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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
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domingo, 31 de outubro de 2010
Eis que chega o dia em que inúmeras Elphabas vão para a rua!

Eu não poderia deixar de comentar o Dia das Bruxas. Desejo-vos a todos uma noite muito divertida com mais travessuras que doces, porque rir é o melhor remédio e não faz mal à saúde =D




Resumo da História do Halloween:
O dia das bruxas, é festejado na noite de 31 de Outubro. Teve origem nos antigos povos da Grã-Bretanha e Irlanda, que acreditavam que, a véspera do Dia de Todos os Santos, os espíritos voltavam para suas casas.

Aos poucos, a comemoração foi-se tornando pública e muitos rituais começaram a ser praticados, mas sempre em tom de brincadeira, como adivinhas e jogos para saber quem iria casar ou ganhar muito dinheiro naquele ano.

Com isso o costume de festejar a data foi ganhando adeptos, principalmente entre crianças e adolescentes.

Levado para os Estados Unidos pelos colonizadores, o Halloween é, hoje em dia, uma das festas mais populares do país. Fantasiados conforme manda o figurino fantasmagórico, meninos e meninas percorrem as casas vizinhas repetindo a frase: "Trick or Treat?" (travessuras ou gostosuras), e recebem doces em troca do sossego dos donos da casa.



Sinopse:
“Após dois anos de fuga, Lissa, a princesa da elite de vampiros Moroi, e a sua amiga e protectora Rose são apanhadas e arrastadas de novo para a Academia São Vladimir, escondida nas profundezas da floresta de Montana. Aí, Rose deverá continuar a sua formação de Dhampir, enquanto Lissa será educada para se tornar rainha.
No entanto, é dentro dos portões de São Vladmir que a segurança de Lissa e Rose se encontra mais ameaçada. Os horríveis e sanguinários rituais dos Moroi, a sua natureza oculta e o seu fascínio pela noite criam, um enigmático mundo repleto de complexidades sociais.
Rose e Lissa vêem-se forçadas a deslizar por este perigoso mundo, resistindo à tentação de romances proibidos e sem nunca baixarem a guarda, ou os vampiros rivais farão de Lissa uma Strigoi para a eternidade…”


Este foi daqueles livros que comecei a ler com o receio de não gostar, tinha lido algumas opiniões menos positivas mas como era um livro pequeno resolvi dar uma oportunidade à escrita de Richelle Mead...

Acabei por encontrar uma leitura agradável e inovadora sobre os seres bebedores de sangue, em suma,  uma boa  história de entretenimento.


Quando a história em si, é muito diferente do que estamos habituados no mundo vampírico. Em “Academia de Vampiros” as criaturas que bebem sangue (os Moroi) têm poderes mágicos, afinidades com elementos da natureza, que só podem utilizar para o bem.

Rose uma das protagonistas pertence à raça Dhampir (raça meio-humana), que tem como objectivo ser treinada para proteger os Moroi, mais especificamente Lissa. Com algumas particularidades como o facto de ser viciante alimentar os Moroi e o seu sangue ser muito poderoso para os Strigoi, demónios mortos que não exitam em matar vampiros, vamos acompanhando o dia-a-dia destas jovens na academia onde algo ameaça Lissaaté ao final da histórias corremos ao encontro deste mistério onde muitas outras particularidades nos vão deixando intrigados.

Gostei da personagem Rose pela sua história, sendo muito humana na medida em comete muitos erros também tem características de louvar como a sua determinação, abdicando mesmo de si própria para cumprir o que julga ser o seu destino, proteger Lissa durante a sua aprendizagem e caminho para o trono. As duas terão de estar sempre ligadas para ultrapassar todos obstáculos e as suas particularidades.


Pessoalmente acho que só lendo a história conseguiram compreender um pouco melhor esta complexa sociedade da noite, ainda assim devo alerta-los, a autora foi um pouco descuidada na forma como nos deu a conhecer este mundo, que apesar de revelar também muita imaginção, damos por nós a receber grandes quantidades de informação por página ficando por vezes confusos e inebriados, entendem? Mas vendo o lado positivo, de certa forma ao receber mais informação também serviu de incentivo para ler com mais afinco. O que mais gostei foi o humor característico atribuído a Rose e as suas peripécias tornam esta leitura leve e divertida.

