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Adoradora de literatura em geral.
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domingo, 29 de agosto de 2010
Hoje apeteceu-me mudar.

O meu antigo fundo do blogue era mais adequado ao meu género favorito de leitura, fantástico, mas penso que se tornava demasiado cansativo por ter variadíssimos pormenores.

Assim, por curiosidade, hoje decidi fazer uma pesquisa sem compromisso pela Web e deparei-me com imagens maravilhosas da autoria de VLADSTUDIO.

Optei por esta, uma árvore de livros, quem não gostaria de ter uma?

As árvores podem ser centenárias assim como os livros, esta imagem faz-me meditar sobre como a cada palavra, página, livro me ajuda a cultivar o meu gosto pela leitura… Que a minha árvore nunca deixe de crescer, evoluir é o meu desejo.

Em primeiro lugar quero agradecer este livro à Saída de Emergência, pois foi me oferecido no Primeiro Encontro BANG!, onde tive a sorte da presença do David Soares que me autografou o mesmo.

Sinopse:
“Uma vila assombrada por um misterioso visitante, vestido de negro, que traz consigo matilhas de cães. Uma alma prisioneira num corpo imprevisto que se transforma em algo que não deveria existir. Uma criatura fantástica que descobre a sua identidade com a ajuda de um inabilitado. Associando fantasia, realismo mágico e horror, David Soares convida-nos para uma viagem que não voltaremos a esquecer.”

Este livro encontra-se divido em três contos:
- Cara-Em-Obras;
- Hinos A Um Ser Superior;
- Os Ossos Do Arco-Íris (que dá nome ao livro).



O Cara-Em-Obras é um conto que nos vai embalando com alguma expectativa através de vários personagens até ao nosso protagonista... o Cara-Em-Obras, um ser mal-formado que faz qualquer zombie parecer um príncipe! O autor introduz ainda a temática sexual a estas criaturas inimagináveis, dando-nos a sensação de estarmos enredados no lado mais putrefacto de um qualquer subconsciente. Sem dúvida um Horror!



Os contos seguintes, Hinos A Um Ser Superior e Os Ossos Do Arco-Íris, seguem a mesma temática, criaturas tiradas dos nossos pesadelos cometem atrocidades capazes de nos fazer fechar os olhos a meio da leitura como faríamos em qualquer filme de terror - “por favor, consigo ver mais” 


Não sabia o que esperar, mas não consegui surpreender-me de uma forma positiva com esta leitura.
Eu sou muito emotiva e não encontrei qualquer elo de ligação com estas histórias, repletas de horrores que só poderiam ser retirados de um local muito recôndito e obscuro do ser humano. Ler estes contos foi como ver alguns pesadelos tornados realidade, mas no fundo penso que era isso que o autor desejava transmitir…



Todas estas três histórias, abomináveis (no sentido literal da narrativa), conseguiram passar-me completamente ao lado, mas atenção não tiro o mérito a imaginação e criatividade de David Soares, muito pelo contrário, pois com uma escrita negra e crua conseguiu expor cenas medonhas, ferir susceptibilidades - como a minha - o que terá algo valor. (Admito que houve momentos a meio da minha leitura em que me senti grogue, sem dúvida.)



Recomendo a quem gosta de ler histórias de Horror, já eu lamento não ter conseguido ganhar qualquer tipo ligação com o autor, mas ainda não me dou por satisfeita e hei-de adquiri algo mais do David Soares para tirar as teimas.


Título: Os Ossos do Arco-Íris
Autor: David Soares
Género: Fantástico, Horror.
Editora: Saída de Emergência
sábado, 21 de agosto de 2010
Sinopse:
“Estes são tempos negros para Robert Baratheon, rei dos Sete Reinos. Do outro lado do mar, uma imensa horda de selvagens começa a formar-se com o objectivo de invadir o deu reino. À frente deles está Deanerys Targaryen, a última herdeira da dinastia que Robert massacrou para conquistar o trono. E os Targaryen sempre foram conhecidos pelo seu rancor e crueldade…

Mais perto, para lá da muralha de gelo que se estende a norte, uma força misteriosa manifesta-se de maniera sobrenatural. E quem vive à sombra da muralha não tem dúvidas: os Outros vêm aí e o que trazem com eles é bem pior do que a própria morte…

Ainda mais perto, na Corte, as conspirações continuam. O ódio entre as várias Casas aumenta e desta vez o sangue mancha os degraus dos palácios e o veludo dos cadeirões dourados. E quando para que nada poderia piorar, o rei é ferido mortalmente numa caçada. Terá sido um acidente ou um assassinato? Seja como for, uma coisa é certa: a guerra civil vem aí!”


