilhado com Donna. Como todos os sonhos este é frágil e uma fatalidade, tão simples e complexa como uma cheia, permitiu que a enxurrada levasse consigo o passado, páginas e mais páginas de emoções que anteriormente juntaram almas, pedaços de corações e este casal maduro, Charlie e Donna, que a construiu com todo o seu carinho e dedicação. Num culminar de desespero, o próprio Charlie perde com o dinheiro a cabeça... Não lhe resta nada, resta-lhe uma infinidade de segundas oportunidades.

Não conhecia Karen Kingsbury e fui, definitivamente, marcada pela sua inspiração, pela sua voz encantatória e transbordante de sentimentos que me aproximou de quatro personagens ficcionais capazes de provar a verdadeira importância da esperança.
Quer se trate de Molly e Ryan, quer se trate de Charlie e Donna, não existe nada que seja realmente extraordinário nestes casais ou enquanto personagens singulares, existe, isso sim, uma credibilidade, rara e palpável, que nos une às palavras durante toda a narrativa, uma credibilidade que nos permite analisar personalidades e temperamentos com defeitos que os levam a cometer erros comuns mas, também, uma credibilidade marcante por traços cada vez mais ausentes, como a generosidade e o poder da partilha, por pouca que seja, que pode marcar pela diferença. Portanto, mais do que falar sobre as personagens, penso que é importante reflectir sobre as mensagens que passam para o leitor.

Para que fique claro, eu li este livro há mais de três meses mas a sua essência ficou cravada em mim, e logo por aí podem concluir o magnetismo e a excelência das palavras desta autora que, com leveza e relatos breves, ultrapassa a simplicidade que designa um romance.

Entre os muitos pormenores oferecidos, merece destaque ao longo da leitura a importância de existirem fundações de apoio a causas variadas e, em particular, os abrigos de animais – uma visão obtida através de Molly. Mas mais do que centrar-se neste género de apoios singulares, fica reafirmada a mensagem de que cada um pode ter, fazer cumprir, o seu papel no mundo, na medida em que ajudará a construir algo melhor. E, se em boa verdade, este gesto não muda o planeta, é certo que pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

Outro dos temas veementes abordados é a religião, mas mais do que concentrar-se numa crença em particular, este texto transmite uma palavra de fé. Fé no amor, fé no próximo, fé na vida e fé na felicidade. Acreditarmos, ter fé, que podemos ser felizes, mesmo quando o mundo parece querer provar o contrário, é uma tarefa que pode ser árdua e cabe a cada um de nós o reencontro, numa jornada de desencontros - como a descrita na história -, ter fé de que existirá algo mais à nossa espera.

Não poderia deixar ainda de falar sobre A Ponte, a livraria que serve de elo a todos os intervenientes deste texto e que, mais do que um simples local, é um ponto mágico de partilha e de encontro, com a sua história própria. A autora consegue transformar aquele que é o sonho de Charlie em algo único para todos quantos os que buscam prazer com as palavras e com os que com eles se cruzam, mudando as suas vidas e as vidas de terceiros que, sem pedir nada em troca, conquistam e oferecem caminhos de bem-aventurança.

Tudo o que citei anteriormente, enredo, personagens e os seus valores, faz-se acompanhar ao longo do livro com fortes alusões literárias e musicais, o que torna esta leitura mais interessantes. Da mesma forma, é importante reafirmar que durante o livro está sempre presente a existência de segundas oportunidades e a importância de acreditarmos nas mesmas porque são estas, se nunca desistirmos, que transformam os sonhos em realidade e, convenhamos, a realidade sabe muito melhor após a concretização de um sonho.

Um livro que liga o passado ao presente e o presente ao futuro, através de um romance que eu recomendo fervorosamente a qualquer adepto deste género literário que deseje viajar numa realidade ficcional sobre o amor, a esperança e a felicidade.

Karen Kingsbury tem uma escrita simples e acessível, que proporciona uma leitura célere e credível através da pureza encantadora das emoções transmitidas.
As suas descrições são particularmente dedicadas aos sentimentos, havendo apenas o cuidado de situar o leitor espacialmente para que usufrua em pleno da sua narrativa, para quem nada seja deixado ao acaso.