Para quem gosta de fantasia, em especial de vampiros, este é mais um livro agradável onde podem conhecer mais uma forma de recriar esta mítica espécie.


Eu vou continuar acompanhar a série, claro =)


Titulo: Academia de Vampiros
Autor/a: Richelle Mead
Género: Fantástico
Editora: Contraponto
Outubro foi um mês muito contido em aquisições.


Mas tenho de ver o lado positivo, pelo menos consegui começar a ler os livros que tinha na estante em espera, assim sendo comprei apenas o livro “Hex Hall” e que trazia como oferta “A Feiticeira”.



sábado, 30 de outubro de 2010
Sinopse:
“No Pandemonio, a discoteca da moda de Nova Iorque, Clary segue um rapaz muito giro de cabelo azul até que assiste à sua morte ás mãos de três jovens cobertos de tatuagens.

Desde essa noite, o seu destino une-se ao dos três Caçadores de Sombras e, sobretudo, ao de Jace, um rapaz com cara de anjo mas com tendência a agir como um idiota…”


Este foi um livro que me surpreendeu bastante pela positiva. Já andava a namora-lo fazia algum tempo, mas o seu preço, talvez encarecido pela belíssima capa, fazia desta obra uma compra para segundo plano.


Clary Fray é a protagonista que com 16 anos, vai leva-nos a conhecer o mundo dos Caçadores de Sombras.
Certa noite Clary presencia um assassinato que mais ninguém vê, depois dessa noite os dias desta personagem e a sua forma de ver o mundo nunca mais serão os mesmos.

Com alguma maturidade mas também com todas as dúvidas e problemas que a adolescência pode trazer Clary vai encetar a busca pela sua mãe, que desapareceu de forma abruta e impensável.
Sentido se sozinha, a personagem principal desta história vai conhecer e mostrar-nos uma nova forma de ver a cidade de Nova Iorque, acompanhada por Jace um Caçador de Sombras peculiar e os seus “irmãos” Alec e Isabelle. Nem tudo é o que parece nesta nova realidade e em cada esquina poderá encontrar fadas, demónios, vampiros, mutantes entre muitos outros seres do fantástico que no mundo urbano passam por seres humanos normais (mundis).


Não podendo dizer que me senti próxima de alguma das personagens em particular, digo que me senti muito próxima do mundo recriado aos olhos de Cassandra Clare, supera sem dúvida a familiaridade que não encontrei com os protagonistas.

Entranhei-me neste submundo de forma rápida e dei por mim viciada nesta história. Toda a recriação de cenário, novas personagens de fantasia e as suas particularidades deixaram-me saciada.
Quanto à escrita é simples, bem pontuada e a divisão entre cenários possibilita-nos uma maior aproximação e compreensão de tudo o que nos rodeia permitindo-nos pequenas pausas para absorver tudo o que nos foi dado a conhecer. O ritmo é constante e repleto de acção sem momentos mortos torna-se impossível retirar os olhos até chegarmos a ultima página em que sentimos um vazio imenso e deixando-nos a desejar mais e mais.


Vou continuar a ler a esta série e sem dúvida a acompanhar o trabalho desta autora, muito rico em pormenores o mundo dos Caçadores de Sombras vai deixar os fãs de fantasia rendidos, mais que um romance, ou uma personagem, este é um novo mundo que não vão querer perder. Gostei muito.


Titulo: A Cidade dos Ossos - Caçadores de Sombras
Autor/a: Cassandra Clare
Género: Fantasia Urbana
Editora: Planeta
domingo, 24 de outubro de 2010
Sinopse:
"Numa cidade em que nada acontece,
Um segredo poderá mudar tudo.

Lena Duchannes é diferente de qualquer pessoa que a pequena cidade sulista de Gatlin alguma vez conheceu. Ela luta para esconder o seu poder e uma maldição que assombra a família há gerações.
Mas, mesmo entre os jardins demasiado crescidos, os pântanos lodosos e os cemitérios decrépitos do Sul esquecido, há um segredo que não pode ficar escondido para sempre.
Ethan Wate, que conta os meses para poder fugir de Gatlin, é assombrado por sonhos de uma bela rapariga que ele nunca conheceu. Quando Lena se muda para a mais infame plantação da cidade, Ethan é inexplicavelmente atraído por ela e sente-se determinado a descobrir a misteriosa ligação que existe entre eles.”


