Pesquisar Histórias:

Subscrever...

A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

Aviso:
Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

Contacto:

Blog Archive

Com tecnologia do Blogger.

O Que Escrevo...

Seguidores

Próximas Opiniões...

Acasos Felizes
Um Mar de Rosas
Euro Pesadelo: Quem Comeu a Classe Média?
Pivot Point
Kafka Para Sobrecarregados
Amores contados
Maligna
A Revolta
A Marca das Runas
Un mundo feliz
Filha da Magia
Frankenstein
As Cinquenta Sombras Livre

Blogues Com Histórias...

domingo, 22 de outubro de 2017

Durante a nossa vida vamos criando laços indissociáveis na memória que, contrariamente a instantâneos anulados por sobreposição ou instinto, permanecem em pequenos infinitos. O cheiro do colo de uma mãe (para sempre); um mojito à beira de um rio numa noite sem estrelas; a textura daquele cabelo entre os meus dedos; as letras que parecem sobressair como a calçada ao caminhar por Penafiel
Sou suspeita. Dentro de mim não existe uma imagem desta cidade, que tão carinhosamente me recebe, que não tenha sabor ou palavras. 



Primeira impressão, Restaurante IPI – Instituto Plural de Interior. A receção perfeita para um palato que ainda recordava o quão bem se come nesta cidade. Escolhi algo doce e picante após a entrada salgada, despertei este sentido como quem se prepara para ajustar a mente às curiosidades que se seguiriam. 


Já confortável, ambientada, vi inaugurar-se a Arte Pública. Jovens, porque Penafiel aposta na formação para a educação desde a meninice, representaram e tocaram eternizando a sabedoria de anteriores homenageados, enquanto nas ruas até um olhar desatento ficaria preso aos alertas de contaminação literária, às caixas de escrita, à janela da vizinha e aos pormenores que nas montras – do talho, do café, da loja de vestuário – transformam o comum em imaginário e ficção. É este cuidado que torna tudo tão especial, que faz uma mulher de pormenores encantar-se pela beleza de um interesse generalizado. 


Vi pela primeira vez o Senhor Sério, que conheço pela pertinência do comentário, no Museu Municipal de Penafiel. Não lhe prestei muita atenção, havia muito para absorver e fui caminhar, ver coelhos brancos acenar-me da Assembleia Municipal, de um charmoso salão de chá, da verde Praça da República, enquanto me questionava onde estaria Alice. Num cenário tão surrealista, com as figuras que se mesclavam com a população, algo mágico tinha de acontecer… 
Aconteceu o descerramento de uma frase – «Escrever é usar as palavras que se guardam: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.» – e a silhueta do seu autor. Afinal, a Alice que eu procurava era Miguel Sousa Tavares, em quem comecei a reparar, comecei a escutar, ainda ao longe e através de breves comentários.


«Tudo isto vem mostrar aos leitores que os autores existem, são pessoas como as outras…»
«Não sei explicar até hoje de onde vem a inspiração.»
«Gosto muito do silêncio causado pela chuva.»
Curioso.

Escureceu e foi outra vez a comida a rainha mas, desta vez, com o homenageado presente. Eu sabia que ao anoitecer ficaria finalmente entrosada na sua prosa e na verdadeira razão de estar aqui; além de me sentir feliz por ter a oportunidade de respirar Escritaria.

Encaminhámo-nos para a reedição do título O Planeta Branco, no Museu Municipal de Penafiel.
Os mais pequeninos deram o seu cunham infantil à representação de Ismael e Chopin – um coelho bravo e um pianista – mostrando a simplicidade da vida e da descoberta, aliadas uma sonoridade hipnotizante e só conseguida pela curiosidade pueril, pontuada de ilustrações, da ilusão de quem se permite ganhar asas para criar. 
Uma interpretação tão bonita queridos leitores, tão bonita!
Muita inocência, uma flauta, uma viola, um xilofone e vozes suaves a fazerem magia com a ferramenta literatura. Numa história que é para eles, todos saímos a ganhar. 