Pessoalmente, eu gostei muito deste livro e esta é uma autora que quero definitivamente reencontrar. Apaixonei-me. Apaixonei-me por um livraria, pelas recordações e pelas possibilidades de alguns momentos, anos, se transformarem em eternidades especiais e únicas quando partilhadas. Afinal, é disso que se trata.

Esta é uma excelente aposta da Topseller para todos os leitores que vos sugiro sem qualquer tipo de restrição.

Título. Dois Anos e Uma Eternidade
Autora: Karen Kingsbury
Género: Romance
Editora: Topseller




Um romance intemporal apaixonante…
Conhecem?

«Um livro de ação constante, repleto de suspense e excitação, que deixa o leitor sem fôlego» - Kirkus Review

Título: Maximum Ride 2: Adeus à Escola
Autor: James Patterson
N.º Páginas: 384
PVP: 14,99 €
ISBN: 978-989-8626-08-0

Sinopse:
Passaram 24 horas desde que Max e o seu bando escaparam do Instituto, em Nova Iorque. Os seis amigos com poderes extraordinários - são 98% humanos e 2% pássaros -continuam a emocionante procura dos seus pais e da verdade sobre quem realmente são.
Embora perseguidos pelos medonhos Erasers, os seis amigos tentam levar uma vida normal, com a ajuda de uma agente do FBI. É assim que voltam a estudar e que Max se apaixona por um rapaz, tentando a todo o custo não desvendar os seus poderes…
Mas para este bando não existem dias normais. Max apercebe-se de que estão a ser alvo de uma emboscada e que terão de abandonar a escola. E a situação é ainda mais grave — ela e os cinco amigos devem, supostamente, salvar o mundo. Mas salvá-lo de quem? Quando? E como?

Livro 1
Série Maximum Ride

Maximum Ride 2: Adeus à Escola. Aí está o n.º 2 da série bestseller internacional que, fruto das excelentes críticas realizadas ao primeiro volume lançado em Novembro de 2012, acreditamos que já está a conquistar os leitores em Portugal.
O género Fantástico veio, definitivamente, para ficar, pois trata-se de um estilo que nos transporta para fora da nossa realidade, que nos faz sonhar. O sucesso de coleções como O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Twilight, entre outras, são excelentes exemplos de como o Fantástico tem conquistado leitores de todas as idades. A série Maximum Ride, com oito volumes publicados, rendeu grandes elogios a James Patterson, o autor que criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade.



Sobre o autor:
James Patterson é o autor que mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, figurando no Guinness World Records. Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros venderam mais de 250 milhões de exemplares. Patterson escreveu diversos bestsellers de grande êxito, entre os quais estão Alex Cross, editado igualmente pela Topseller, Middle School (Escola) e I Funny (Eu Cómico), estas duas  editadas pela Booksmile (ambas chancelas da 20I20 Editora).

Saiba mais em: Topseller


Título: Números: Luta Contra o Tempo
Autora: Rachel Ward
N.º Páginas: 288
PVP: 16,49 €
ISBN: 9789896681548

Sinopse:
Se soubesses o dia da morte das pessoas mais importantes da tua vida, o que farias? Jem Marsh esconde um poder espantoso, mas terrível: sempre que olha alguém nos olhos, vê a data da morte dessa pessoa. Órfã, com uma família adotiva que não a compreende, e rejeitada pela escola, vive permanentemente em luta com o seu destino. Mas, quando se apaixona por Spider, tudo muda. Jem compreende então que, mesmo sendo diferente, é possível ser feliz. Um dia ao encará-lo nos olhos, Jem apercebe -se de que a morte de Spider está muito próxima, relacionada com um terrível atentado em Londres! Conseguirá Jem mudar o destino do seu namorado — e transformar a sua própria vida?