Este foi um livro que me agarrou logo nas primeiras páginas e foi lido em cada pausa do dia-a-dia por mais breve que fosse.


Esta história foi contada sobre a perspectiva de Ethan Wate um rapaz que aos 16 anos, após perder a mãe num acidente trágico, nos demonstra os seus medos, pesadelos, mágoas, mas também extrema sensibilidade e um coração apaixonado. Tentando sobreviver ao liceu e conviver com um ambiente familiar quase surreal (entre um pai ausente e uma “ama” vidente), descobre que as situações sobrenaturais da sua vida ainda estão por acontecer através de uma Paixão que mudará a sua forma de ver o mundo para sempre.

A culpada dos tormentos de Ethan é Lena Duchannes, que não sendo a narradora (como é usual) é sem duvida também ela a personagem principal. Irreverente e singular, Lena vai revolucionar a pequena cidade sulista e arrebatar Ethan que já sonhava consigo mesmo antes de a ver pela primeira vez.

Personagens bem construídas, Ethan e Lena, sem deixarem de ser típicos adolescentes, demonstram-nos uma maturidade e espíritos fortes, que começam a revelar os primeiros sentidos de um adulto, sabendo bem o que desejam, lutando pelo que acreditam. Um amor Maravilhoso.

Personagens deliciosas são também as Manas centenárias, Macon e Marian que estão sem dúvida dentro das minhas eleitas como secundárias. Sem serem, em grande parte, dignas de relevo ora dão um toque humorístico, ora colaboram para ajudar a desbravar os caminhos tortuosos que esta Paixão apresenta aos nossos jovens.


Diverti-me. Apaixonei-me. E fiquei rendida a estas novas personagens do mundo fantástico, “Encantadoras”, sem dúvida!

Com diálogos fáceis e um humor característico as autoras apresentam-nos um romance fantástico, digno de um sonho, mas também uma atmosfera muito bem construída e sólida através de uma cidade sulista, em que a dureza das gentes e o seu espírito retrógrada preso uma batalha que imortalizou a sua terra, mostram bem as dificuldades que se podem sentir num meio fechado.

Com um mistério por desvendar e uma originalidade sublime Kami Garcia e Margaret Stohl souberam deslindar segredos e cativar o leitor no tempo certo, até à ultima página. Que me recorde não tive momentos mortos, mas sim uma leitura contínua, fluida e fascinante.


Um livro que por mim poderia ficar por aqui uma vez que me sinto plenamente satisfeita, mas conta já com a continuação através de “Beautiful Darkness”, que estreou-se lá fora a 12 de Outubro (mais informações do site oficial das autoras).

Não posso ainda deixar de agradecer, mais uma vez, ao Blogue da Morrighan onde ganhei este livro num passatempo.


Título: Criaturas Maravilhosas
Autor: Kami Garcia e Margaret Stohl
Género: Fantástico, Dark-fantasy, Romance
Editora: Gailivro
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Título Original: Eat Pray Love

Fui ver o filme e simplesmente Adorei!

A história é magnífica, aliás só podia, com uma das minhas actrizes favoritas no papel principal, Julia Roberts… =)

Este filme apresenta-se cheio de cor e sabor, perfeito para despertar sentidos e fazer-nos sorrir com o olhar durante pouco mais de duas horas.

Com uma vertente muito divertida este filme permite-nos uma reflexão sobre nós próprios, de como por vezes, nos deixamos levar pelo coração sem realmente o conhecermos.



Assim Elizabeth Gilbert ou Liz (Julia Roberts), no papel de uma jornalista e escritora premiada, que após um divórcio difícil seguido de uma curta relação parte em busca de si própria, procurando o prazer de viver, a paz do espírito e a felicidade para o seu coração.

Resumindo, na base de toda a história, temos a viagem de uma vida programada por Liz, esta levar-nos-á a conhecer os bairros, pessoas e a deliciosa comida “in una tipica, bella Italia”, abrindo-se assim ao verdadeiro prazer da gula. Após sentir-se preparada, dá seguimento a sua viagem e parte para Índia onde descobre o verdadeiro poder da meditação e oração alcançando assim paz interior para prosseguir com a sua vida, mas ainda não se sentindo completa termina a sua jornada na Indonésia onde alcança o verdadeiro equilíbrio e desperta para o amor da forma mais acertada, inesperadamente!