Por fim, o quadro de presenças falou e Alberto Santos agradeceu. Já o seu editor recordou a importância da literatura infantil e alertou para a necessidade de educar para a leitura, de investir nos mais pequenos, enquanto a convidada Cristina Ovídio partilhou recordações, fez analogias perspicazes e intemporais sobre o texto e deixou vir ao cimo a emoção que é Penafiel por estes dias. Concordo com todos eles.
Por fim, Miguel Sousa Tavares foi breve mas certeiro como o reconheço. Contou-nos que escreve para si; que quando escreve para os mais novos pretende não perder a capacidade da expressão simples, pois é tão importante chegar às crianças como aos adultos. Diz reciclar-se ao fazê-lo para os mais pequenos – além de combater os inimigos da leitura: o entretenimento fácil a que todos sucumbimos – pretendendo ainda ajudar os professores, tentando tornar mais simples a ação da leitura. 
Sousa Tavares falou sobre o acontecimento que deu origem à escrita O Planeta Branco, uma morte e a dificuldade de explicar a uma criança, sem recorrer à religião, a finitude da vida, a aceitação. Uma história tocante, nascida do gesto nobre para ajudar os outros. 


Em última análise, foram horas muito especiais para alguém que procura sempre deixar-se “contaminar” pelas palavras. Este ambiente, que já vos sugeri anteriormente, é verdadeiramente singular e sinto-me muito privilegiada por poder fazer parte deste acontecimento, por poder partilhar convosco a minha opinião pessoal e o prazer que retiro do festival Escritaria em Penafiel

Boas leituras* 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017



É com enorme prazer que vejo este projeto acontecer uma vez mais e, apesar de estar a decorrer desde o dia 16, deixo-vos o programa dos últimos três dias deste Festival Literário. Se ainda não têm planos para o fim de semana, aqui fica a sugestão de um passeio cultural único em família, que este ano homenageia o autor Miguel Sousa Tavares.



20 outubro
13h00 – Abertura da Feira do Livro Escritaria, Largo Padre Américo
15h30 – Inauguração da Arte Pública (Streetaria, Surreataria e intervenção teatral pelo grupo Cidade dasartes), Praça da Escritaria à praça da República
18h00 – Descerramento da frase e silhueta do homenageado Escritaria 2017, Praça da República
21h30 – “Movimentos paralelos: a palavra, a música, a imagem” pelo Agrupamento de Escolas Joaquim de Araújo, Museu Municipal de Penafiel
21h45 – Lançamento do Livro “O Planeta Branco” (Reedição) de Miguel Sousa Tavares, Museu Municipal de Penafiel
     - Apresentação Vida e Obra de Miguel Sousa Tavares por Mário Cláudio
     - Apresentação do livro por ???
23h00 – Fecho da Feira do Livro, Largo Padre Américo


21 outubro
11h00 – Inauguração da Exposição “Viajar pelo olhar de Miguel Sousa Tavares”, Biblioteca Municipal de Penafiel
11h30 – Leitura de textos pela Troupe Palavras Vivas e Fernando Soares com momento musical de jazz pela Escola de Artes, Movimentos e Variações, auditório Biblioteca Municipal
12h30 – Espetáculo integrado pela Escola de Artes, Movimentos e Variações na biblioteca Municipal de Penafiel
13h00 – Abertura da Feira do Livro, Largo Padre Américo
16h00 – Espetáculo integrado pela Universidade Sénior de Penafiel ADISCREP, Feira do Livro Escritaria, Largo Padre Américo
16h30 – Sessão pública de autógrafos por Miguel Sousa Tavares, Feira do Livro Escritaria, Largo Padre Américo
18h00 – Intervenção musical Agrupamento de Escolas Penafiel Sudeste, Feira do Livro, Largo Padre Américo
21h30 – Intervenção musical de jazz pela Escola de Artes, Movimentos e Variações, Museu Municipal
21h45 – Entrevista ao homenageado pelo Jornalista Júlio Magalhães, Museu Municipal
23h00 – Fecho da Feira do Livro, Largo Padre Américo