Sobre a autora:
Rachel Ward é uma das mais reputadas novas autoras do Reino Unido. Entre 2009 e 2011 publicou a aclamada trilogia. Números, que rapidamente se tornou um êxito internacional.
O seu livro Números: Luta Contra o Tempo ganhou prémios literários no Reino Unido e na Alemanha, incluindo o Angus Book Award, o Oxfordshire Book Award, o Hounslow Book Award e o Wandsworth Fabulous Book Award. Já foi publicado em mais de 25 países, incluindo Portugal.

Saiba mais em: Vogais


domingo, 23 de junho de 2013
Paixão Sublime sucede a Desejo Subtil e a Sedução Intensa na série À flor da pele.
Ao longo do último ano, com a publicação, pela 5 Sentidos, de Desejo Subtil e Sedução Intensa, Lisa Kleypas tornou-se uma das autoras do chamado romance sensual mais apreciadas em Portugal.

Título: Paixão Sublime
Autora: Lisa Kleypas
N.º Páginas: 320
PVP: 14,40 €
ISBN: 978-989-745-008-2

Sinopse:
Quatro jovens damas da sociedade londrina procuram um bom partido. Chega a vez de Evangeline Jenner, a mais tímida, mas também a mais rica, logo que cobre a sua herança. Para escapar às garras da família, Evie pede ajuda a Sebastian, Lord St. Vincent, um conhecido libertino, fazendo-lhe uma proposta irrecusável: que se case com ela, trocando riqueza por proteção. Mas a proposta impõe uma condição: depois da noite de núpcias, os dois não voltarão a encontrar-se na intimidade, pois Evie não quer ser mais um coração partido na longa lista de conquistas de Sebastian. A Sebastian resta esforçar-se mais para a seduzir… ou entregar finalmente o coração, em nome do verdadeiro amor.

Lisa Kleypas é uma autora bestseller do The New York Times, premiada e com uma obra vasta – cerca de 50 romances. A prestigiada revista Publishers Weekly considerou-a «francamente talentosa».
Desejo Subtil, Sedução Intensa e Paixão Sublime fazem parte de uma série de Lisa Kleypas intitulada À flor da pele.

Série À flor da pele
Livros 1 e 2
Leia as primeiras páginas:
De Desejo Subtil disponíveis aqui;
De Sedução Intensa disponíveis aqui;
De Paixão Sublime disponíveis aqui.

«Uma contadora de histórias francamente talentosa.» - Publishers Weekly
«Kleypas nunca falha. (…) tem um especial talento para fazer os leitores rir, chorar e aplaudir, normalmente logo nas páginas de abertura.» - Romantic Times

Sobre a autora:
Lisa Kleypas é autora de meia centena de romances já publicados em 25 línguas. Licenciada em Ciências Políticas, editou o primeiro romance com 21 anos. Os seus livros figuram constantemente em listas de bestsellers como o The New York Times e a Publishers Weekly. Os seus romances conquistaram já vários prémios RITA, o prestigiado galardão da RWA (Romance Writers of America). Figura no panteão da literatura de cariz sensual ao lado de autoras já bem conhecidas em Portugal, como Madeline Hunter, Elizabeth Hoyt, Mary Balogh, Emma Wildes ou Nicole Jordan.

Saiba mais em: Porto Editora


sábado, 22 de junho de 2013
Sinopse:
Quando Evie Johnson entrou na Escola de Wyldcliffe Abbey para Raparigas, a sua vida mudou de uma forma que não lhe teria sido possível prever: a descoberta da sua ligação a Lady Agnes, os laços especiais estabelecidos com Helen e Sarah e a sua irmandade nos espantosos segredos do Caminho Místico. Acima de tudo, o amor de Evie por Sebastian virou-lhe o mundo do avesso.
Agora, Evie regressa a Wyldcliffe para outro período e mais perigo. Rodeada de inimigos, vive os dias com medo de que Sebastian caia nas trevas da servidão com os Senhores Invictos. O conclave de bruxas de Wyldcliffe conspira para destruir Evie e usar Sebastian para assegurar a sua própria imortalidade. Ela e as irmãs têm de dominar o poder do Talismã antes que seja demasiado tarde. Mas Sebastian não virá, em última instância, a trair Evie?
Nesta continuação de Imortal, a magia e o romance arrebatador atravessam as fronteiras do tempo para gerar emoção e suspense de cortar a respiração.