Um filme realizado por Ryan Murphy, que tem como subtítulo "Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia".

*Para os diálogos uma palavra, maravilhosos.
*Os pormenores culturais, riquíssimos.
*A Eliabeth (personagem principal caracterizada por Julia Roberts), apaixonante!

Este filme preencheu-me por completo as medidas e não sendo eu uma cinéfila inveterada está sem dúvida nos meus filmes preferidos deste ano.

Esta história é baseada num romance já editado pela em 2006 pela Bertrand. Espantosamente esta não é mais do que uma biografia da autora onde narrou a sua viagem pelo mundo! Eu vou adquirir este livro, sem dúvida, quero uma vez mais enriquecer-me de todos os pormenores extasiastes da sua viagem.



Um cheirinho:


Ps: Eu quero ver este filme outra vez, e outra e por favor só mais outra vez, sim? =)
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Sinopse:
"A cidade de Bixby está cheia de segredos.
Alguns deviam permanecer escondidos.

À medida que os midnighters procuram descobrir a verdade sobre a hora secreta, desvendam terríveis segredos que fazem parte da própria história de Bixby e uma conspiração que atinge o mundo do tempo regular. Os midnighters enfrentam perigos de morte e um deles poderá mesmo partir para não mais regressar."


Finalmente terminei o segundo volume da Trilogia Midnighters, digo finalmente porque foi uma leitura morosa devido a circunstâncias externas. Mas sinto-me satisfeita, neste segundo livro consegui sentir uma maior proximidade com as personagens nas quais se consegue verificar uma evolução quer em maturidade quer nas ligações entre si.

Este é um livro de grandes revelações, em continuidade do livro anterior “A Hora Secreta” (opinião aqui), “No Limiar das Trevas” Jessica já conhece o seu poder como portadora da luz, uma arma inigualável na luta contra os predadores da meia-noite, mas nem com o seu poder esta se sente segura neste novo mundo. Felizmente tem Jonathan, o acrobata que combate das leis da gravidade a seu lado, pois neste momento tudo indica que perigos maiores ainda estão para vir e ao que parece os seres malignos da meia-noite não conspiram sozinhos pela sua destruição e quem sabe de todos os Midnighters.

Quanto a Rex e Melissa parecem estar melhor que nunca, com uma evolução crescente na sua já longa amizade a leitora de mentes e o clarividente não descansaram enquanto não descobrirem tudo o que está por detrás do fenómeno da hora azul, eles vivem realmente pela meia-noite e enquanto não dominarem por completo este mundo só deles não iram parar, mas estarão eles cientes de todos os perigos que os aguardam?

A nossa pequena Dess, que por vezes se sente posta de parte pelos seus amigos resolve começar a trabalhar sozinha no seu segredo, descobre então a melhor invenção de sempre para o seu poder de polimatemata, o GPS, e acredita que com a ajuda deste irá conseguir descobrir todo o mistério que existe em torno da meia-noite e Bixby.


Algo é então certo, os nossos 5 adolescentes terão de trabalhar em conjunto se quiserem vencer aqueles que se unem para destruir a sua meia-noite, o seu espaço secreto onde tudo lhes pertence, mas serão estas cinco personalidades distintas capazes de trabalhar como um só?
Que segredos esconde a meia-noite?
Porque são os únicos, ou será que existem mais?


São inúmeras surpresas ao longo da narrativa e a escrita de Scott Westerfeld facilmente nos prende a esta história de fantasia urbana, é magnifica a sua imaginação, a forma como desenvolve toda a trama agora que já conhecemos as personagens, tornando-a mais envolvente que no primeiro livro.

Por mim ficarei a aguardar ainda com maior expectativa a aquisição do último livro desta trilogia, “O Meio-Dia Azul”, onde espero um final grandioso na história das nossas personagens.
Gostei Muito.


Título: No Limiar das Trevas
Autor: Scott Westerfeld
Género: Fantástico, Ficção Científica
Editora: Vogais
sábado, 2 de outubro de 2010
Sinopse:
Num abrir e fechar de olhos, todos desapareceram.