22 outubro
13h00 – Abertura da Feira do Livro, Largo Padre Américo
15h00 – Pintura, performance de aguarela por José Melo, Universidade Sénior de Penafiel ADISCREP, Museu Municipal
15h30 – Atribuição do prémio de Jornalismo-Categoria Carreira Escritaria 2017, Museu Municipal de Penafiel
15h45 – Apresentação do prémio literário Germano Silva do Rotary Club de Penafiel, Museu Municipal de Penafiel
16h00 – Conferência “Miguel Sousa Tavares, Vida e obra” moderada pelo Jornalista João Céu e Silva, Museu Municipal de Penafiel
20h00 – Fecho da Feira do Livro Escritaria, Largo Padre Américo



terça-feira, 17 de outubro de 2017

Convincente e chocante, é uma grande história de amor que vai manter o leitor preso até o fim.

Título: Viciado no Pecado
Autor: Monica James
N.º Páginas: 344
PVP: 17.95 €
ISBN: ISBN:978-989-657-861-9

Sinopse:
Dixon Mathews, um reputado psiquiatra de Nova Iorque, a duas semanas do casamento é traído pela noiva com o seu melhor amigo. Para superar o desgosto sofrido, Dixon resolve não ter mais nenhuma relação séria e torna-se viciado em sexo. Assim pretende continuar, até que o destino lhe prega uma partida.
Duas mulheres cruzam-se no seu caminho. Juliet, deslumbrante, extrovertida, manipuladora e viciada em sexo. E Madison, inocente e frágil.
A primeira atrai-o sexualmente. A segunda toca-lhe o coração. Dixon não é o melhor dos homens, e tem fraquezas, mas está confuso sobre quem deve escolher. Mas as escolhas óbvias nem sempre são as melhores.
Dixon vai descobrir o que de facto quer, mas os erros do passado, como sempre voltam para ensombrar o presente.

Leia um excerto Aqui

Um romance contemporâneo e surpreendente que colocará diferentes dilemas ao leitor que vai querer saber qual será o rumo dos acontecimentos. Nada parece decidido, tudo está em constante transformação.

Sobre a autora:
Monica James passou a juventude a devorar as obras de Anne Rice, William Shakespeare, e Emily Dickinson. Quando não está a escrever, ocupa-se do seu próprio negócio, mas consegue encontrar um equilíbrio entre as duas paixões. Gosta de escrever histórias honestas, sinceras, e turbulentas, na esperança de deixar uma marca nos leitores. A inspiração é da vida do dia-a-dia. É autora best-seller nos EUA, Austrália, Canadá e Inglaterra. Monica James reside em Melbourne, Austrália.

Saiba mais em: Planeta

segunda-feira, 16 de outubro de 2017



Uma vez mais, a Obra e Vida de um autor vai contaminar a cidade!
Miguel Sousa Tavares, autor do romance português mais vendido no século XXI, vai estar em destaque na Escritaria, em Penafiel.

A 10ª Edição da Escritaria vai recordar todos os autores que passaram por Penafiel.
Depois de Urbano Tavares Rodrigues, José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Mia Couto, António Lobo Antunes, Mário de Carvalho, Lídia Jorge, Mário Cláudio e Alice Vieira é agora a vez de destacar a vida e a obra do jornalista português, escritor e autor Miguel Sousa Tavares.

A 10ª edição da Escritaria vai decorrer de 20 a 22 de Outubro, sendo que a partir de dia 16 de Outubro decorre em Penafiel uma grande feira do livro com diversas apresentações de livros e uma forte aposta na memória de edições passadas, onde marcaram presença grandes nomes da Literatura Portuguesa contemporânea. 

Exposições, teatro de rua, música, momentos de leitura, lançamento de livros e objetos que contaminam uma cidade inteira e que prometem interagir com leitores e transeuntes que vão nesta edição ser confrontados com novas experiências.


