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Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Esporadicamente, ou talvez um pouco mais, a vida tem curiosidades fascinantes, capazes de nos fazer pasmar e reflectir sobre as mesmas durante um determinado período de tempo.
Recentemente, numa entre tantas outras aulas, a docente que eu atentamente escutava, ou não, expressou a sua aversão pelo amoroso boneco infantil da marca Continente – que muitos de vós conhecem por Popota.

Doce, bondosa e idealizada para inspirar o imaginário infantil, ou assim pensava eu, a verdade é que a Popota se encontra anormalmente desenvolvida para o seu público em particular. O que até pode ser aceitável por alguns pais se olharmos para algumas excepções dos nossos dias…

Fonte
Adiante.
Ouvindo o tormento da dita docente, tal e qual carpideira, continuamente, em torno da dita blasfémia que é este diabo de rosa, que «envenena a alma» dos inocentes, começaram a surgir-me diversas questões – e não só! -, que enquanto não partilhar convosco sei que não seguiria em frente.

© (1) Será culpa da Popota se os mais pequenos agora ouvem música de discoteca quando eu, com a mesma idade, ouvia Onda Choc?

© (2) Será o, cada vez mais exigente e pueril, público que simplesmente influencia a comunicação?

© (3) Será a Popota uma criação alienada para possuir a geração que, possivelmente, mais contribuirá para a destruição do planeta?

© (4) Ou será a Popota apenas mais um desenho animado da moda que estimula o consumo como tantos outros? (Há gostos para tudo – algo que eu não discuto!)

*Temo que a docente escolhesse a opção 3.*

Sinceramente não sei, mas que a boneca vai fascinando e conquistando, isso é certo! E desde que apareceu não há dúvidas da sua influência e sucesso.
Ora vejamos um exemplo recente de seguida.

O aparecimento da Popota para dar as boas-vindas ao Natal…


… e como eram as meninas da sua geração.


Como foi a última publicidade do Continente….


… e como estão agora as ditas meninas!



*Uma risota dizia a boneca, sim pois!*

Tenho a dizer que não tenho nada contra a Popota, estou sempre a trautear as músicas quando aparecem e sou fã, fã mesmo, da música da Miley Cyrus, Wrecking Ballacho que a letra está encantadora e o vídeo extremamente bem feito, agora as cenas com conotação mais… isso!... é que pronto.

Enfim, volta Maia, estás perdoada *.*



Boas leituras ©

1 comentários :

Isabel Maia disse...

Elphaba, diz antes "Leopoldina volta que estás perdoada!". Porque na minha infância Natal era sinónimo de Leopoldina. Mas uma Leopoldina rústica, versão Mundo Encantado dos Brinquedos colheita anos 90 :)

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