Se há coisa que eu raramente faço é desistir de um livro e por isso, embora o primeiro título da série Imortal não me tenha convencido, lá dei eu uma oportunidade a Traição - e ainda bem que o fiz. Embora esta narrativa continue a ser de um género literário restritivo, para um público-alvo específico, são notáveis consideráveis melhoras no seu enredo e existe, definitivamente, uma interessante motivação relativamente ao desenvolvimento da história e aos seus intervenientes, devido ciclo que se fecha em torno de Evie. Mas não se iludam, este é um livro juvenil e qualquer leitor de fantasia adulta terá dificuldade em adaptar-se quer à escrita, quer às emoções e atitudes das personagens, embora estas sofram um amadurecimento constante.

Agora familiarizada com o universo misterioso e retrograda da Escola de Wyldcliffe Abbey, reencontramos a nossa protagonista de regresso a este espaço onde, anteriormente, sentiu dor, cresceu emocionalmente mas, principalmente, onde descobriu o amor e a verdadeira amizade, junto de Helen e Sarah que agora considera irmãs.
No entanto, mesmo depois de vencida uma derradeira batalha, que lhe deu confiança em relação às recentes descobertas místicas e horrores escondidos na escola, Evie sabe que o perigo espreita e que tudo ainda se encontra em aberto pois, para além de manter as aparências, terá de lutar contra o tempo, que escoa rapidamente, se quiser salvar Sebastian e conquistar o seu legado deixado por Lady Agnes.

Uma das coisas que me conseguiu agradar nesta história foi, principalmente, o facto de este livro ser o último com Evie enquanto protagonista, isto porque esta personagem não vive as suas relações afectivas de uma forma que considero correcta, mostrando, consecutivamente, uma imaturidade típica da adolescência que eu não compreendo. Da mesma forma, todo o dramatismo, em torno da família e da relação que estabelecida com Sebastian, torna Evie menos apelativa e com o carácter mais sofrido do que guerreiro, quando esta deveria ser uma heroína para os leitores.
Já destacadas anteriormente, mas agora com maior relevância, temos ainda Helen e Sarah. Duas personagens que se vão tornando mais interessantes conforme vão ganhando protagonismo, o que me deixa imensa vontade de ler os próximos livros dois livros da série onde, respectivamente, terão um papel principal.
Relativamente a personagens, é ainda importante citar o aparecimento de um agradável triângulo amoroso que, embora ligeiro, desencadeia o final mais credível e menos floreado. Creio que será uma surpresa muito positiva para muitos leitores.

Esta é, portanto, mais uma de muitas histórias que existentes bastante dedicada aos seus intervenientes, mas ainda assim é de destacar tudo o que se relaciona com o Caminho Místico e a sua bonita ligação aos quatro elementos naturais - água, ar, fogo e terra -, pormenores fantásticos que agora ganham uma relevância superior, estando mais presentes ao longo do texto, tornando esta leitura mais fantasiosa, mágica, e desta feita apelativa para os jovens que procuram a magia nas suas leituras.

É de frisar ainda a ligação mantida ao passado, muito forte, e que julgo que será sempre um dos destaques da narrativa de Gillian Shields. E no que respeita a inimigos, estes poderão também ser um atractivo devido ao facto de estarem relacionados com uma faceta sobrenatural e obscura, para lá da já conhecida retorcida directora, embora não exista nada de muito assustador, reafirmando apenas a dicotomia luz e escuridão, onde as trevas jogam com o conceito de opressão que, por sua vez, envolve o factor tempo, muito importante para impor velocidade à leitura.

Em suma, gostei bastante do desenlace escolhido para os protagonistas, nesta leitura que sugiro a leitores de fantasia que gostem igualmente de romance e decidam dar os primeiros passos em livros alternativos.

Quanto à escrita, não há nada de novo para quem já leu Imortal. Gillian Shields tem uma voz simples e cuidada, onde se denota relativa criatividade conciliada com momentos acção e/ou introspecção dos intervenientes.
Uma das suas particularidades tem que ver com a existência de dois narradores, sendo que anteriormente acompanhava-mos, paralelamente à acção actual, o diário de Lady Agnes e agora acompanhamos as cartas, as desabafos, de Sebastian, algo que, sinceramente, considerei muito menos apelativo.