Miguel Sousa Tavares, filho da poetisa Sophia de Mello Breyner e do advogado e jornalista Francisco de Sousa Tavares, exerceu advocacia antes de se dedicar exclusivamente ao jornalismo.
Estreou-se na ficção com Não te deixarei morrer, David Crockett (2001) um conjunto de contos e textos dispersos. Em 2003, publicou o seu primeiro romance, Equador, que vendeu mais de 400.000 exemplares em Portugal, foi traduzido em 12 línguas e editado em cerca de 30 países, e adaptado para televisão em Portugal e no Brasil.
Ao longo de 20 anos, Miguel Sousa Tavares tem 16 livros editados com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

Dez anos. Dez edições da Escritaria. Dez grandes nomes da literatura, num festival que mantém a tónica em homenagear um escritor de língua portuguesa, vivo, e de transformar durante vários dias a cidade de Penafiel na cidade do Escritor(a) a homenagear.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Terminou mais um grande passatempo, que contou com o maravilhoso apoio Editorial Presença.


Para sorteio estava disponível um exemplar do título Mitologia Nórdica de Neil Gaiman

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve. 

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:


55* Maria Costa

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Presença por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo. 
Boas leituras*

Para comprar o livro Mitologia Nórdica, clique aqui.



quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Sinopse:
Londres, anos sessenta do século vinte: uma imigrante proveniente das Caraíbas trabalha numa galeria de arte onde surge um quadro perdido durante a Guerra Civil espanhola e envolto em segredos inexplicáveis. Quem terá pintado este quadro admirável que surgiu de parte nenhuma? A verdade acerca desta pintura remonta a 1936 e a uma grande casa rural em Espanha, onde Olive Schloss, filha de um abastado negociante de arte, acalenta ambições que os pais desconhecem. Por este frágil paraíso, na Andaluzia, passam o artista revolucionário Isaac Robles e a sua meia-irmã, Teresa. Ambos se insinuam no seio da família Schloss, com consequências inimagináveis e desastrosas... 

Depois de ler O Miniaturista, eu sabia que qualquer livro de Jessie Burton era obrigatório na minha estante. Compreendam, independentemente do enredo – que pode e deve cativar –, eu sou o tipo de leitora que se vende ao dom da palavra, ao encantamento pela lírica e esta autora, no meu entender, sabe escrever maravilhosamente. 

Muito diferente do seu antecedente, A Musa recua apenas algumas décadas para adquirir a sua faceta histórica e oferecer-nos duas narrativas, uma passada nos anos trinta e outra nos anos sessenta, que acabam por se interligar na perfeição. Com uma capa adorável, este é mais um livro em que o romance e a intriga se aliam a personagens dissonantes e desafiantes que farão as delícias dos adoradores de histórias mais exigentes. 

Não me vou alargar no que respeita ao enredo, pois a sinopse da Editorial Presença já o faz; permitam-me então que vos fale das figuras ficcionais que habitam este texto e do muito que elas vos podem oferecer. 

A arte, em várias acepções, é o centro da narrativa, quer seja através da escrita que apaixona Odelle em 1667, ou através da família Schloss que, em 1936, se encontra directamente ligada ao seu comércio. Sou sensível ao tema e, talvez por isso, bebo todas as palavras em que descreve a vida que brota através das cores ou as emoções que se revoltam em poesia, laivos das entidades que vamos conhecendo com o decorrer da história. 

Começamos devagarinho, ganhando consciência do quão difícil foi a migração, essencialmente pela cor da pele, dos que saíram das Ilhas Virgens Britânicas para Londres, numa época em que o preconceito era ainda um conceito estranho, como estranhas eram aquelas pessoas numa sociedade branca, ainda que com a mesma cultura e formação. A ambição, o desejo de encontrar o seu lugar e, igualmente importante, a vontade de ver o seu trabalho valorizado caracterizam Odelle, a protagonista da década de sessenta que nos vai entrelaçar a todas as outras, no seu presente e num passado que desconhece. 

Ainda sem nos focarmos no mistério, que vai ganhando densidade, uma impressão de fatalidade rumo seu desenlace, conhecemos um quadro que nos transporta para os anos trinta, para os primeiros rumores da Guerra Civil espanhola e uma família, refugiada sem o saber, em Andaluzia. Somos levados a conhecer uma rapariga que mescla a sua paixão pela pintura com um revolucionário, que faz de uma jovem meio cigana – o preconceito, outra vez – a sua melhor amiga, enquanto tenta compreender a sua família e crescer para lá das convenções estabelecidas na altura. Olive é verdadeiramente interessante e não parou de me surpreender.

