Pesquisar Histórias:

Subscrever...

Sobre mim:

A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

Aviso:
Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

Contacto:

Blog Archive

Com tecnologia do Blogger.

O Que Escrevo...

Seguidores

Próximas Opiniões...

Acasos Felizes
Um Mar de Rosas
Euro Pesadelo: Quem Comeu a Classe Média?
Pivot Point
Kafka Para Sobrecarregados
Amores contados
Maligna
A Revolta
A Marca das Runas
Un mundo feliz
Filha da Magia
Frankenstein
As Cinquenta Sombras Livre

Blogues Com Histórias...

terça-feira, 15 de janeiro de 2019


Sinopse:
Um romance sobre as histórias que deixamos por contar e sobre as que contamos a nós próprios para sobrevivermos.
Alice tem nove anos e vive num local isolado, idílico, entre o mar e os canaviais, onde as flores encantadas da mãe e as suas mensagens secretas a protegem dos monstros que vivem dentro do pai.
Quando uma enorme tragédia muda a sua vida irrevogavelmente, Alice vai viver com a avó numa quinta de cultivo de flores que é também um refúgio para mulheres sozinhas ou destroçadas pela vida. Ali, Alice passa a usar a linguagem das flores para dizer o que é demasiado difícil transmitir por palavras.
À medida que o tempo passa, os terríveis segredos da família, uma traição avassaladora e um homem que afinal não é quem parecia ser, fazem Alice perceber que algumas histórias são demasiado complexas para serem contadas através das flores. E para conquistar a liberdade que tanto deseja, Alice terá de encontrar coragem para ser a verdadeira e única dona da história mais poderosa de todas: a sua.


Até hoje, sempre que compro um livro por impulso não me arrependo e As Flores Perdidas de Alice Hart não poderia corroborar mais com esta verdade.
A sinopse interessante e uma das capas mais bonitas que já vi até hoje foram, assim, a razão de eu finalmente conseguir começar e terminar um livro – algo que não fazia deste o Verão de 2018 – e, melhor ainda, voltar a ter vontade de comentar uma história.

Não me vou alongar, os comentários extensos fazem definitivamente parte do passado – agora a minha vida é diferente – pelo que me perdoem em antecipação por ser breve e ir direta ao assunto.


As personagens são fascinantes, credíveis e com a capacidade de nos fazer acreditar na verdade por detrás das suas acções e emoções. A protagonista, Alice, seria por si só razão para pegarem neste livro, não só pelas lições que vai aprendendo, como também pela sua história marcada desde cedo pela dor que, felizmente, em momento algum lhe retira a capacidade de ver a beleza contida em tudo o que nos rodeia.
No entanto, os intervenientes secundários são igualmente interessantes. A sua mãe, a sua avó e as amigas que vai fazendo durante o seu percurso, trazem-nos histórias maravilhosas que dão corpo, que enriquecem o enredo principal irrepreensivelmente; mesmo os “vilões” cumprem naturalmente o seu papel, revelando exatamente os monstros que sabemos que existem entre nós. 


Com uma fluidez rara, a bonita escrita do livro de estreia de Holly Ringland prima ainda pelos pormenores, com ilustrações e curiosidades sobre florilogia que são um verdadeiro bónus e se conjugam na perfeição com o texto. Além disto, vale a pena frisar  as temáticas sempre actuais  abordadas, como depressão, ansiedade e violência, representadas com especial cuidado, que juntamente com o drama familiar e as relações afetivas fortes, algumas disfuncionais, e todos os alicerces sobre o norte Australiano nos prendem do início ao fim do enredo – este, tal como todo o texto, emocionante e belo.

Em suma, fiquei fã e vou continuar a acompanhar o percurso literário da autora. 

Título: As Flores Perdidas de Alice Hart
Autora: Holly Ringland
Género: Romance
Editora: Porto Editora

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019


O poder das histórias das sobreviventes num sensacional romance de estreia As Flores Perdidas de Alice Hart, da australiana Holly Ringland chega a Portugal.