A Muralha de Gelo, de George R. R. Martin é a segunda parte do título original “Game of Thrones” que a editora Saída de Emergência optou por publicar em dois volumes separados (opinião do primeiro volume  A Guerra dos Tronos aqui), é fácil apercebermo-nos deste facto se verificarmos que a introdução às personagens é mais profunda no primeiro volume, enquanto no segundo podemos verificar uma maior evolução destas, bem como o desfecho de alguns acontecimentos que nos deixaram enredados de curiosidade no volume anterior.

Com muita pena minha é um volume triste, pois algumas personagens pelas quais já reunia carinho vêem-se agora com destinos tão cruéis e reviravoltas tão surpreendentes que só mesmo o grande Martin para conceber algo desta dimensão na história. O autor não poupa as personagens principais assim como não se inibe de dar ênfase a personagens secundárias.

É também neste volume que a magia começa a despertar aos poucos e a fantasia começa a revelar-se de entre a bruma criada pelo autor, desmitificando superstições e abrindo caminhos nos misteriosos trilhos que algumas personagens iram percorrer.

Como podemos verificar na sinopse a conspiração política está cada vez mais intensa e tudo pode acontecer, os Lannister parecem estar por cima neste segundo volume mas é lago facilmente contornável pois a Guerra ainda agora está a começar e o sangue das primeiras batalhas ainda agora começou a regar as Casas.

Neste jogo pela sobrevivência a família Stark corre cada vês riscos mais, quer a nível emocional quer físico, será que aguentaram e conseguiram manter a honra e força da sua Casa até ao fim?


Não me canso de elogiar mais uma vez a escrita de Martin, que apesar de expor um mundo bastante complexo e repleto de personagens, não deixa de ser simples e sem narrativas exageradas para explicar o seu universo. A sua prioridade passa pela acção e desenvolvimento e isso está à vista do leitor.

Por fim, podia escrever inúmeras linhas sobre as personagens que me tem preenchido o imaginário e ainda assim deixaria muito por dizer, por isso desta vez, vou ainda poupar-vos a inúmeros spoilers sobre estas magníficas personagens mas não prometerei conseguir fazê-lo de futuro… Boas Leituras.


Título: A Muralha de Gelo, "As crónicas de Fogo e Gelo – Livro 2"
Autor: George R. R. Martin
Género: Fantástico
Editora: Saída de Emergência
sábado, 14 de agosto de 2010
 Sinopse:
Eu não sou cobarde. Quero deixar isso bem claro. Mas, depois de a minha vida se transformar num filme de terror, passei a levar o medo muito mais a sério. Tinha-me tornado na Dra. Carrie Ames apenas há oito meses, quando fui atacada na morgue do hospital por um vampiro. Haja sorte. Por isso agora sou uma vampira e descobri que tenho um laço de sangue com o monstro que me criou. Este funciona como uma trela invisível, pelo que estou ligada a ele, independentemente daquilo que faça. E, claro, ele tinha de ser um dos vampiros mais malévolos à face da Terra. Com o meu Amo decidido a transformar-me numa assassina sem escrúpulos e o seu maior inimigo empenhado em exterminar-me, as coisas não podiam ser piores - só que me sinto atraída pelos dois. Beber sangue, viver como um demónio imortal e ser um peão entre duas facções de vampiros não é exactamente o que tinha imaginado para o meu futuro. Mas, como o meu pai costumava dizer, a única forma de vencer o medo é enfrentá-lo. E é isso que irei fazer. Com as garras de fora.”



Um dia, Dra. Carrie Ames é uma jovem médica em inicio de vida e carreira, com um futuro propício pela frente a custo de grande dedicação e concentração total em prol dos objectivos profissionais.

No outro, é confrontada com um vampiro que a ataca na morgue do hospital onde trabalha e por infelicidade engole o seu sangue, o que a transforma em algo que ela nem sequer ousa imaginar do que se trata. Assim fica Carrie sem rumo na sua vida e tudo o que sempre lutou para alcançar rapidamente transformando-se em pó. A vida tem destas coisas!



Neste primeiro livro da saga Laços de Sangue, vivemos a narrativa na voz de Carrie para quem o mundo adquiriu uma nova forma aterradora e irreversível.


Após o dia fatídico em que ingeriu sangue de uma criatura obsoleta de caninos afiados, quase a levando às portas da morte, todos os sentidos de Carrie buscaram incessantemente explicação para o que lhe poderá estar a suceder e é no meio dessa busca que um dia Carrie entra na loja de Nathan, o vampiro que trará novamente luz a sua vida, bem como escolhas repletas de escuridão.

Nathan, é um vampiro que vive à custa da morte dos da sua espécie. Pago para isso, trabalha numa Organização que supostamente luta contra o mal em que qualquer criatura metamorfoseada em vampiro se transforma.