Esta obra é uma aposta Planeta Manuscrito, da sua diversificada colecção de Livros Fantásticos, que vem conquistando progressivamente um grande número de adeptos.





Imortal (Opinião)



Título: Traição
Autora: Gillian Shields
Género: Fantasia


O que acontece quando se tem tudo e se quer mais?
Um romance intimista e inebriante sobre a infidelidade.
Uma história de amor, luxúria, engano e traição.
Sexy. Urbano. Sofisticado. Indiscreto.

Título: Indiscrição
Autor: Charles Dubow
N.º Páginas: 280
PVP: 17,76 €
ISBN: 9789896574048

Sinopse:
Harry e Madeleine Winslow foram abençoados na vida: têm talento, charme e dinheiro. Harry é um autor premiado e com uma carreira promissora. Madeleine é uma mulher de beleza sublime e graça, cuja bondade e serenidade desmentem a educação privilegiada e vivência no luxo. Ligados por profunda devoção, partilham um amor que provoca inveja.
Num fim-de-semana, no princípio de Verão passado na praia, Harry e Maddy, que estão na casa dos quarenta, conhecem Claire, uma jovem aparentemente inocente e inteligente, que desperta com sua a juventude e ingenuidade desarmante uma admiração no casal.
Atraída pelo inegável magnetismo dos Winslow, Claire entra na vida no casal.
Mas, ao longo do Verão, a amizade e reverência transformam-se em desejo perigoso. O que irá abalar e poderá destruir o mundo dos Winslow.
Uma história de amor, luxúria, engano e traição contada através da perspectiva de Walter, amigo de infância e apaixonado em segredo por Maddy.

«O maior trunfo de Charles Dubow está na maneira como reinventa e revigora assuntos familiares de uma forma nova e hipnotizante.» - New World Review

«Um romance épico de amizade, traição e amor eterno... excelente.» - Kirkus

Sobre o autor:
Charles Dubow nasceu em Nova Iorque e passou os verões na casa de família em East Hampton.
Trabalhou como empregado de balcão, lenhador e, pastor na Nova Zelândia.
Foi também assessor do Congresso, e editor fundador do Forber.com e mais tarde editor do Businessweek.com.
Vive em Nova Iorque com a mulher Melinda, os filhos William e Lally e o labrador retriver, Luke.
Indiscrição é o seu primeiro romance.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito

Depois do enorme sucesso de 0 Príncipe da Neblina, o primeiro romance de Carlos Ruiz Zafón, autor bestseller do The New York Times, que vendeu mais de 200 mil exemplares em Espanha, e que já está na quarta edição no nosso país, chega agora o tão esperado segundo livro da trilogia da Neblina.

Título: O Palácio da Meia-Noite
Autor: Carlos Ruiz Zafón
N.º Páginas: 280
PVP: 17,76 €
ISBN: 978-989-657-388-1

Sinopse:
Calcutá, 1932
O coração das trevas. Um grande enigma.
Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio.
Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.

Leia as primeiras páginas aqui.

Livro 1
Trilogia da Neblina



«Espero que gostem deste passeio pelo mundo crepuscular de Calcutá nos anos de 1930, onde as sombras da noite são mais espessas do que o sangue.» - Carlos Ruiz Zafón

Uma história de aventura e mistério para jovens dos 9 aos 99 anos.






Sobre o autor:
Carlos Ruiz Zafón é um dos autores mais lidos e reconhecidos em todo o mundo. Inicia a sua carreira literária em 1993 com El Príncipe de la Niebla (Prémio Edebé), a que se seguem El Palacio de la Medianoche, Las Luces de Septiembre (reunidos no volume La Trilogía de la Niebla) e Marina. Em 2001 é publicado o seu primeiro romance para adultos, A Sombra do Vento, que rapidamente se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo de Anjo (2008) regressa ao Cemitério dos Livros Esquecidos. As suas obras foram traduzidas em mais de quarenta línguas e conquistaram numerosos prémios e milhões de leitores nos cinco continentes.