Título: As Flores Perdidas de Alice Hart
Autor: Holly Ringland
N.º Páginas: 400
PVP: 18.80 €
ISBN: 978-972-0-03062-7

Sinopse:
Um romance sobre as histórias que deixamos por contar e sobre as que contamos a nós próprios para sobrevivermos.
Alice tem nove anos e vive num local isolado, idílico, entre o mar e os canaviais, onde as flores encantadas da mãe e as suas mensagens secretas a protegem dos monstros que vivem dentro do pai.
Quando uma enorme tragédia muda a sua vida irrevogavelmente, Alice vai viver com a avó numa quinta de cultivo de flores que é também um refúgio para mulheres sozinhas ou destroçadas pela vida. Ali, Alice passa a usar a linguagem das flores para dizer o que é demasiado difícil transmitir por palavras.
À medida que o tempo passa, os terríveis segredos da família, uma traição avassaladora e um homem que afinal não é quem parecia ser, fazem Alice perceber que algumas histórias são demasiado complexas para serem contadas através das flores. E para conquistar a liberdade que tanto deseja, Alice terá de encontrar coragem para ser a verdadeira e única dona da história mais poderosa de todas: a sua.

Leia um excertoAqui


Um fabuloso livro-objeto que, na abertura de cada capítulo, apresenta aos leitores o significado de cada uma das flores desta linguagem imaginada, acompanhada de uma ilustração botânica criada pela reputada artista Alice Rewa. Mas sobretudo um livro mágico sobre amor e redenção – sobre o poder das histórias dos sobreviventes e de como as palavras podem curar e salvar.

Sobre a autora:
Holly Ringland cresceu, rebelde e de pés descalços, no jardim tropical da mãe, no norte da Austrália. Quando tinha nove anos, a sua família viveu numa caravana durante dois anos, viajando de parque em parque natural, na América do Norte, uma experiência que despertou em Holly o interesse pelas culturas e histórias dos lugares. Já na casa dos vinte anos, trabalhou durante quatro anos numa comunidade remota indígena no deserto central australiano. Mudou-se para Inglaterra em 2009 e fez uma especialização em Escrita Criativa na Universidade de Manchester em 2001. Agora vive entre o Reino Unido e a Austrália.

Saiba mais em: Porto Editora

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Há muito tempo, no tempo em que eu comprava livros pelo título ou pela capa – no tempo em que eu comprava livros, ponto! – trouxe comigo para casa A Livraria de Penelope Fitzgerald. Como tantos homónimos seus, infelizmente, ficou na minha estante a ganhar pó e na minha vontade, cada vez mais desprezada, de ler. 

Quando recebi o convite da Clube do Autor para assistir ao filme, o e-mail, também ele entre tantos outros, ficou por abrir mas a Sofia, aquela moça com uma resiliência que me ultrapassa e que a própria por vezes desconhece, chamou-me à atenção e à sua companhia e eu, quer por vontade quer por necessidade, cedi feliz. 

Não esperava uma grande produção e quanto ao enredo contava com simplicidade, pelo que recebi isso mesmo com uma subtileza clássica e uma beleza em pormenores que me ultrapassou. Que filme bonito queridos leitores. E que atmosfera fantástica, para nós os amantes mais ou menos fiéis de literatura. 

Não há grandes estrelas no desenvolvimento da ficção e os lirismos são daqueles que se apaixonam por uma boa história, mas as referências, essas, são muitas e marcadas por um compasso que se faz de títulos e amizades nascidas da importância das palavras.

Uma Segunda Grande Guerra recente, uma terra fechada em torno dos seus e o glamour sedutor dos que fingem esquecer a pólvora nos corações dos que tentam renascer durante os anos cinquenta são parte da narrativa visual, enquanto sonoramente chega até nós os sussurros do povo e as cantigas do mar que acompanham aquela jovem, Florence Green, que cumpre uma história de amor com o seu passado e, efetivamente, com os livros. Já citei que é um filme bonito? 


Se tiverem oportunidade espreitem, encontrarão a coragem de quem tem um sonho para vos inspirar, além de que podem escapar um pouco ao lado mais comercial da sétima arte. Por ora, comigo, ficou a vontade de ler o livro – ao qual já tirei o pó para a fotografia. Tenho recomendado aos meus amigos e não poderia deixar de vos recomendar a vocês também. 

Com sinceridade, muito obrigada Clube do Autor. 