Mas muito mais que isso, este é o personagem que leva Carrie a tentar encontrar um novo rumo na sua nova vida, uma vida perigosa tendo em conta o vampiro que a transformou, é a face do mal e o maior inimigo de Nathan, Cyrus.


Numa narrativa contínua e arrebatadora, envolvida em mistério e momentos de tensão a autora Jennifer Armintrout leva-nos a descobrir os conflitos de Carrie. Sentindo uma atracão muito especial por Nathan (o seu salvador) e presa ao Laço de Sangue de Cyrus (aquele sem o qual julga não conseguir viver), a nossa personagem vê-se encurralada entre os lados opostos de uma facção em guerra constante que lhe poderá custar não só a sua vida, mas também daqueles que fazem parte do seu novo Eu.

Com um leque de personagens secundárias bem concebidas, como por exemplo Dhalia, uma Bruxa muito poderosa que não vê meios para atingir o seu fim, a conquista da sua transformação sob os caninos do homem que ama, Cyrus. Este livro acabará por se tornar numa agradável surpresa mesmo para aqueles que não medem meios para por cruzes em cima de todas as histórias com vampiros.

Não deixaram de sentir a impulsividade de virar mais uma página sobre a vida de Carrie, que com momentos chocantes e sentimentos capazes de roubar a racionalidade, consegue ao longo de toda a trama resistir com a sua réstia de humanidade, determinação e convicções. Uma personagem quase real, com um humor incontornável que nos vai prender a si ao longo de uma escrita dirigida para o público adulto, de forma simples mas impossível de largar.

Devo dizer que todas as expectativas que eu tinha em relação a este livro, obtidas através de opiniões muito positivas, foram sem dúvida superadas!


Título: A Iniciação
Autor: Jennifer Armintrout
Género: Dark Fantasy
Editora: Gailivro
domingo, 8 de agosto de 2010
Sinopse:
“Agora é uma cidade secreta onde tudo pode ser vendido e comprado – bens, pessoas, pensamentos, ideias, emoções…
Uma elite bem-sucedida subjuga a cidade, e as crianças, até complementarem doze anos, são mera mercadoria…
O acaso reúne, na velha torre do conde Stelli, Mark e Lily, dois jovens que foram vendidos como servos. De inicio, o seu único objectivo é trabalhar e sobreviver. Mas, gradualmente, vão compreendendo que podem alterar o seu próprio destino e o da própria cidade, ajudando a libertar o seu povo. Mas irão as forças ocultas que os vigiam deixar que os seus planos se coroem de êxito? Que alcancem o grandioso destino que os aguarda? E o que é, afinal, o Pacto da Meia-Noite?
…”


A trama desenvolve-se na Cidade de Agora, uma cidade rodeada por uma muralha, transmitindo aos que dentro desta habitam a sensação que para além destas mesmas pedras nada mais existe. Uma cidade onde tudo se vende e se troca, desde os sentimentos, emoções aos mais simples objectos. Assim é criado um conceito curioso e desperta sem dúvida o interesse do leitor.

Conhecemos este mundo através de Lily e Mark.

Lily, órfã, foi vendida como mão-de-obra aos seis anos para uma fábrica de livros. No dia em que se torna maior de idade, com doze anos e recebe o seu próprio anel de sinete, vê-se confrontada com o facto de já não ter utilidade para o seu ofício e acaba nesse mesmo dia comprada por conde Stelli.
Mark, por sua vez, vê a família ser roubada pela morte devido a um surto de peste. Quando só sobra este e seu pai, é também ele transformado num contrato e vendido ao neto do conde Stelli, Dr. Theophilus.

E é aqui que estas duas personagens com realidades tão semelhantes e sentimentos tão opostos em relação ao mundo se cruzam pela primeira vez. Será obra do acaso?

Neste mundo em que não existe moeda, mas sim uma constante troca de bens, estes dois jovens-adultos vão travar lutas distintas em realidades opostas, com um constante encruzilhar de caminhos e uma amizade verdadeira.

Sendo esta história complexa, em que as emoções são um factor dominante não me vou prolongar nos spoilers. Contudo a imaginação de David Whitley não pode de forma alguma ser posta em causa. Deixou-me ainda duas questões que me fizeram reflectir:
- Até que ponto a vida humana pode ser uma moeda de troca?
- Até que ponto uma emoção pode ser vendida tornando-se uma droga?

Deixo-vos ainda um pequeno excerto para vos aguçar a curiosidade.
“ - Quero a verdade – declarou.
O Director pousou a pena.
- Um pedido imenso, menina Lilith. Existem tantas verdades.
- Não tantas como mentiras.
O Director ponderou por um instante e abanou a cabeça.
- Não posso concordar consigo. A verdade consiste em tudo o que existe. As mentiras limitam-se ao que a mente humana é capaz de conceber.
- Isso não me parece muito limitado.”