Saiba mais em: Planeta Manuscrito


«Porto, 21 de Junho de 2013 – Mais de 120 pessoas, maioritariamente escritores, assinaram um manifesto pela Feira do Livro do Porto. Parte desses escritores participará num evento intitulado “Não há feira, mas há escritores”, que vai decorrer na Praça da Liberdade, no Porto, nos dias 22 e 29 de Junho, a partir das 17:00.



Manifesto pela Feira do Livro do Porto
A relação entre os escritores e os leitores não se move ao gosto dos interesses de grupos, sejam económicos ou políticos. Move-nos o apreço, a cordialidade, a cumplicidade e o profundo respeito, valores que não podem ficar reféns de manobras palacianas, conveniências políticas ou intrigas mesquinhas. O encontro entre aqueles que escrevem e aqueles que lêem não pode, por isso, estar dependente de decisões administrativas arbitrárias. Ninguém tem o direito, por ação ou omissão, de impedir ou impossibilitar a realização daquele que é um dos mais importantes eventos culturais da cidade do Porto e do Norte de Portugal.
A Feira do Livro do Porto não se realiza este ano e não importa já discutir se a responsabilidade maior cabe à Câmara Municipal do Porto ou à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, ou qual das instituições teve mais, menos ou nenhuma vontade de organizar o certame. Os leitores e os escritores foram privados da sua grande festa anual ao fim de 82 anos de história, facto que apenas pode ser entendido como um gesto de total desrespeito por aqueles que lhe deram corpo.
Os signatários querem, assim, manifestar o seu repúdio pela não realização da 83ª edição da Feira do Livro do Porto. Para além de um ataque à vida cultural portuense, a decisão constitui uma afronta à cidadania e aos milhares de visitantes que todos os anos encontravam na Feira do Livro um espaço de convívio, lazer, partilha e cultura. Os signatários exigem ainda dos responsáveis políticos e corporativos a devolução da Feira do Livro à cidade do Porto, apelando à população e a todos os que, pelo silêncio, não querem ser cúmplices deste esbulho e confisco cultural a juntarem vozes e vontades para que a literatura regresse às ruas e praças do Porto. Queremos que os livros, os leitores e os escritores voltem a ser celebrados na Feira do Livro — como até aqui.
Ainda assim, e porque aquilo que nos move é apenas o irrepetível momento de comunhão que a literatura proporciona, estamos outra vez na Avenida dos Aliados. De várias formas e, sobretudo, com aquela que é a nossa única arma: a palavra.

As sessões vão decorrer nas esplanadas Sá Reis, Ateneia, Celeste e Petisco da Liberdade e vão contar com a presença dos seguintes autores:


O evento incluirá a leitura de textos, a afixação de mensagens (iniciativa “Acorda, Porto!”) e terá livros à venda, pelo que os escritores poderão assinar as respectivas obras, tal como faziam na Feira do Livro do Porto. “Não há feira, mas há escritores” não tem como objectivo substituir a Feira do Livro. É um protesto e uma forma de procurar compensar os leitores pela não realização da mesma.
Pedimos, por isso, a melhor divulgação do Manifesto disponível na página seguinte.

https://www.facebook.com/naohafeiramashaescritores»


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Com o maravilhoso apoio Editorial Presença, chegou ao fim mais um fantástico passatempo aqui no blogue.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro Maze Runner - Provas de Fogo de James Dashner.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime haverá mais oportunidades em breve.

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*34 – João (…) Marinho Porto

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente leitura.

Boas leituras©
Sinopse:
Atravessar o Labirinto devia ter sido o fim. Acabar-se-iam os enigmas, as variáveis e a fuga desesperada. Thomas tinha a certeza de que, se conseguissem fugir, ele e os Clareirenses teriam as suas vidas de volta. Mas ninguém sabia realmente para que tipo de vida iriam regressar...
O segundo volume da série Maze Runner ameaça tornar-se um clássico moderno para os fãs de títulos como Os Jogos da Fome.