A Musa é, em definitivo, um puzzle intrincado recheado de singularidades de tempos passados – há um trabalho de pesquisa por detrás da obra venerável – cujas personagens, no seu todo, são muito mais do que o expectável (para o bem e para o mal), é um romance extremamente bem escrito onde a simplicidade está reflectida apenas na fraqueza humana e é, pela História e pelas pessoas tão realisticamente retratadas, um livro com momentos crus, difíceis de digerir, o que na minha opinião só o torna mais especial. Sem spoiler não vos posso dizer mais – adorei! 

Mais uma grande aquisição do catálogo Editorial Presença, que este ano está melhor do que nunca, recomendada para os fãs de romance e ficção histórica. 

Da mesma autora, no blogue: 
O MiniaturistaOpinião

Título: A Musa
Autora: Jessie Burton
Género: Ficção Histórica

Para comprar o livro A Musa, clique aqui.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Com apenas dezoito anos, Vitória torna-se rainha da mais poderosa nação do mundo.

Título: Vitória - A jovem rainha
Autor: Daisy Goodwin
Coleção: Grandes Narrativas nº 671
Tema: Ficção e Literatura
Título Original: Victoria
Tradução: Maria João da Rocha Afonso
N.º Páginas: 424
PVP: 20.90 €
ISBN: 978-972-23-6070-8

Sinopse:
Mas será monarca de pleno direito ou uma marionete nas mãos da mãe e do sinistro Sir John Conroy? Conseguirá esta jovem frágil fazer-se respeitar por homens como o seu tio, o Duque de Cumberland, que consideram as mulheres demasiado histéricas para governarem? Todos querem vê-la casada, mas Vitória não tenciona casar por conveniência com o seu primo Alberto, um tímido devorador de livros, que nem sequer sabe dançar. Ela prefere reinar sozinha, apoiada pelo seu Primeiro-Ministro, Lord Melbourne, com idade suficiente para ser seu pai, mas o único que consegue fazê-la rir e que acredita que ela virá a ser uma grande rainha.

Vitória - A Jovem Rainha é um romance histórico, com enorme atenção ao detalhe e uma pesquisa que parte da correspondência e diários da própria rainha. Daisy Goodwin é também a autora do argumento da série televisiva Vitória.

Leia um excertoAqui

«A pesquisa e a atenção ao detalhe, desde o protocolo ao vestuário, são irrepreensíveis e dão vida à rainha Vitória, uma figura histórica formidável.» | Sunday Mirror
 «Irresistível. Um romance histórico rico e apaixonante.» | Publishers Weekly
«Daisy Goodwin consegue criar suspense a partir da vida íntima da rainha Vitória tal como esta se nos apresenta na sua correspondência e diários, e faz jus à inteligência e independência que fizeram dela uma das maiores monarcas da história.» | The Times

Sobre a autora:
Daisy Goodwin nasceu no Reino Unido, em 1961. É uma especialista em temas do século XIX, sendo autora do argumento de Victoria, a série televisiva de grande audiência exibida em mais de 140 países. Como romancista, estreou-se com A Última Duquesa, após o que publicou The Fortune Hunter, obras que alcançaram grande sucesso internacional. Vitória - A jovem rainha é o seu terceiro romance, tendo-lhe granjeado rasgados elogios da crítica e dos leitores, e contando com direitos vendidos para publicação em 10 países. Daisy vive em Londres com o marido, as duas filhas e três cães.

Para mais informações sobre o livro Vitória - A jovem rainha, clique aqui.


Redes Sociais

*Planeta*

*Planeta*
Passatempo - Resultado em breve!

*Planeta*

*Planeta*
Passatempo - Resultado em breve!

*Editorial Presença*

*Editorial Presença*
Passatempo - Resultado!

*Editorial Presença*

*Editorial Presença*
Passatempo - Resultado!

2017 Reading Challenge

Elphaba J has read 0 books toward her goal of 50 books.
hide