P.S.: fui ver o filme no dia 19 de Junho mas fiz uns rabiscos para escrever isto agora. E não é curioso que a minha primeira opinião seja de um filme? É queridos leitores... isto agora vai ser assim, nem eu mesma sei o que se segue mas algo surgirá :)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

As Guerreiras Maxwell – 1
Esta série tem como protagonistas mulheres com um intrépido espírito guerreiro, que perseguem os seus ideais e conjuga o romance histórico com sensualidade.

Título: Desejo Concedido
Autor: Megan Maxwell
N.º Páginas: 512
PVP: 18,85 €
ISBN: 978-989-657-891-6

Sinopse:
A história é passada na Inglaterra do século XIV.

Lady Megan Phillips é uma jovem muito bela e lutadora que tem a seu cargo dois irmãos mais novos.
A vida não tem sido fácil, porque nasceu com uma personalidade de autêntica guerreira, que não se verga diante de ninguém nem de nada.
O highlander Ducan McRae, mais conhecido como o Falcão, é um homem acostumado a chefiar exércitos, comandar batalhas e sair vitorioso de todas.
Mas ao chegar ao castelo de Dunstaffnage para assistir ao casamento do amigo Alex McDougall, encontra-se com o maior desafio da vida, alguém com quem não está habituado a lidar: lady Megan Phillips, uma morena que não tem medo de nada.
Um autêntico livro de desassossegar a realidade! Um desafio a que crie o seu mundo à imagem dos seus desejos.
Assombrado pelo descaramento e impetuosidade da jovem, o Falcão não consegue afastar os seus olhos verdes dela e, após fazer uma promessa ao avô da jovem, vê-se unido a lady Megan num casamento que durará um ano e um dia.
Que reservará o destino aos senhores McRae?
Conseguirão entender-se ou acabarão a odiar-se para o resto dos seus dias?

Este novo livro, que conjuga o romance histórico com erotismo, possui personagens bem construídas e uma intensa história de amor que fará as delícias das leitoras mais românticas.

Da mesma autora, no blogue:
Pede-me o Que Quiseres Opinião
Pede-me o Que Quiseres, Agora e Sempre Opinião
Pede-me o Que Quiseres ou Deixa-meOpinião
Pede-me o Que Quiseres e eu Dar-te-ei Opinião

Surpreende-meOpinião

Adivinha Quem SouOpinião
Adivina Quem Sou Esta NoiteOpinião

Sobre a autora:
Megan Maxwell é uma reconhecida e prolífica escritora do género romântico. Filha de mãe espanhola e pai americano, já publicou vários romances. 
Em 2010 ganhou o Prémio Internacional Seseña de Novela Romántica, e em 2010 e 2012 recebeu o Prémio Dama de Clubromantica.com e em 2013 o Aura, galardão do Encuentro Yo Leo RA
Vive numa encantadora aldeia nos arredores de Madrid, na companhia do marido, dos filhos, dos cães Drako e Pluty e das gatas Julieta, Coe e Peggy Sue.
Encontrará mais informação sobre a autora e a sua obra em www.megan-maxwell.com

Saiba mais em: Planeta



Título: A Livraria
Autor: Penelope Fitzgerald
N.º Páginas: 192
PVP: 14,00 €
ISBN: 9789897243295

Sinopse:
Florence Green vive numa pequena vila costeira, longe de tudo, e que se caracteriza sobretudo por aquilo que não tem, e decide abrir a primeira livraria da terra. Florence compra um edifício abandonado há anos, gasto pela humidade e com o seu próprio fantasma. Como se não bastasse o mau estado da casa, ela terá de enfrentar as pessoas da vila, que lhe demonstram a sua insatisfação com a existência da primeira livraria local. Só a sua ajudante, uma menina de dez anos, não deseja sabotar o seu negócio?

Sobre a autora:
Penelope Fitzgerald é uma das mais notáveis vozes da ficção britânica. Depois de se licenciar em Somerville College, Oxford, trabalhou na BBC e durante a guerra foi editora de um jornal literário, geriu uma livraria e ensinou em várias escolas, incluindo uma de teatro. Autora de nove romances, três dos quais - A Livraria, The Beginning of Spring e The Gate of Angels -estiveram na shortlist para o Booker Prize, ganhando o prémio em 1979 com Offshore. O seu último livro, A Flor Azul, em 1995 foi eleito como o Livro do Ano.