Depois de um começo que considerei ligeiramente reticente, introdutório, com o título Maze Runner - Correr ou Morrer a deixar muitas questões em aberto e alguma confusão quanto ao género literário que estava a folhear, finalmente as coisas começam a fazer sentido, e que sentido! 
Neste segundo livro da série Maze Runner deparei-me com constantes cenas repletas de acção, cenários desoladores, algum terror e muita tecnologia enquanto, a pouco e pouco, fui amealhando mais informação sobre esta história, que é a escolha perfeita para os leitores que, como eu, gostem de ficção científica, num contexto distópico e juvenil.

Inteligente, James Dashner conseguiu realmente convencer-me que, com o final do livro anterior, tudo iria mudar, que a experiência científica do qual o nosso protagonista, Thomas, escapou tinha terminado. Nada disso.
Afinal tudo a que assistimos foi apenas o início de algo maior, o início de um teste surreal em que, infelizmente para as personagens, a esperança nascida após a saída do Labirinto é apenas um interlúdio para todo o horror que ainda espera os Clareirenses - os jovens submetidos à experiência no Labirinto no livro anterior. Tudo o resto que possa contar-vos sobre esta história é spoiler - a própria sinopse não adianta muito mais -, isto porque das primeiras às últimas páginas tudo é novidade, tudo surpreender ao longo de um folhear em que tudo pode acontecer - e acreditem que a morte é o menor de todos os pesadelos para Thomas e os seus amigos.

Quanto a personagens, o número de intervenientes aumentou bastante, afinal de contas os nossos estranhos chancos estão agora no cenário consideravelmente mais alargado, mas quem continua a destacar-se é definitivamente Thomas, assim como Teresa, Minho e Aris e, ainda, outras duas personagens que Thomas encontrará posteriormente numa cidade maldita, dois desconhecidos que sem dúvida vos causaram sentimentos ambíguos, emoção que começa a revelar-se em relação a todas as personagens deste enredo.
Mas voltando ao protagonista, este continua a ser os nossos olhos no perigoso universo em que está inserido e, felizmente para o leitor, começa agora a ter pequenas lembranças de um passado antes do aparecimento do Fulgor - pois é, vocês não sabem o que é o Fulgor e eu não vos posso contar -, o que nos permite saber, entre outras coisas, que este já teve uma família. Mais confuso que nunca, este rapaz continua a desenvolver para com o leitor a empatia iniciada anteriormente mas, confesso-vos, que é difícil estabelecer um perfil do próprio quando ele mesmo aparenta ser, tal como todos os outros, uma marioneta alterada nas mãos da CRUEL – pois... vocês também não sabem o que é a CRUEL
Em suma, as personagens são atractivas, mas sendo elas amnésicas e, aparentemente, parte de uma experiência mirabolante em que o real não se distingue do tecnologicamente manipulado eu não me arrisco a fazer juízos de valor, nem mesmo sobre Thomas. É uma klunk.

Personagens à parte, passemos ao mais importante, os cenários e o universo desenvolvido em Maze Runner - Provas de Fogo, que são absolutamente fantásticos.
Todos os leitores já ouviram falar do Big Brother e, em parte, isso é algo que irão encontrar neste livro. Tudo, absolutamente tudo o que se passa neste livro é aparentemente espiado, analisado e alterado visando o estudo de variáveis comportamentais e emocionais dos intervenientes. Desde uma alteração atmosférica, passando por um edifício ou os próprios indivíduos, nada do que o leitor lê pode ser real e isso, para mim, é arrepiante - não admira que traca-se seja palavra comum no vocabulário dos chancos. E por falar em vocabulário, o dialecto utilizado no livro anterior mantém-se, e ao que parece foi criado pela dita CRUEL para evitar que os jovenzinhos dissessem impropérios, o que me parece muito bem, atendendo que a vida deles já é uma verdadeira klunk.