Este é um daqueles livros que adquiri às cegas… E apesar de não estar arrependida da aquisição, não é de todo um livro que me tenha enchido as medidas.

Direccionado para o público infanto-juvenil (algo que não concordo totalmente, confesso) proporciona uma leitura acessível e agradável. Apesar da imensa imaginação do autor David Whitley e do conceito atractivo abordado, não consegui agarrar-me á história.


PS: Segundo me consta haverá continuação, tornando-se assim uma trologia, mas com tantos livros e de grande qualidade no mercado não sei até que pronto estou disposta a utilizar a minha moeda de troca :)


Título: O Pacto Da Meia-Noite
Autor: David Whitley
Género: Fantástico
Editora: Editorial Presença
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sinopse:
“Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, recebe a visita do velho amigo, o rei Robert Baratheon, está longe de adivinhar que a sua vida, e a da sua família, está prestes a entrar numa espiral de tragédia, conspiração e morte. Durante a estadia, o rei convida Eddard a mudar-se para a corte e a assumir a prestigiada posição de Mão do Rei. Este aceita, mas apenas porque desconfia que o anterior detentor desse título foi envenenado pela própria rainha: uma cruel manipuladora do clã Lannister. Assim, perto do rei, Eddard tem esperança de o proteger da soberana. Mas ter os Lannister como inimigos é fatal: a ambição dessa familianão tem limites e o rei corre um perigo muito maior do que Eddard temia! Sozinho na corte, Eddard aapercebe-se que também a sua vida nada vale. E até a sua família, longe no norte, pode estar em perigo.

Uma galeria de personagens brilhantes dá vida a esta saga. Entre eles estão o anão Tyrion, a ovelha negra do clã Lannister; Jon Snow, um bastardo de Eddard Stark que, ao ser rejeitado pela madrasta, decide juntar-se à Patrulha da Noite, uma legião encarregue de guardar uma imensa muralha de gelo a norte, para lá da qual cresce uma assustadora ameaça sobrenatural ao reino. E ainda a princesa Deanerys Targaryen, da dinastia que reinou antes de Robert Baratheon, que pretende ressuscitar os dragões do passado e, com eles, recuperar o trono, custe o que custar.”


Eram muitas as expectativas que tinha criado em torno da escrita de Goerge R. R. Martin… E todas elas foram superadas!

O primeiro livro das suas crónicas, ao contrário do que eu julgava, apresenta-se com um véu sobre o género fantástico a que me habituei. Não nos é mostrada a fantasia de forma explícita mas ela está lá. Ora sobre Lobos Gigantes e superstições, histórias antigas sobre seres que preenchem os pesadelos de crianças, quase perceptíveis aos olhos comuns, ou até sobre uma casa descendente de Dragões reais.

Uma trama evolvente, rodeada de mistérios, intrigas e conspirações políticas, com a verdade apresentada a cru, sem medos, sem finais felizes é sem dúvida um livro dirigido para o público adulto.

A compreensão do livro em si pode ser um pouco confusa de inicio uma vez que este não se apresenta dividido por capítulos mas sim por personagens, ainda assim a leitura é contínua e vicíante, sob a vista alternada de 8 personagens principais:

*Daenerys Targaryen.
*Tyrion Lannister
*Jon Snow
*Eddard Stark
*Catelyn Tully Stark
*Bran Stark
*Sansa Stark
*Arya Stark

Muito ricas e bem desenvolvidas como eu nunca tinha tido o prazer de presenciar até agora, todas elas são marcadas pela diferença com papéis cruciais ao longo de toda a trama, estas personagens transformam a nossa leitura num acto empolgante que desejamos que não tenha fim.

Com o desenvolvimento das personagens a trama vai também ficando cada vez mais envolvente, nada fica ao caso e nem mesmo as personagens secundárias foram capazes de me desiludir bem como o mundo criado por Martin, onde estas ocupam.

Ao terminar este livro fiquei com a sensação que daqui para a frente não irei parar de me surpreender, e aqueles que adorei podem cometer actos que irei repudiar, assim como o oposto poderá vir a acontecer. Tudo em aberto, para estas vidas, para este mundo e para um futuro fantástico. É com muita ansiedade que vou aguardar para voltar a desfolhar George Martin. (Não vou esperar muito essa é a minha certeza)


Título: A Guerra Dos Tronos, "As crónicas de Fogo e Gelo – Livro 1"
Autor: George R. R. Martin
Género: Fantástico
Editora: Saída de Emergência

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