Saiba mais em: Clube do Autor





domingo, 16 de setembro de 2018

Não sabia muito bem como escrever esta publicação.
Esta é, possivelmente, das mais difíceis que fiz até hoje porque me sinto verdadeiramente em falta e essa falha retrai-me, de alguma forma chega a envergonhar-me. No entanto sempre fui sincera por aqui e assim sendo, sem grandes floreados, espero nas próximas linhas ser sucinta em tudo o que quero partilhar convosco. 

Quando vos escrevi – Queridos mudei de casa – no passado dia 19 de Fevereiro esperava ficar ausente durante apenas duas ou três semanas mas eu nunca tinha mudado de casa e nunca tinha ousado uma vida a dois. Não sabia que seria tudo o que tinha imaginado e muito mais, muito mais mesmo e muito menos, muito menos tempo para ler e escrever – por opção muito feliz, convém referir.

A minha única estante até ao momento - agora tenho de competir saudavelmente por espaço!

Adiante, nestes meses adotei dois gatos, aprendi a cozinhar e descobri o milagre da roupa que não precisa de ser passada a ferro. Vi uma média de três a quatro filmes por mês, duas séries completas – posso falar de tudo isto se desejarem – e descobri no vinil uma nova paixão. Fiz novas amizades, descobri que as de sempre são para sempre e outras tantas tornaram-se dormentes porque a minha vida mudou e enquanto me adapto não consigo chegar a todos. Ainda no que a esta nova vida diz respeito, continuo na luta laboral e há dias me que me sinto muito cansada, mas adormeço e acordo feliz quase todos os dias, mesmo que a vida de casal me esteja a fazer engordar irracionalmente.  


Gata (preta) e o Gato (tigrado)

Quanto ao blogue… quero voltar a partir de hoje no ritmo possível, que se resume a ligar o PC duas vezes por semana e a escrever-vos o que conseguir e na medida do que for acontecendo, porque vos sinto falta, de verdade. 
Este espaço foi durante muitos anos parte de mim e nós só somos completos com tudo o que nos constitui mesmo que, inevitavelmente, outras peças se vão juntando ao puzzle que nos caracteriza e a capacidade de encaixe se vá tornando mais exigente. 

Quase a terminar, neste período de ausência fui surpreendida ao descobrir que novos leitores se foram juntando à Página do Facebook aqui, somos mais de 3200 –, ultrapassamos mais de um milhão de visitas no blogger – embora aqui ache que o link anda a ser divulgado em sítios suspeitos na América e As Histórias de Elphaba fizeram 8 primveras =^.^=
Por fim, onde continuo mais ativa é no Instagram que podem espreitar aqui – onde vou partilhando algumas coisas mais pessoais nos últimos meses mas não tanto como expectável.


E é isto Queridos Leitores. Passei muito tempo sem ler mas no último mês consegui pegar em dois ou três livros e agora quero partilhar essas e outras aventuras convosco portanto, não há volta a dar, tinha mesmo regressar!!! 

Boas leituras*



P.S.: Agora neste novo começo as coisas vão parecer confusas, tenho muito para divulgar e partilhar mas creio que em breve voltarei à minha rotina de divulgações e opiniões. :)
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Na verdade não mudei, ainda, faltam 9 dias e eu estou a contar cada um deles no meu calendário, vida e coração. 

No ano que findou vocês viram-me muitas vezes dizer que a minha vida estava atribulada e esteve… e ainda sinto que vai estando, embora de maneira diferente, para melhor e com aquele tempero de borboletas no coração, com os suspiros que se perdem no infinito e aquela vontade de ser feliz. 

Como todas as mudanças, esta requer tempo e dedicação e eu, com o trabalho e sem direito a férias – o trabalho também é novo –, ando sem tempo nenhum e dedico-me menos do que gostaria. Quando não estou a trabalhar, a dar um salto à “casinha” como lhe chamamos ou a pensar em tudo o que vai mudar, estou, para minha vergonha, a sonhar acordada ou a pensar noutro projeto pessoal que poderá surgir. Ou seja, não estou a ler, não estou a escrever, a ver séries ou no computador, estou afastada dos hobbies naturais e a cuscar promoções no Continente, Leroy ou Ikea

Com tudo isto venho partilhar convosco o motivo da minha ausência que prevejo durar pelo menos mais duas/três semanas. Venho pedir-vos desculpa porque, apesar de os assuntos pessoais nunca terem estado presentes por aqui, a realidade continua a ter supremacia sobre o mundo das histórias e vocês, muitos vós presentes há muitos anos, merecem esta consideração. 