A grande novidade deste livro é certamente o aparecimento/descoberta do Fulgor e das suas vítimas os crankos, uma grande klunk, ou melhor, uma doença que leva os seus portadores à insanidade total, até ao momento em que estes começam a comer outros seres humanos. Zombies? Eu não chegaria a tanto, mas quem sabe estejamos perante os eternos mortos-vivos? Só vos posso dizer que, com algum humor, este é mais um dos grandes mistérios criados por James Dashner que me manteve fascinada durante todo o livro.  

Outros pormenores de que gostei envolveram muito sangue e tecnologia, duas coisas que abundam neste livro, sendo a primeira proveniente muitas situações criadas pela segunda.
Quem escolher esta leitura deve, portanto, ter o estômago preparado para momentos de adrenalina pura em que um dos intervenientes acaba, provavelmente, mutilado, confuso ou morto, logo após um momento de muita violência em que os seus instintos de sobrevivência são levados ao limite. Tudo isto com a palavra traição a pairar entre todos eles, sem que se saiba quem é, ou não, realmente um companheiro leal neste distópico e Admirável Mundo Novo, onde o autor não se priva de expor o mal como ele realmente é, cruel – embora a mensagem passada seja contraditória, - «Cruel é bom.» -, eu sei que não perceberam mas perceberão quando lerem. Gostei!

Em suma, a série Maze Runner, embora seja um leitura viciante, é complexa ao criar uma distopia quase perfeita, acabando mesmo por levar esta história para um patamar de eleição. A perspectiva de que tudo pode acontecer e de que ao mesmo tempo esse "tudo" pode não passar de uma criação de terceiros é para mim fascinante, pelo que não resisto a sugerir esta leitura a todo o tipo de leitores que gostem de ficção científica e que tenham uma mente aberta para analisar e observar esta experiência aterradora.

No que respeita da James Dashner espero, sinceramente, que me tenha preparado um final em grande, porque neste momento, enquanto leitora, a envolvência é extrema e a curiosidade imensa. De qualquer forma, a genialidade para criar algo com tantos lugares comuns aos leitores deste género literário e, ao mesmo tempo, conseguir amplifica-los de forma surreal é um mérito que já ninguém lhe tira.
Quanto à escrita nada tenho a apontar, é simples e com muitos diálogos, o que promove uma leitura rápida, e quando se torna mais descritiva, é rica em momentos de acção ou descrições arrepiantes para causar suspense - descrições essas que tive que reler muitas vezes para acreditar no que estava a ler.

Pessoalmente… estou sem palavras. Aliás, peço desde já desculpa se o que acabaram de ler é confuso, mas demorei mais do dobro do tempo habitual para tentar pôr por palavras a minha opinião sobre este livro sem vos contar demasiado sobre as suas páginas - no último livro da série vou fazer imensos spoilers, de certeza.
Aproveito ainda para vos confessar que encarei as personagens em geral como objectos, daí não as desenvolver, e que as dúvidas que sinto em relação a tudo o que se passou são tantas que, neste momento, ainda tenho um nó cego cerebral. (Convido quem ler este livro a enviar-me email com o seu feedback, gostava mesmo de falar mais sobre ele e saber segundas opiniões.)
Por fim, espero que no próximo livro, The Death Cure, exista ainda mais mortes, pois quero os verdadeiros culpados aniquilados e não me interessa quem eles são porque neste momento não se odeio ou gosto de qualquer um dos intervenientes. E convido-vos, ainda, após esta leitura, a ler uma memória extra do Thomas, Thomas’s First Memory of the Flare.

Mais uma fantástica aposta Editorial Presença para jovens e graúdos que desejem descobrir algo alternativo com as suas leituras, algo que os fará pensar e reflectir sobre a humanidade, os seus limites e as suas ambições.






Maze Runner – Correr ou Morrer (Opinião)


Título: Maze Runner – Provas de Fogo
Autor: James Dashner
Género: Young Adult, Distopia, Ficçaõ Científica
Editora: Editorial Presença

Para mais informações sobre Maze Runner – Provas de Fogo clique aqui.


Redes Sociais

*Passatempo Halloween*

*Passatempo Halloween*
Passatempo - Resultado!

*Planeta*

*Planeta*
Passatempo - Resultado!

2017 Reading Challenge

Elphaba J has read 0 books toward her goal of 50 books.
hide