Todos menos os mais novos: os adolescentes, os alunos dos primeiros anos, as crianças pequenas. Não ficou um único adulto. Não havia professores, nem polícias, nem médicos, nem pais. Como também de repente deixou de haver telefones, internet e televisão.
Nenhuma maneira de perceber o que se tinha passado.
Nenhuma maneira de pedir auxílio.
A fome é uma ameaça. A lei é imposta pelos mais fortes. Uma criatura sinistra aguarda na sombra a sua oportunidade. Os animais sofrem mutações. O mesmo acontece com os próprios adolescentes – que adquirem poderes estranhos, inconcebíveis, mortíferos – que se vão desenvolvendo e afirmando de dia para dia.
Um terrível mundo novo. Definem-se facções, o confronto é inevitável. Os miúdos da cidade contra os meninos ricos. Os mais fortes contra os mais fracos. Os que têm poder contra os que não têm. E o tempo escoa-se inexoravelmente. Todos, sem excepção, estão condenados a desaparecer no dia em que completarem quinze anos.”


Este foi um livro que sem dúvida mexeu comigo. Apesar de a história em si não ser transcendente, Desaparecidos, é sem dúvida emocionalmente muito forte.

É de conhecimento geral que até aos 14/15 anos as crianças, regra geral, não têm a sua personalidade completamente definida... muitas das suas características podem ser levadas ao extremo quer para o bem quer para o mal e por vezes com uma inocência arrepiante.


Ao entrarmos em Perdido Beach, logo na segunda página do livro, estamos perante um mundo sem adultos. Todas as pessoas com mais de 15 anos “poff”, desapareceram numa fracção de segundo e em breve descobrimos que todos os que perfizerem essa idade têm o mesmo destino, desaparer para “o desconhecido”(?!).

Imaginem um mundo aberto a todo o tipo de candura e malvadez que só as crianças podem recriar…
Eu pergunto-vos, e os bebés que ficaram nos berços?
E os que não são auto-suficientes?
E o limite de recursos uma vez que não existe produção?

Tudo isto já seria suficientemente catastrófico não fosse as mutações que começam a despertar nos animais e algumas crianças, poderes estranhos que só serve para tornar ainda mais desleal a luta por mais um dia. Bem-vindos a ZRJ, uma zona radioactiva á beira de desespero, numa guerra pela sobrevivência levada ao limite e a luta constante contra o medo.
Não sabemos quem, como ou porque esta catástrofe deu cabo da vida destes miúdos, o que sabemos é que as crianças têm que se tornar homens e sobreviver contra todos os males.


Posso dizer-vos que Michael Grant me proporcionou uma leitura viciante e fluida, com uma escrita agradável e simples (estamos a falar de crianças até aos 15 anos). Mas também foi um excelente livro de entretenimento que me deu muitos momentos de reflexão. Um livro para miúdos e graúdos sem dúvida. E é com imensa expectativa que vou aguardar o segundo volume, espero eu que para breve…

Senti-me muito susceptível durante esta leitura e para mim vai sem dúvida para o meu top de leituras de 2010.


Ps: Livro ganho num passatempo do Blogue da Morrighan, muito Obrigado!

Título: Desaparecidos
Autor: Michael Grant
Género: Ficção Científica
Editora: Planeta
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Esta semana andei a vaguear por terras distantes, perdida entre a fantasia e sonhos mas não foi por entre os livros… por surreal que isso me possa parecer até para mim! A culpa foi do Merlin, claro!
“Numa Terra de mito e numa época de magia, o destino de um grande reino assenta nos ombros de um jovem rapaz.
O seu nome… Merlin

Esta semana devorei as duas temporadas completas desta série e os novos episódios da terceira temporada e só vos posso dizer que adorei!

Pobre Merlin, desfaz-me a alma com os seus medos e duvidas, assim como me preenche com a sua coragem e bondade.

Fiquei fã da sem dúvida…



Mas voltando aos livros, comprei “No Limiar das Trevas” de Scott Westerfeld, que já comecei a ler muito lentamente...(culpa do Merlin, claro!)

Ofereceram-me “Academia de Vampiros” de Richelle Mead.

E chegou o livro “Criaturas Maravilhosas” de Kami Garcia e Margaret Stone. Prémio obtido num passatempo no Blogue da Morrigahn, estou muito curiosa para o ler. Obrigado Morrigahn!


 


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