Não, o blogue não termina por aqui, ainda não sou capaz de me desfazer deste pedaço de mim mas, em definitivo, ele tem menos espaço nas minhas horas até eu poder voltar a estender as pernas numa cadeira, abrir a janela e respirar fundo sem contar os minutos, para vos falar do quão especial, interessante ou simplesmente divertido pode ser um livro. 

(Sim, será uma outra cadeira, uma outra janela mas a paixão, essa, será a de sempre!) 


Até breve e… boas leituras*

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Sinopse:
Em 2008, J.K. Rowling proferiu um discurso profundamente marcante na Universidade de Harvard perante uma audiência de jovens recém-formados. Uma Vida Muito Boa, agora publicado pela primeira vez em língua portuguesa, contém palavras sábias de J.K. Rowling, proporcionando orientações a todos os leitores que se encontrem num momento de viragem decisivo das suas vidas, colocando questões profundas e estimulantes: como aceitar o fracasso? Como podemos usar a nossa imaginação em benefício não só de nós próprios mas também dos outros?

É, pelo menos para mim, assumindo desde já o meu erro, muito complicado desassociar a imagem da J. K. Rowling da mulher que me fez sonhar com uma carta para Hogwarts durante tantos anos. Aliás, ainda hoje, quase duas décadas depois, basta soar a faixa sonora de Harry Potter para que eu pare e sonhe, para que eu pare e me transforme de novo em criança – parece magia, simples assim… No entanto, Uma Vida Muito Boa - Os Benefícios do Fracasso e a Importância da Imaginação é um discurso extraordinário de uma mulher igualmente excecional – não fosse ela um marco para gerações –, mulher que naquele dia tocou centenas e hoje, com a sua edição escrita, pode chegar a muitos milhões e mostrar-lhes algo que vai além da luta do bem contra o mal. 

Perante a plateia de Harvard, com tudo o que isso acarreta, o discurso da nossa autora começa com o humor ousado de quem necessita de exorcizar-se a si e a quem a escuta, para falar de grande verdades e frisar a importância das pequenas coisas.

«Objectivos alcançáveis: o primeiro passo para o desenvolvimento pessoal.» - Página 8

Após uma introdução em que os ouvintes gargalham por diversas vezes com analogias ao seu universo de feiticeiros, J. K. Rowling apresenta-nos então o tema do deu discurso: Os Benefícios do Fracasso e a Importância da Imaginação; que se apressa a explicar com a sua experiência e conhecimento adquirido na melhor de todas as escolas, a da vida. 
Ambição versus expectativa, a pobreza e a capacidade de nos colocarmos no lugar dos outros, são a base das suas palavras que, sem grandes lirismos, revelam a importância de nos desapegarmos de tudo o que não é essencial para nos tornarmos mais fortes perante a adversidade e oferecermos mais de nós a quem nos rodeia. E a forma como ela nos fala sobre isto tem tanto de singular que prova, sem questionamentos, que a capacidade de marcar o próximo está ao alcance de qualquer um de nós. 

Pessoalmente, eu fui inspirada e emocionada, revejo-me em algumas das suas dificuldades e escolhas e vejo-me ainda naquele túnel em que a luz, lá ao fundo, é a esperança que me recuso a largar, porque nada é perfeito mas a valorização do que nos é oferecido faz valer cada dificuldade. Adorei. 

Além das palavras mágicas que encontrarão nesta preciosa obra, a edição da Editorial Presença é linda, muito linda. As ilustrações e a cor tornam a leitura ainda mais inebriante, tornando o virar de páginas verdadeiramente prazeroso. Eu li duas vezes de seguida e acho que a vou deixar ao lado da cama, para ler de vez em quando e me lembrar de todas as lições que retirei deste discurso que recomendo a todos vós. 

Uma publicação deliciosa Editorial Presença que veio, definitivamente, enriquecer a minha biblioteca. 

Título: Uma Vida Muito Boa 
Autora: J. K. Rowling
Género: Não Ficção 

Para comprar o livro Uma Vida Muito Boa, clique aqui.


Redes Sociais

*Planeta*

*Planeta*
Passatempo - Resultado!